sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Arquitectura: Eduardo Souto de Moura em debate e exposição em Madrid




O arquiteto português Eduardo Souto de Moura apresenta sexta-feira em Madrid uma conferência sobre os seus projetos mais recentes, iniciativa que marca o arranque de uma exposição sobre a sua obra.

Inserido na IX Semana de Arquitetura e nas atividades da XII Mostra Portuguesa, a palestra será seguida pela apresentação do livro 'Eduardo Souto de Moura at work', de Juan Rodriguez.




Organizada pela Fundação Arquitetura e pelo Colégio Oficial de Arquitetos (COAM), a mostra, que estará patente até 15 de janeiro de 2015, é considerada inédita em Espanha, tanto pelo formato como pelos conteúdos, reunindo a trajetória do arquiteto português.

Correio da Manhã.
 

Skylight – Claraboia – Harvill Secker, Reino Unido




Recentemente, a editora inglesa Harvill Secker acaba de dar à estampa Claraboia com a habitual tradução de Margaret Jull Costa. Este é o décimo oitavo título de José Saramago publicado com esta chancela. Na capa do livro uma obra de Anne-Laure Maison, “Tableau d’intimités” (2006).
-No começo, já longínquo, dos anos 50 do século XX Saramago escreveu aquele que era o seu segundo romance. Chamou-lhe CLARABOIA, e um amigo se encarregou de o enviar para um editor. Como resposta obteve o silêncio. Depois de encontrado o original e de se ter editado em livro, em 2010, vem agora a público a edição fac-similada com as 245 folhas do original, datilografadas e com as enumeras anotações manuscritas de José Saramago. Será comercializado em pack de caixa luxuosa e com a oferta da edição normal.

Saramago.

Crítica ao romance Claraboia no jornal británico Thee Guardian




Claraboia, romance escrito por José Saramago em 1953, mas publicado postumamente, chega agora ao Reino Unido traduzido por Margaret Jull Costa. O jornal britânico The Guardian publicou nesta semana uma crítica sobre o livro assinada por Ursula K Le Guin. “O livro lança luz não somente sobre o lento desenvolvimento de um artista radicalmente original como é em si mesmo um romance interessante por direito próprio”, escreve a crítica. Para lê-la em inglês, carregue aqui.
A seguir, o texto integral publicado no periódico londrino e traduzido para português.

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

"Os Maias" a caminho dos festivais internacionais

O mais recente filme do cineasta português João Botelho será exibido no Festival do Rio, Mostra Internacional de São Paulo e Festival Internacional de Roma.
Primeira adaptação ao cinema da obra homónima de Eça de Queirós, "Os Maias" fará uma digressão internacional por três festivais.
A primeira "internacionalização" foi para o Brasil. Desde 24 de setembro, e até 8 de outubro, pode ser visto no Festival do Rio, no Rio de Janeiro.
A próxima paragem é também no Brasil, em São Paulo. Entre 16 e 29 de outubro, na Mostra Internacional de Cinema.
Na mesma altura, "Os Maias" será também mostrado ao público italiano, no Festival Internacional de Roma, de 16 a 25 de outubro.
"Os Maias" estreou no dia 11 de setembro e já foi visto por cerca de 55 mil espectadores, de acordo com dados do Instituto do Cinema e Audiovisual (ICA).


Lisboa com 70 monumentos de "porta aberta"

A capital portuguesa vai receber, no fim-de-semana de 11 e 12 de Outubro, o "Lisboa Open House". Nesta 3.ª edição, o evento conta com um total de 70 espaços abertos ao público, de forma gratuita, que dão a conhecer sítios históricos da cidade.

A organização da Trienal de Arquitetura de Lisboa conta com mais 27 espaços face à edição anterior, em 2013, e visa promover a arquitetura de excelência na cidade de Lisboa.

Arquitetura: Siza Vieira vence prémio na Alemanha


O arquiteto Álvaro Siza Vieira foi distinguido com o prémio dos Fritz Hoger Awards 2014 pelo seu trabalho desenvolvido a partir de tijolos, no projeto do Museu Hombroich, na Alemanha.

A informação foi divulgada na passada quinta-feira em diversos sites de arquitetura no mundo e confirmado por fonte do gabinete do arquiteto à agência Lusa.

Segundo o site Backstein, especialista em arquitetura, foram submetidos a concurso mais de quinhentos trabalhos de setenta candidatos, numa mostra de "impressionante de arquitetura internacional". 


quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Livro sobre a obra de José Saramago publicado na Hungria


A editora húngara Equinter acaba de dar à estampa o livro Saramago-Olvasatok de Pál Ferenc sobre a obra de José Saramago, cruzando as suas interpretações com as de inúmeros estudiosos da obra do Nobel português, como, a título de exemplo Ana Paula Arnaut, Carlos Reis, Maria Alzira Seixo, entre outros.

Do seu vasto currículo, Pál Ferenc conta com a tradução de inúmeros romances de José Saramago, todas com a chancela da Európa: Levantado do Chão (2012), O Evangelho segundo Jesus Cristo (2001), Ensaio sobre a Cegueira (1998), Todos os Nomes (1999), O Homem Duplicado (2003), Ensaio sobre a Lucidez (2004), As Intermitências da Morte (2007), A Viagem do Elefante (2010), Caim (2011) e Claraboia (2014).

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Cinema: Uma estética do prazer


Em alguns momentos de Os Maias - por exemplo, nas cenas de Santa Olávia, nas margens do Douro, com Afonso da Maia (João Perry) -, João Botelho combina as telas pintadas por João Queiroz com elementos reais dos locais de filmagens (um chafariz, o recanto de um jardim). Fascinante paradoxo: por um lado, sentimos a materialidade ancestral de pedras e flores; por outro lado, o declarado artifício do fundo pintado gera um clima de singular coexistência de contrários. Apetece evocar a herança de Bertolt Brecht e a sua pedagogia da distanciação: a coabitação cenográfica do mundo "real" e do mundo "encenado" pode contribuir para uma relação com a história vivida (pelas personagens) que não mascare a sua condição de história representada (para o espectador). Resistimos, enfim, a ser submergidos pelo espetáculo. Texto de João Lopes.

Diário de Notícias.

Os Maias de João Botelho já é o terceiro filme português mais visto de 2014




Em apenas quatro dias desde a sua estreia, filme que adapta o emblemático romance de Eça de Queirós somou cerca de 14 mil espectadores.


Em apenas quatro dias de exibição, Os Maias – Cenas da Vida Romântica, de João Botelho, tornou-se o terceiro filme português mais visto do ano, com 13.915 espectadores desde a sua estreia, no dia 11. Depois de o seu trabalho anterior, Filme do Desassossego, ter circulado em formato digressão pelos cineteatros do país, o realizador e a produtora Ar de Filmes voltaram ao circuito comercial com o filme inspirado na obra de Eça de Queirós.

O filme, estreado em 12 cidades e 22 ecrãs e que deve em breve chegar a mais quatro salas, conseguiu perto de 14 mil espectadores em sala desde quinta-feira, segundo números do Instituto do Cinema e do Audiovisual (ICA). Em 2010, Filme do Desassossego conseguiu cerca de 5600 espectadores nas duas primeiras semanas de exibição, fora do circuito comercial convencional.

Com estes números, Os Maias – Cenas da Vida Romântica não entra ainda no ranking dos 40 filmes portugueses mais vistos da última década - encimado por outra adaptação de um clássico de Eça, O Crime do Padre Amaro (2005), de Carlos Coelho da Silva e onde Filme do Desassossego ocupa a 29.ª posição -, mas consegue então instalar-se em terceiro lugar na lista dos mais vistos de 2014. A lista dos filmes nacionais estreados em 2014, com os dados contabilizados pelo ICA até 31 de Agosto, tem em primeiro lugar Sei Lá, de Joaquim Leitão (adaptação do romance de Margarida Rebelo Pinto), com 61.730 espectadores, e em segundo Ruas Rivais, de Márcio Loureiro, que chamou às salas 33.990 pessoas, de acordo com os dados contabilizados pelo ICA até 31 de Agosto.

Dois brilhantes filmes portugueses




Dois novos filmes portugueses de elevada qualidade: “Os Maias – Cenas da vida romântica” de João Botelho e “Os gatos não têm vertigens” de António-Pedro Vasconcelos, que já tive a oportunidade de ver. Duas obras que muito honram o cinema português.

Os Maias” de Eça de Queiroz são transportados para o cinema com grande seriedade no (difícil) tratamento da obra literária. Filme esteticamente sublime moldado pela sensibilidade, inteligência e coragem de Botelho. Uma forma deslumbrante de revisitar Eça e de perceber, através do século XIX, o Portugal do século XXI. Notáveis interpretações de Ega (Pedro Inês) e Maria Eduarda (Maria Flor) e cenário tão original quanto deslumbrante com pinturas a óleo de João Queiroz.
Os gatos não têm vertigens” é a expressão de uma linguagem cinematográfica de primeira linha, uma história entre muitas histórias de gerações entre gerações, de vida entre muitas vidas, de um tempo entre tantos tempos. Um labirinto prodigioso de sentimentos, estados de alma, sonhos e desesperos, que nos chegam sem lamechice alguma. Destaco as interpretações brilhantes de Maria do Céu Guerra, João Jesus e Fernanda Serrano.

Dois filmes a não perder. Dois filmes contra a indigência e a pequenez que se espalha endemicamente no nosso País. Texto de Bagão Féliz.

domingo, 14 de setembro de 2014

Mural: Albanês leva Saramago ao Guinness


O escritor José Saramago e a cidade de Ponte de Sor podem estar a 15 dias de entrar para o Guinness. O albanês Saimir Strati, que já tem oito recordes mundiais no ‘Guinness Book of Records’ (‘Livro de Recordes do Guinness’), está a construir o maior mosaico em cortiça do mundo naquela cidade portuguesa.

O painel começou a ser construído no dia 27 de agosto e tem inauguração marcada para 27 de setembro, o Dia Mundial do Turismo. Apesar de o mosaico ainda não estar completo, já é possível reconhecer-se o rosto de José Saramago, acompanhado pela palavra "Portugal" e a frase "Há coisas que nunca se poderão explicar por palavras", do escritor.

Na obra de 24 metros de comprimento e 4,5 metros de altura, Saimir Strati vai utilizar 300 mil rolhas de cortiça.

A partir do dia 27 de setembro o maior mosaico em cortiça do mundo vai poder ser visto no Centro de Artes e Cultura de Ponte de Sor.

sábado, 13 de setembro de 2014

Joaquim Leitão em destaque nos Prémios Sophia 2014




As longas-metragens "Até Amanhã Camaradas" e "Quarta Divisão", ambos do realizador Joaquim Leitão, estão entre as cinco obras nomeadas para Melhor Filme dos Prémios Sophia 2014 pela Academia Portuguesa de Cinema, anunciou hoje a entidade, em Lisboa.


Os nomeados, em cerca de vinte categorias, escolhidos pelo júri da Academia Portuguesa das Artes e Ciências Cinematográficas (Academia Portuguesa de Cinema), foram divulgados numa conferência de impensa realizada na Cinemateca Portuguesa - Museu do Cinema, com a presença do presidente, o produtor Paulo Trancoso.

Lançados em 2012, os prémios visam distinguir os profissionais do cinema nacional pelos próprios pares, neste caso, a Academia, fundada em 2011, composta por mais de uma centena de membros, desde realizadores, atores e diretores de fotografia. 

A Academia tinha já anunciado este ano que iria distinguir com os Prémios Sophia Carreira 2014 o realizador José Fonseca e Costa, o diretor de fotografia Eduardo Serra, e o produtor Henrique Espírito Santo. 

"O Portugal dos Maias é igual ao Portugal de hoje"


"O Portugal dos Maias é igual ao Portugal de hoje"

Dificilmente encontraríamos cineasta menos unânime para adaptar Os Maias ao grande écrã, mas João Botelho atirou-se ao romance de Eça sem medo. "Isto" – o cinema, o dinheiro para o fazer – "é tão raro que um gajo só pode filmar coisas importantes", diz. Para lá das telas pintadas, do guarda-roupa de época, do artifício, Os Maias é um filme sobre Portugal, hoje.

Se há um livro unânime como grande romance português, é Os Maias, de Eça de Queirós, um enorme fresco, entre crónica de costumes e alta literatura, de um Portugal oitocentista que continua a falar aos nossos dias como raras obras literárias o conseguiram. Dificilmente encontraríamos cineasta menos unânime para adaptar Os Maias ao grande écrã do que João Botelho, 65 anos, autor de um dos universos mais singulares e menos consensuais do cinema português desde a sua estreia em 1981 com Conversa Acabada. Saído do êxito de Filme do Desassossego (2010) – que lançou sem distribuidor em digressão pelo país, somando 30 mil espectadores que dificilmente o teriam ido ver no circuito tradicional –, abalançou-se ao romance de Eça sem medo.

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Pedro Costa leva Cavalo Dinheiro a Nova Iorque

Pedro Costa leva Cavalo Dinheiro a Nova Iorque

Depois do prémio de realização em Locarno, o autor de O Sangue é um de cinco cineastas que falará ao público sobre o seu cinema, a par de Paul Thomas Anderson, Mike Leigh, Mathieu Amalric e Bennett Miller.
Pedro Costa vai ser um de cinco cineastas a subir ao palco do Lincoln Center de Nova Iorque para discutir o cinema – o seu, o dos outros, o seu passado, presente e futuro, influências e métodos de trabalho.
Costa estará na Grande Maçã para apresentar na 52ª edição do New York Film Festival (NYFF) Cavalo Dinheiro, que lhe valeu o prémio de Melhor Realizador em Locarno, e que é definido pelo director do certame, Kent Jones, como estando “num plano completamente diferente de Juventude em Marcha”.
Costa é um dos quatro realizadores escalados para o forum Directors Dialogues, conversas informais com os programadores do festival; os outros são o francês Mathieu Amalric, o britânico Mike Leigh e o americano Bennett Miller, todos com filmes presentes na programação principal do NYFF oriundos da selecção de Cannes 2014. Costa será o último a subir ao palco no dia 8 de Outubro.

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

O romance inacabado de Saramago vai ser publicado em Outubro

Alabardas, alabardas, Espingardas, espingardas é a obra sobre a guerra que José Saramago escreveu nos últimos meses de vida e não chegou a terminar. É o único livro de Saramago por publicar.
 "Repudiando a violência" como sempre fez na sua obra, Saramago escreveu nos últimos meses de vida Alabardas, alabardas, Espingardas, espingardas, escreve Pilar del Río no editorial da revista Blimunda. Essa obra que o escritor não chegou a terminar vai ser publicada pela Porto Editora em Outubro, anunciou a presidente da Fundação José Saramago na revista desta instituição. O número 26 da revista Blimunda, que pode ser descarregado na internet gratuitamente, abre com o editorial Contra a Guerra em que Pilar del Río, mulher de José Saramago, explica que o inédito do autor português vai ser publicado simultaneamente em português, espanhol, catalão e italiano. "É um trabalho conjunto das várias editoras de Saramago na Europa e na América do Sul", disse Ricardo Viel, da Fundação José Saramago ao PÚBLICO. Cada uma destas edições terá, portanto, qualquer coisa de diferente e a edição da Porto Editora não será por isso igual às obras do Nobel da Literatura 1998 que esta editora publicou em Maio.

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

RICHARD ZENITH: "Verifica-se uma desumanização dos portugueses"

É o responsável pela primeira edição definitiva do "Livro do Desassossego" de Fernando Pessoa, a obra que deu ao poeta português o estatuto de figura fundamental da literatura portuguesa e o tornou um mito internacional. Richard Zenith, um dos maiores especialistas em Pessoa, considera que mesmo assim é pouco lido em Portugal. Um país onde, diz, está em curso "uma certa desumanização dos portugueses".
Richard Zenith, que viveu no Brasil no início dos anos 80, confirmou que Pessoa era efetivamente muito lido e acarinhado no Brasil, talvez mais do que aquí. Acrescenta: "Embora, em Portugal os poetas e os leitores mais exigentes e apaixonados conhecessem bem a obra de Pessoa como a Sophia, Jorge de Sena, Ruy Belo, Mário Cesariny. Podemos ver traços dele nas suas obras. Mas, entre o público mais vasto, de facto seria no Brasil que Pessoa era mais lido e apreciado. Hoje em dia, nas universidades portuguesas há investigação excelente sobre Pessoa, até diria que não existe menos do que no Brasil".7


Frases de autores de língua portuguesa em fachadas



Na freguesia de São Cristóvão, em Montemor-o-Novo, um projecto de intervenção cultural levou a que várias fachadas passassem a apresentar frases de autores de língua portuguesa. De José Saramago, podem ser vistas a frase de arranque de "Levantado do Chão" e a epígrafe do "Ensaio sobre a Cegueira".

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Hoje: a não perder!!!

Opus Dei proíbe 79 livros de autores portugueses

 José Saramago, Eça de Queirós, Fernando Pessoa, Lídia Jorge, Vergílio Ferreira são alguns dos escritores censurados na lista de livros da Opus Dei.
      A organização da Igreja Católica tem uma listagem de 33 573 livros proibidos, com diferentes níveis de gravidade, sendo que nos três níveis mais elevados encontram-se 79 obras de escritores portugueses, revela o Diário de Notícias. José Saramago e Eça de Queirós são os mais castigados pela “lista negra”.
     Além de livros, também há uma lista de filmes. A censura da Opus Dei já tem várias críticas, colocando-se mesmo em causa a legalidade desta proibição.
      Só José Saramago tem 12 livros censurados. “Caim”, “O Evangelho Segundo Jesus Cristo”, “O Manual de Pintura e Caligrafia” e “O Memorial do Convento” são considerados os mais perigosos.
      Em declarações ao mesmo jornal, a presidente da Fundação José Saramago, Pilar del Río, considera “grosseiro e repugnante” este índice, deixando várias críticas: “ É uma organização a que chamamos seita porque somos educados. Por acaso, eles não são”, considera a viúva do escritor.
      Pilar reforça ainda que José Saramago nunca escreveu sobre a Opus Dei porque considerava a organização “uma formiga”. Também a escritora Lídia Jorge, que tem dois livros censurados, revelou-se chocada com a existência da lista, afirmando que “a Opus Dei devia ter vergonha”.

INAUGURAÇÃO: Primeira obra de Siza Vieira na China a 30 de agosto

A primeira obra de Siza Vieira na China - um edifício de escritórios, desenhado em parceria com o arquiteto Carlos Castanheira - vai ser inaugurada no dia 30 de agosto na província de Jiangsu, no leste do país.
Trata-se de um edifício com cerca de 10.000 metros quadrados, encomendado por uma empresa de Taiwan instalada em Huaian, a Shihlien Chemical Industrial Jiangsu Co., e foi construído num lago artificial que funciona como reservatório daquela unidade industrial, referiu hoje à Lusa o arquiteto Carlos Castanheira.
A inauguração contará com a presença dos dois arquitetos portugueses, que se encontram há já alguns dias na China para tratar de outros projetos, adiantou Carlos Castanheira.
"Estamos na Ásia há cerca de dez anos. Primeiro no Japão, depois na Coreia do Sul e agora na China", disse aquele arquiteto acerca da sua parceria com Siza Vieira



quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Conversatorio

Amanhã,  sexta-feira, dia 22 de Agosto, pelas 19:00horas, haverá um conversatório sobre os livros " Y ahora, extiéndeme al sol" de Ana Lucia de Bastos e "Todas las Batallas perdidas" de Miguel Hidalgo Prince, no" Lugar Común Librería"

A não perder!

   

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Pedro Costa melhor realizador em Locarno

O realizador português Pedro Costa conquistou hoje o Leopardo do Festival de Locarno 2014 para a melhor realização com o filme "Cavalo Dinheiro".
O Leopardo de Ouro, a mais alta distinção do certame, foi para o filme "Mula Sa Kung Ano Ang Noon" (From What Is Before), de Lav Diaz, das Filipinas.
"Cavalo Dinheiro" marca o regresso do realizador à personagem Ventura e ao universo das Fontainhas, depois de "Ossos", "No quarto de Vanda" e "Juventude em marcha". 
O filme foi concluído no ano passado, e teve estreia mundial nesta 67.ª edição do Festival de Locarno, na Suíça. 

Além de melhor realização, Pedro Costa foi também distinguido em Locarno com uma menção especial do Prémio FICC/IFFS (Federação Internacional de Cineclubes).

Obra de Joaquim Pinto em destaque na Cinemateca

A Cinemateca Portuguesa, em Lisboa, realiza, em setembro, um ciclo dedicado ao realizador Joaquim Pinto, que estreia o documentário "E agora? Lembra-me", no circuito comercial e na abertura do Cinema Ideal, em Lisboa, no próximo dia 28.

O documentário, visão pessoal sobre a convivência com a sida e a hepatite C, foi distinguido no ano passado, no Festival de Locarno, na Suíça, com o Prémio Especial do Júri, o Prémio da Crítica e o Prémio Júri Jovem, abrindo uma lista de distinções que se estendem a outros festivais, como o DocLisboa, o Cineport, no Brasil, os Encontros Internacionais do Documentário de Montréal, e os festivais de Cartagena de Índias, na Colômbia, e do Chile e da Argentina, entre outros.

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Bautizo del primer libro de Ana Lucia de Bastos

Ana Lucía De Bastos nacio en Caracas en 1983 y  es licenciada en Letras por la Universidad Central de Venezuela; obtuvo el título de magister en Estudos Literários, Culturais e Interartes en Literatura Portuguesa, de la Universidade de Porto con una tesis sobre poesía venezolana y portuguesa; posteriormente cursó el master en edición de la Universidad Autónoma de Barcelona, desenvolviéndose en esa área; ha publicado ensayos y poemas en distintas revistas y plaquettes; "Y ahora, extiéndeme al sol " es su primer libro.
    Fue directora del Instituto Portugués de Cultura y es hija del prestigioso médico- neurólogo Mario de Bastos, director actual de nuestro Instituto.
   .  

Bautizo del libro "Y ahora, extiéndeme al sol" de Ana Lucía de Bastos

        Hoy jueves 14 de Agosto a las 6:30 en la Librería El Buscón en el Trasnocho Cultural del CC Paseo de las Mercedes se bautizara el libro "Y ahora, extiéndeme al sol", el primer libro de Ana Lucía de Bastos. 
        "Hay en estas páginas una vocación estética obsesionada por indagar constantemente en su propia naturaleza, en sus formas de decir y de no decir, en sus posibilidades de ser escrita. Si para la llamada poesía pura latinoamericana, el diálogo entre el ser y la forma resumía un conflicto ontológico, aquí ese conflicto se reinventa como un dilema de lenguajes. El contrapunto de lo físico, del cuerpo, es la palabra y su capacidad infinita de transformarse.
Pero "Y ahora, extiéndeme al sol" propone también una diversidad de registros que, por momentos, da la idea de ser una caja de resonancias, el espacio donde se mueve una larga búsqueda estética. Incorpora una clara vocación narrativa, prueba diferentes direcciones en el ejercicio de la voz femenina, va y viene de manera constante alrededor de la noción de extranjería como experiencia verbal, como tránsito, incluso como naturaleza poética. Como todos los buenos libros, no es un solo libro.
Ana Lucía De Bastos se estrena con esta publicación de manera impecable. Su poesía siempre está atenta, dispuesta a sorprendernos. Tiene una musicalidad extraordinaria y una curiosidad peligrosa. Sus versos nunca están quietos. Son también una mudanza. Un lenguaje que sigue buscándose" , nos dice  
Alberto Barrera Tyszka
          Estará a cargo de las palabras la  profesora de la Universidad Central de Venezuela, crítico literaria  Érika Roosen.

La invitación es para hoy en El Buscón

            ¡ Para no perder!

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Historias negras del baúl de Pessoa

Uno de los pocos divertimentos intelectuales que persisten en lo que aún le queda de intelectual a la Humanidad es la lectura de novelas policíacas", escribió Fernando Pessoa en un texto de reflexión personal. Para el autor de 'Libro del desasosiego', recordado a menudo como un genio atormentado, la felicidad se podía resumir en un libro de Conan Doyle o Arthur Morrison, un cigarrillo y una taza de café. Su afición por el género negro comenzó con las lecturas de su adolescencia, transcurrida en Sudáfrica, donde también escribió sus primeros relatos en lengua inglesa. Ya instalado en Lisboa adquirió cientos de novelas policíacas y fue socio del Albatross Crime Club, un grupo británico de lectores aficionados que le garantizaba el acceso a las últimas novedades.
El gran poeta luso quiso darle un lugar especial al que muchos críticos habían considerado un género menor, y lo hizo como mejor sabía. El próximo 3 de septiembre, la editorial Acantilado publica un conjunto de novelas policíacas -en su mayoría inéditas- bajo el título'Quaresma, descifrador'. Una voz negra que se suma al ya polifónico universo 'pessoano'.