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O filme conta com a participação da espanhola Marisa Paredes, que entrou em "A vida é bela", de Roberto Benigni, e foi algumas vezes convidada por Pedro Almodóvar, como sucedeu com o recente "A pele onde eu vivo".
Cinco cientistas portugueses e uma investigadora norte-americana que trabalha em Portugal foram premiados pelo Instituto Médico Howard Hughes, dos Estados Unidos, com montantes no valor de 518.000 euros para a sua investigação, numa lista internacional de 28 premiados reconhecidos por serem “futuros líderes científicos nos seus países”. Os prémios vão ser utilizados na investigação em parasitologia, neurociências, comunicação entre bactérias, metabolismo celular e envelhecimento.
Está marcada para o dia 30 de Janeiro de 2012, para as 19 horas, a Assembleia Ordinária do Instituto Português de Cultura.
Sou do Fado
Como o sei
Vivo um poema cantado
De um Fado que eu inventei
A falar
Não posso dar-me
Mas ponho a alma a cantar
E as almas sabem escutar-me
ESTRIBILHO
Chorai, chorai
Poetas do meu país
Troncos da mesma raiz
Da vida que nos juntou
E se vocês, não estivessem a meu lado
Então não havia Fado
Nem fadistas como eu sou
Esta voz
Tão dolorida
É culpa de todos vós
Poetas da minha vida
É loucura
Oiço dizer
Mas bendita esta loucura
De cantar e de sofrer
Frederico de Brito
Quem somos:
A Fundação Instituto Português de Cultura é uma organização não governamental (ONG), cujo objectivo fundamental é a difusão da Cultura Portuguesa na Venezuela, na medida em que é um valor que afirma a identidade nacional dos portugueses num mundo cada vez mais globalizado.
A quem nos dirigimos:
A nossa acção de difusão da Cultura Portuguesa articula-se em três dimensões:
À comunidade portuguesa porque na sua grande maioria não teve a oportunidade, enquanto residente em Portugal, de ter contacto com essa Cultura; e porque, uma vez na Venezuela, outras prioridades, nomeadamente as de refazer a sua vida do ponto de vista económico, relegou-a para um plano secundário.
À comunidade luso-descendente porque na sua grande maioria nunca recebeu dos seus pais e avós o estímulo suficiente para conhecê-la, nem teve tão-pouco outros meios de acesso à mesma.
Ao público venezuelano porque, salvo em ocasiões muito escassas, praticamente nunca lhe foi dada a oportunidade de conhecer a Cultura de Portugal.
A nossa razão de ser:
Pensamos que:
Ao proporcionar à comunidade portuguesa a oportunidade de conhecer a sua Cultura sentirá com mais intensidade a força de umas raízes históricas com peso multi-secular;
Ao proporcionar aos luso-descendentes a oportunidade de conhecer a Cultura dos seus pais e avós verão com melhores olhos e de forma mais objectiva e menos preconceituosa Portugal e as suas gentes;
Ao proporcionar ao público venezuelano a oportunidade de conhecer essa Cultura estaremos a redimensionar de forma positiva a imagem que durante décadas lhe ofereceu o contacto com uma comunidade que sempre transmitiu a imagem de um povo trabalhador e honesto, mas que não podia compaginar esses valores com as de um povo criador de valores culturais dificilmente imagináveis num país de tão pequena dimensão física.