sábado, 27 de junho de 2009

Saramago quer Casa dos Bicos transformada em pólo cultural de Lisboa


O escritor José Saramago pretende que a fundação com o seu nome se torne um pólo cultural da cidade de Lisboa quando se instalar na Casa dos Bicos, cedida pela Câmara Municipal há um ano para esse efeito.

Durante uma visita guiada ao edifício de cinco pisos situado "no coração de Lisboa, frente ao Tejo", cuja remodelação ainda não tem ainda fim à vista, Saramago, de 86 anos, manifestou o desejo de aí instalar os serviços administrativos da fundação "ainda este ano".

"Ao contrário do que algumas pessoas mal-intencionadas quiseram fazer acreditar, a Casa dos Bicos, que vamos ocupar, não está aqui simplesmente para glorificar a vida ou a obra do senhor Saramago, está aqui para ser útil", frisou.

Mais no Público.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Pessoa: O Guardador de Papéis


Fernando Pessoa: O Guardador de Papéis” é o nome livro mais recente sobre a vida e a obra do escritor.
O volume recolhe os textos reelaborados de oito comunicações proferidas no ciclo de conferências O O volume recolhe os textos reelaborados de oito comunicações proferidas no ciclo de conferências O Guardador de Papéis, no âmbito das celebrações dos 120 anos do nascimento de Fernando Pessoa (1888-2008) que tiveram lugar na Casa Fernando Pessoa. Os textos vêm acompanhados de imagens e todas as transcrições de autógrafos pessoanos foram revistas, de forma a permitir ao leitor uma aproximação ao aspecto gráfico e à heterogeneidade dos originais, e com o propósito de corrigir leituras erradas, não permitindo lacunas.
Este livro foi apresentado por , directora da Casa Fernando Pessoa, no dia 24 de Junho. Na mesa estiveram presentes, além de Jerónimo Pizarro, organizador da edição (Texto/ LeYa), alguns dos restantes autores.

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Saramago destaca la estirpe del columnismo capitaneado por Umbral


El Premio Nobel portugués fue el encargado de dar la bienvenida a la nueva institución, una institución que deseó fuese fecunda a la hora de abrir nuevos caminos y proyectar la literatura más allá del propio escritor, partiendo de su legado. "Sabemos que Umbral era un poquito vanidoso", señaló con humor, "pero le hubiera gustado que su Fundación fuera un instrumento de proyección, de camino hacia adelante, que no se quedara paralizada en una especie de autismo en torno a sus propios huesos".Inevitablemente, el periodismo, territorio en el que Umbral se erigió como un maestro, se convirtió en el centro de las intervenciones.
Saramago recordó que cuando llegó a España, conocía la cultura y la Historia de nuestro país, pero que desconocía el alto nivel del periodismo que practicaban columnistas como Umbral, Raúl del Pozo y Manuel Vicent.
Mais em El Mundo.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

João Botelho vai filmar Livro do Desassossego



Mais de 25 anos depois de se ter estreado nas longas-metragens com Conversa Acabada (1982), sobre as relações de amizade e literárias entre Fernando Pessoa e Mário de Sá-Carneiro, o realizador João Botelho vai agora adaptar ao cinema O Livro do Desassossego, de Bernardo Soares, em O Filme do Desassossego.
No próximo dia 6 de Julho, na Casa Fernando Pessoa, às 18.30, é assinado o protocolo entre Botelho e a Câmara Municipal de Lisboa, que formaliza a transposição da obra à tela. Na sinopse, o realizador descreve-o como "um filme desassossegado sobre fragmentos de um livro infinito e armadilhado, de uma fulgurância quase demente mas de genial claridade".

Avelino Cunhal: de censura em censura

O romance original é, finalmente, publicado mas ainda existem várias peças de teatro por revelar.
74 anos após a sua escrita, Avelino Cunhal tem o romance Nenúfar no Charco editado. O lançamento da obra ocorreu ontem em Lisboa e, na sessão, o editor Leonardo de Freitas vaticinou-lhe uma ausência quase certa das estantes das grandes superfícies, ou seja, ainda não será agora que o volume poderá ser lido pelo grande público.
Justifica o editor que proibido em 1935 pela incipiente censura que o Estado Novo montava, agora será uma nova censura, a económica, que o manterá desconhecido. Acrescenta que se o romance tivesse visto a luz do dia na altura da sua escrita, provavelmente o neo-realismo teria sido influenciado por um registo de escrita que o, também, pintor prenunciava.

Mais no Diário de Notícias.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

José Saramago mais virtual do que nunca


Da velha máquina de escrever Hermes, em que ainda dactilografou O Ano da Morte de Ricardo Reis, até ao moderno computador portátil em que já escreveu A Viagem do Elefante, foi um longo caminho para José Saramago, que se diz ser pouco dado às tecnologias. Mas essa sua afirmação parece ser quase tão etérea quanto o espaço virtual onde se iniciou quase diariamente, por imposição da mulher, Pilar del Río, e cuja produção bloguista já resulta em livros, como o que esta quinta-feira será lançado oficialmente em Lisboa.
O Caderno de José Saramago reúne textos que o escritor vai colocando, por norma, entre segundas e sextas-feiras no seu blogue - e que o DN reproduz em simultâneo - e trata de temas tão diversos como a reconstituição do percurso do seu último romance, o comentário à oferta que Hugo Chávez fez a Obama, um exemplar do livro As Veias Abertas da América Latina, de Eduardo Galeano, e que tanta polémica provocou ou a entrada intitulada A Coisa Berlusconi, que ainda mais celeuma gerou.

Mais no Público.

Bailarino português conquista novo prémio internacional


Na passada quinta-feira, em Moscovo, Marcelino Sambé, de 15 anos, venceu a terceira competição fora de Portugal em 2009.
Marcelino Sambé, de 15 anos, venceu há dias o Concurso Internacional de Ballet de Moscovo, na categoria júnior. Na realidade, ficou em 2.º lugar na competição, que decorreu no Teatro Bolshoi, mas não foi atribuída medalha de ouro. "Sempre quis ganhar em Moscovo. Dizem que é das melhores competições do mundo, e é uma grande vitória para mim", revela ao DN. "Posso não ter ficado em primeiro, mas foi a minha maior vitória." Apesar de esta ter um sabor especial, está longe de ter sido caso único na sua curta carreira. Só este ano, já conquistou três prémios internacionais. Em Fevereiro, recebeu o Grande Prémio do concurso de dança TanzOlymp, em Berlim, e em Abril venceu a edição de 2009 do Youth American Grand Prix Competition, na categoria júnior. Antes ainda, em 2008, arrecadou o seu primeiro prémio internacional, na 2.ª Edição do Beijing International Ballet Invitational for Dance Schools, na China.

Mais no Público.

domingo, 21 de junho de 2009

Saramago: Con los blogs se está escribiendo más, pero peor


Buenos Aires.- El escritor portugués José Saramago, quien está a punto de publicar un libro con los artículos que escribió para su blog, cree que con la irrupción de estos sitios de internet "a la vez que se escribe más, se está escribiendo peor", indicó Efe.

"La práctica del blog ha llevado a la escritura a muchas personas que antes poco o nada escribían. Lástima que muchas de ellas piensen que no merece la pena preocuparse con la calidad de estilo de lo que se escribe", dijo en una entrevista publicada hoy por el diario argentino Clarín.

Mais em El Universal.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Novo filme: Oliveira aborda o terrorismo

Manoel de Oliveira vai abordar a questão do terrorismo no seu próximo filme, ‘O Estranho Caso de Angélica’. O argumento daquela que será a sua 29ª longa-metragem parte de um texto escrito pelo próprio realizador na década de 1950 e que então foi rejeitado pelo Secretariado da Informação.

O texto "abordava a temática do nazismo e passava-se no tempo de Hitler, mas agora foi adaptado por mim para os tempos do terrorismo", revelou ontem Manoel de Oliveira ao CM, à saída de uma homenagem em Tomar. "Há vários produtores interessados no filme e estamos a discutir essas questões", disse o realizador, sem querer acrescentar mais pormenores. No final do ano passado, Oliveira manifestou o desejo de rodar ‘O Estranho Caso de Angélica’ e de o estrear em Cannes, adiantando, porém, que necessita de "meios para tal".

Mais no Diário da Manhã.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Escritor defende Portugal 'culturalmente mais agressivo'


Caracas, 14 jun (Lusa) - O escritor português Fernando Pinto do Amaral defendeu, em Caracas, que o Estado português "tem que ser culturalmente mais agressivo fora de Portugal", para fortalecer os laços com a comunidade lusa e fazer com que os venezuelanos se interessem pelo país.

"Portugal tem de investir na cultura, não só para fortalecer os laços da comunidade com Portugal, mas para interessar os outros países, porque não mesmo os venezuelanos, isso é fundamental (…) aquilo que afirma a nossa identidade é de fato a cultura nos seus vários aspectos(...), não é por outros meios que nós vamos lá", disse.

Fernando Pinto do Amaral falava à Agência Lusa durante uma viagem de quatro dias a Caracas - a convite do Instituto Português de Cultura e do Centro Português -, onde participou das celebrações do Dia de Portugal e deu várias conferências sobre Luís de Camões e Fernando Pessoa na Universidade Central da Venezuela e no Centro de Estudos Latino-Americanos Rómulo Gallegos (Celarg).


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Acordo Ortográfico: Presidente da Comissão Galega pede asilo a Portugal


O presidente da Comissão Galega do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, José Luís Fontela, disse hoje à agência Lusa que pediu asilo político ao Governo português, como primeiro passo para pedir nacionalidade portuguesa."Quero liberdade. Pedi asilo político para que não me tirem direitos, liberdades e garantias", disse José Luís Fontela, advogado, poeta e escritor, acusando os serviços de informação espanhóis de "controle de correspondência" e "sequestro de livros". Fontela, natural da Galiza, referiu que vive em Portugal "desde 1992", primeiro em Viana do Castelo, depois em Valença, onde ainda tem residência oficial, e agora em Braga, onde quer continuar a viver.

Mais no Público.

domingo, 14 de junho de 2009

Camões em língua inglesa...


Com o apoio da Fundação Luso-Americana, Sonnets and Other Poems é o terceiro volume da colecção de inspiração camoniana Adamastor Book Series, publicada pelo Centro de Estudos Portugueses da Universidade de Massachusetts Dartmouth, nesta fase de revitalização das traduções da lírica do poeta maior de língua portuguesa nos Estados Unidos e no mundo de língua inglesa, depois de mais de um século de considerável apagamento. Nesta edição bilingue, o leitor tem a oportunidade de comparar a lírica camoniana em português e em inglês lado a lado.


A tradução deve a ao norte-americano Richard Zenith, investigador e conhecido especialista pessoano radicado em Portugal há 20 anos.

Mais na Fundação Luso-Americana.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Sábado 11: Celarg: Encerramento da Semana de Portugal


Amanhã, sábado, às 11 am, o escritor Fernando Pinto do Amaral encerra a Semana de Portugal com uma conferência sobre La poesía de Fernando Pessoa
y su significado en la literatura actual portuguesa
. Trata-se da terceira intervenção do autor de O Segredo de Leonardo Volpi durante a Semana de Portugal, para a qual veio especialmente convidado pelo Instituto Português de Cultura.
Fernando Pinto do Amaral – que já discursou no aniversário do Centro Português e teve um encontro com os alunos de Português da UCV – deu um contributo fundamental para o êxito do Dia de Portugal/Dia de Camões e amanhã, no aniversário de Fernando Pessoa, contribuirá para uma melhor compreensão do papel do poeta dos heterónimos no actual panorama da literatura portuguesa.
Uma ocasião a não perder para escutar um excelente palestrante.

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Entrevista a El Mundo. Saramago: 'La corrupción no le importa a nadie'


José Saramago ha reunido los artículos publicados durante los seis primeros meses de su actividad como bloguero en 'El Cuaderno', un libro vetado en Italia por Silvio Berlusconi y que refleja el espíritu crítico de su autor. "La corrupción no le importa a nadie", sostiene el autor en una entrevista realizada a través del correo electrónico con motivo de la publicación de 'El Cuaderno' (Alfaguara).
El libro, cuyos ingresos serán destinados a la Fundación José Saramago , que aloja el blog del escritor, será presentado por el Premio Nobel portugués, de 86 años, en un encuentro con blogueros abierto a los internautas de todo el mundo el próximo día 25 en Lisboa.

Pregunta.- La editorial italiana Einaudi, propiedad de Silvio Berlusconi, no publicará 'El Cuaderno' por las críticas que contiene al primer ministro italiano y magnate de la comunicación, ¿Qué opina de esta decisión?


quarta-feira, 10 de junho de 2009

Caminhe com Rosa Mota

No sábado 13, a partir das 8 da manhã, aproveite para caminhar ao lado de Rosa Mota, uma maratonista de excepção. O local de encontro é o Parque Generalíssimo Francisco de Miranda (Parque del Este).
Muito poucas vezes – ou nunca – temos a oportunidade de caminhar ao lado de uma desportista que conquistou o céu, ou mais especificamente a Medalha de Ouro nos Jogos Olímpicos de 1988, em Seul, e que disputou 21 maratonas entre 1982 e 1992, numa média de duas maratonas por ano, tendo vencido 14 dessas 21 corridas.
Rosa Mota (Porto, 1958) levou o nome desportivo de Portugal mais alto que nunca.
Caminhe com ela no dia 13, de manhã cedo, e depois, aproveitando que é o aniversário de Fernando Pessoa, continue até ao Celarg/Altarima e assista à conferência do professor e poeta Fernando Pinto do Amaral, convidado do IPC para a Semana de Portugal.


Aqui estão alguns dos seus triunfos mais importante.
Campeã olímpica em Seul em 1988
Medalha de bronze em Los Angeles em 1984
Campeã do Mundo em Roma em 1897
Quarta classificada no Campeonato do Mundo em Helsínquia em 1983
Campeã da Europa em Atenas em 1982, em Estugarda em 1986 e em Split em 1990.
Vencedora das maratonas de Roterdão (1983), Chicago (1983 e 1984), Tóquio (1986), Boston (1987, 1988 e 1990), Osaca (1990) e Londres (19919. Vencedora da Sao Silvestre de São Paulo seis vezes consecutivas (1981 a 1986).


Dia de Camões, Dia de Portugal...


Hoje é Dia de Portugal.

Conheça um pouco a estória deste dia, a partir deste texto tomado da Internet.
Na sequência dos trabalhos legislativos após a Proclamação da República Portuguesa de 5 de Outubro de 1910, foi publicado um decreto em 12 de Outubro estipulando os feriados nacionais. Alguns feriados foram eliminados, particularmente os religiosos, de modo a diminuir a influência da igreja católica[1] e laicizar a sociedade.
Neste decreto ficaram consignados os feriados de 1 de Janeiro, Dia da Fraternidade Universal; 31 de Janeiro, que evocava a revolução falhada do Porto, e portanto foi consagrado aos mártires da República; 5 de Outubro, Dia dos heróis da República; 1 de Dezembro, o Dia da Autonomia (Restauração da Independência) e o Dia da Bandeira; e 25 de Dezembro, que passou a ser considerado o Dia da Família, tentando também laicizar a festa religiosa do Natal.
O decreto de 12 de Junho dava ainda a possibilidade de os municípios e concelhos escolherem um dia do ano que representasse as suas festas tradicionais e municipais. Lisboa escolheu para feriado municipal o 10 de Junho, em honra de Camões, uma vez que a data é apontada como sendo a da morte do poeta que escreveu Os Lusíadas.[1]
Luís de Camões representava o génio da pátria na sua dimensão mais esplendorosa, significado que os republicanos atribuíam ao 10 de Junho, apesar de nos primeiros anos da república ser um feriado exclusivamente municipal. Com o 10 de Junho, os republicanos de Lisboa tentaram evocar a glória das comemorações camonianas de 1880, uma das primeiras manifestações das massas republicanas em plena monarquia[1].
Dia da Raça e Dia das Comunidades
O 10 de Junho começou a ser particularmente exaltado com o Estado Novo, o regime instituído em Portugal em 1933 sob a direcção de António de Oliveira Salazar. Foi a partir desta época que o dia de Camões passou a ser festejado a nível nacional. A generalização dessas comemorações deveu-se bastante à cobertura dos meios de comunicação social[1].
Durante o Estado Novo, o 10 de Junho continuou sendo o Dia de Camões. O regime apropriou-se de determinados heróis da república, não no sentido laico que os republicanos pretendiam, mas num sentido nacionalista e de comemoração colectiva histórica e propagandística.
Até ao 25 de Abril de 1974, o 10 de Junho era conhecido como o Dia de Camões, de Portugal e da Raça, este último epíteto criado por Salazar na inauguração do Estádio Nacional do Jamor em 1944 em memória das vítimas da Guerra Colonial Portuguesa. A partir de 1963, o 10 de Junho tornou-se numa homenagem às Forças Armadas Portuguesas, numa exaltação da guerra e do poder colonial[1]. Com uma filosofia diferente, a Terceira República converteu-o no Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas em 1978.

terça-feira, 9 de junho de 2009

Porto: Festival mostra 80 filmes em cinco dias


Segunda edição do Festival Internacional de Curtas-Metragens do Porto arranca depois de amanhã
O Festival Porto7 - Festival internacional de Curtas-Metragens do Porto está de volta. A segunda edição, que vai exibir cerca de 80 filmes, decorre no Museu Nacional de Soares dos Reis entre quarta-feira e domingo.
"Esta edição é uma clara evolução. A primeira foi como uma experiência e esta já cresceu muito mais, quer em número de filmes, quer em participações internacionais", diz o director do evento e elemento do júri da secção competitiva, Francisco Ávila. Os trabalhos vêm de 41 países, como o Irão, Iraque, Austrália, EUA, França e Alemanha. Além de Portugal.

domingo, 7 de junho de 2009

Saramago: la cosa Berlusconi





No veo qué otro nombre le podría dar. Una cosa peligrosamente parecida a un ser humano, una cosa que da fiestas, organiza orgías y manda en un país llamado Italia. Esta cosa, esta enfermedad, este virus amenaza con ser la causa de la muerte moral del país de Verdi si un vómito profundo no consigue arrancarlo de la conciencia de los italianos antes de que el veneno acabe corroyéndole las venas y destrozando el corazón de una de las más ricas culturas europeas. Los valores básicos de la convivencia humana son pisoteados todos los días por las patas viscosas de la cosa Berlusconi que, entre sus múltiples talentos, tiene una habilidad funambulesca para abusar de las palabras, pervirtiéndoles la intención y el sentido, como en el caso del Pueblo de la Libertad, que así se llama el partido con que asaltó el poder.


Mariza actua pela primeira vez no Japão em Outubro

Mariza irá este ano, pela primeira vez, no Japão, disse à Lusa a cantora que acrescentou que em Julho actuará com Chucho Valdez no North Sea Jazz Festival, na Holanda.
"Finalmente irei ao Japão, estão reunidas as condições que pretendia, e em Outubro irei apresentar-me em Tóquio e noutras cidades", disse Mariza à Lusa.
A cantora afirmou que a ida ao Japão se integra na digressão asiática que a levará também à Austrália.
Macau, Coreia do Sul e Tailândia, onde a fadista já actuou, são outras etapas desta viagem ao Oriente.

Mais no Diário de Notícias.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Manuel Alegre esgota edições italianas


As edições italianas de ‘O Quadrado’ e ‘Cão Como Nós’, lançadas pela Il Filo, já estão esgotadas. A notícia foi revelada numa apresentação dessas obras no Instituto Italiano, em Lisboa, onde Alegre elogiou o País: “Quando estava no exílio fui pela primeira vez a Itália e, uma vez lá, senti que não estava no exílio.”

Saramago volta à sua terra natal


Homenagem: Escritor emocionou-se ao ver estátua
"Gosto sobretudo da expressão dos olhos, porque o escultor captou muito bem o modo como o olhar se fita na distância", disse ontem José Saramago após a inauguração da sua estátua, na Azinhaga do Ribatejo, sua terra natal.
Perante um verdadeiro banho de multidão, o Nobel da Literatura emocionou-se vendo-se representado sentado num banco de jardim no largo da Praça, de livro na mão, a observar intemporalmente os habitantes da aldeia que tanto adora.
"Estou inaugurado e muito feliz por isso", gracejou o escritor, que fez questão de estar presente, apesar dos problemas de saúde com que se tem debatido nos últimos meses. E não foi fácil convencer José Saramago a permitir esta homenagem, uma ideia que demorou dois anos a concretizar e que partiu de José Miguel Noras, ex-presidente da Câmara de Santarém.
O presidente da Junta de Freguesia de Azinhaga e amigo pessoal do escritor, Vítor Guia, teve mesmo de ir persuadi-lo a Lanzarote. "Deixem-me morrer e depois façam-me as estátuas que quiserem, para os pássaros sujarem à vontade", foi a primeira resposta de José Saramago, que, no dia seguinte, mudou de ideias. Depois da renitência inicial, ficou bastante satisfeito por saber que a estátua, da autoria do escultor Armando Ferreira, o ia imortalizar sentado a ler, junto ao pólo da Fundação que criou na Azinhaga.
Saramago na Feira do Livro do Porto.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Semana Portugal 2009


Fernando Pinto do Amaral, professor universitário, poeta, ensaísta e romancista é o intelectual convidado pelo Instituto Português de Cultura para a Semana de Portugal 2009.

Parte do seu programa em Caracas incluie as seguintes actividades:

10 de Junho, às 19: 30 h.
Inauguração da Exposição “Camões”, Centro Português.
***
10 de Junho, às 20 h.
Salão Nobre, do Centro Português
Palestra:Camões como símbolo de Portugal.
***
11 de Junho, 10 h
Palestra na Universidad Central de Venezuela
***
13 de Junho, às 11 h.
Celarg, Altamira
Conferência:
La poesía de Fernando Pessoa
y su significado en la actual literatura portuguesa

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Prémio Camões para Arménio Vieira de Cabo Verde


O júri do Prémio Camões decidiu atribuir o galardão deste ano ao poeta cabo-verdiano Arménio Vieira, disse fonte oficial.
Arménio Vieira, o primeiro cabo-verdiano a receber o Prémio Camões, nasceu na cidade da Praia, na Ilha de Santiago, Cabo Verde, em 24 de Janeiro de 1941.
Além de escritor, é jornalista, com colaborações em publicações como o “Boletim de Cabo Verde”, a revista “Vértice”, de Coimbra, “Raízes”, “Ponto & Vírgula”, “Fragmentos” e “Sopinha de Alfabeto”. Arménio Vieira foi redactor no jornal “Voz di Povo”.
O Prémio Camões, criado em 1988 pelos governos português e brasileiro, distingue todos os anos escritores dos países lusófonos.

terça-feira, 2 de junho de 2009

Prémio Camões atribuído ao poeta Arménio Vieira de Cabo Verde

Lisboa, 02 Jun (Lusa) - O júri do Prémio Camões decidiu atribuir o galardão deste ano ao poeta cabo-verdiano Arménio Vieira, disse à Agência Lusa fonte oficial.
Arménio Vieira, o primeiro cabo-verdiano a receber o Prémio Camões, nasceu na cidade da Praia, na Ilha de Santiago, Cabo Verde, em 24 de Janeiro de 1941.
Além de escritor, é jornalista, com colaborações em publicações como o Boletim de Cabo Verde, a revista Vértice, de Coimbra, Raízes, Ponto & Vírgula, Fragmentos e Sopinha de Alfabeto.
Arménio Vieira foi redactor no jornal Voz di Povo.
O Prémio Camões, criado em 1988 pelos governos português e brasileiro, distingue todos os anos escritores dos países lusófonos.

Prémio da Latinidade 2009 atribuído ao pintor Júlio Pomar


Lisboa, 02 Jun (Lusa) - O artista plástico Júlio Pomar foi distinguido, por unanimidade, com o Prémio da Latinidade "João Neves da Fontoura" 2009, anunciou a União Latina, entidade responsável pelo galardão.
O júri decidiu atribuí-lo a Júlio Pomar "pela consagração da sua obra como grande artista plástico, quer a nível nacional como internacional, e que até aos dias de hoje soube impor o seu projecto e a sua visão inicial".
Até 2008 designado por Prémio da Latinidade "Troféu Latino", passa este ano a Prémio da Latinidade "João Neves da Fontoura", ministro dos Negócios Estrangeiros brasileiro a quem se deve a criação da União Latina como organização internacional, indicou à Agência Lusa fonte da entidade.
Com este Prémio criado em 2002, a União Latina visa homenagear uma personalidade ou instituição que se tenha distinguido, pela sua obra, na difusão da Latinidade, nos domínios artístico, literário ou científico.

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