terça-feira, 19 de maio de 2015
Arquitectura portuguesa destacada no Canadá
O cônsul geral de
Portugal em Montreal, José Guedes de Sousa, disse que a arquitectura portuguesa será "reconhecida" no Canadá em
diversos eventos que comprovam a sua qualidade. A exposição O Processo SAAL
(Serviço Ambulatório de Apoio Local) dedicada ao processo sobre alojamento, arquitectura
e urbanismo, ocorrido em Portugal entre 1974 e 1976, estará patente até 4 de
Outubro próximo, no Centro Canadiano de Arquitectura, em Montreal, numa
parceria entre aquele centro e o Museu de Arte Contemporânea de Serralves.
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Arquitectura
segunda-feira, 18 de maio de 2015
Azulejo português candidato a Património da Humanidade
Depois do
cante alentejano e do fado, a candidatura do azulejo português é a próxima a
tentar conquistar a UNESCO.
O governo vai
lançar a candidatura do azulejo português a património da Humanidade, da
UNESCO.
O anúncio foi
feito, pelo secretário de Estado da Cultura, Jorge Barreto
Xavier, no Museu Nacional do Azulejo e a candidatura será preparada pela
Direcção-Geral do Património Cultural, em parceria com o Laboratório Nacional
de Engenharia Civil e a Comissão Nacional da UNESCO/Ministério dos Negócios
Estrangeiros.
Com origem no
século XVI e nos azulejos hispano-mouriscos da Andaluzia, o azulejo português
passou, com o tempo, a ter uma utilização e estética própria, tendo sido
criados vários padrões e estéticas que o passaram a distinguir dos restantes.
A sua utilização
também foi variando. Se no século XVIII era aplicado, sobretudo, no interior de
edifícios históricos, no século XIX passou a estar nas fachadas. Já no século
XX serviu a arte urbana, decorando estações e terminais de transportes
públicos, entre outras estruturas.
Nos últimos anos,
tem vindo a ganhar destaque a nível internacional e serve de inspiração a
costureiros ou designer.
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azulejos
quarta-feira, 6 de maio de 2015
Cahiers du Cinéma prepara número especial sobre Oliveira
A revista francesa Cahiers du Cinéma está atualmente a
preparar uma homenagem a Manoel de Oliveira para sair na edição de 9 de maio,
disse o chefe de redação da revista Stéphane Delorme
"Estamos a preparar a nossa homenagem a Manoel de Oliveira. Vamos
publicar provavelmente uma entrevista inédita com ele, vamos escrever sobre a
sua obra e dedicar-lhe 25 a 30 páginas no próximo número. É importante para
nós", afirmou Stéphane Delorme, precisando que a edição de maio vai
coincidir com o Festival de Cannes.
Em entrevista à Lusa por telefone, o jornalista lembrou que a Cahiers du
Cinéma tem uma grande ligação com o cineasta português e que o fundador da
revista, André Bazin, "encontrou Manoel de Oliveira em 1956, 57 e publicou
um artigo em 57".
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Manoel de Oliveira
segunda-feira, 4 de maio de 2015
5 de Maio- Dia da Língua Portuguesa...
No dia 5 de maio é comemorado o Dia da Língua Portuguesa e da Cultura entre os países de Língua Portuguesa. Nesta data os países do espaço lusófono procuram desenvolver atividades que promovem a Língua Portuguesa e a cultura lusófona pelo mundo. O dia 5 de maio também é conhecido como Dia da Cultura Lusófona.
A
propósito da celebração do dia da Língua Portuguesa e da Cultura na CPLP, a 5
de maio, os alunos e professores do Departamento de Português da EIM, em
colaboração com o Centro de Língua Portuguesa do Camões, IP, organizaram uma
semana de atividades para homenagear a diversidade da cultura dos países que
integram esta comunidade, e que se unem por um património comum: a sua forma de
expressão, a(s) LÍNGUA(S) PORTUGUESA(S).
De 5 a 7 de maio, no auditório da Escuela de Contaduría y Educación, no Trasbordo.
Origem do Dia da
Língua Portuguesa e da CulturaDe 5 a 7 de maio, no auditório da Escuela de Contaduría y Educación, no Trasbordo.
Em 2005 ficou dedido em Luanda, Angola, que o dia 5 de maio seria o Dia da Língua Portuguesa, mas a data só foi oficalizada em Junho de 2009 em Cabo Verde, quando os países que pertencem à Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) se reuniram e chegaram a acordo no XIV Conselho de Ministros da CPLP, realizado em Junho de 2009, em Cabo Verde.
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domingo, 3 de maio de 2015
Filme inédito de Oliveira celebra paixão pelo cinema
Visita ou Memórias e Confissões foi rodado por Manoel de Oliveira para só ser visto após a sua morte - nos
dias 4 e 5 vai ser projetado, respetivamente, no Porto e em Lisboa
Como todas as obras dos artistas realmente originais, também os filmes de
Manoel de Oliveira (falecido no dia 2 de abril, contava 106 anos) vão persistir
muito para além do seu criador. No caso do autor de títulos como Aniki-Bóbó
(1942), Francisca (1981) ou Non ou a Vã Glória de Mandar (1990),
há mesmo um capítulo póstumo que, finalmente, pode ser revelado.
Porquê revelado? Porque se trata de um filme que o próprio realizador
concebeu como um objeto que só faria sentido divulgar depois da sua morte:
Visita ou Memórias e Confissões ficou concluído em 1982 e vai ter, agora,
as suas primeiras exibições públicas. O Porto, cidade natal de Oliveira,
acolherá a estreia absoluta na segunda-feira, dia 4, em duas sessões (18.30 e
21.30) no Teatro Municipal Rivoli; no dia seguinte, em Lisboa, na Cinemateca, o
filme será projetado também duas vezes (21.45 e 23.15).
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sábado, 2 de maio de 2015
Filme póstumo de Oliveira em Cannes
O
filme Visita ou Memórias e Confissões, de Manoel de Oliveira, vai ser
apresentado no Festival de Cannes em sessão especial na Selecção Oficial.
A longa metragem, de
1982, foi feita pelo realizador português para ser exibida apenas após a sua
morte. A cópia que estava desde então depositada na Cinemateca Portuguesa foi
hoje mostrada aos jornalistas.Visita ou Memórias e Confissões terá estreia nacional no Porto na próxima segunda-feira, dia 4, no Teatro Municipal Rivoli. Inicialmente foi anunciada uma sessão, às 18.30, mas a autarquia portuense acaba de divulgar uma sessão extra às 21.30 (ambas com entrada gratuita).
Na terça-feira é exibido na Cinemateca Portuguesa, em Lisboa.
Com diálogos escritos por Agustina Bessa-Luís, para as vozes de Diogo Dória e Teresa Madruga, este é um filme biográfico de Manoel de Oliveira, rodado quando tinha 73 anos, na casa onde viveu cerca de quatro décadas com a mulher, os filhos e os netos.
Manoel de Oliveira morreu no passado dia 2 de abril com 106 anos. Deixou uma extensa obra com mais de 40 títulos
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