domingo, 3 de janeiro de 2016
Sobem para 215 milhões os falantes de português a usar o Acordo Ortográfico
segunda-feira, 22 de junho de 2015
Recolha de assinaturas para referendar Acordo Ortográfico
domingo, 16 de novembro de 2014
Acção judicial popular contra Acordo Ortográfico
sexta-feira, 10 de outubro de 2014
Ciberduvidas: Amnésia ou ignorância?
Enquanto não passavam de desacertadas opiniões de pessoas desinformadas da história das propostas iniciais, expostas em 1885 e consubstanciadas na primeira reforma ortográfica, de 1911, íamos mostrando, em jornais e revistas, a tais reformistas a sem-razão de adotar oficialmente algumas sugestões de simplificação ortográfica, entre as quais a abolição do h inicial – “oje” por hoje – ou a redução da forma quero em “qero”. Embora os defensores dessas simplificações nunca tenham chamado a atenção dos seus leitores para o fato de que algumas dessas propostas muito parecidas já tivessem sido anunciadas, cabe lembrar que a pretensa novidade data, pelo menos, do século 19.
Ciberduvidas.http://intransit.blogs.nytimes.com/2014/09/10/a-makeover-for-a-lisbon-food-market/?_php=true&_type=blogs&module=Search&mabReward=relbias%3Ar%2C{%222%22%3A%22RI%3A15%22}&_r=0
segunda-feira, 7 de julho de 2014
Hoje: Palestra sobre Acordo Ortográfico...
domingo, 6 de julho de 2014
Palestra sobre Acordo Ortográfico...
Amanhã,
segunda-feira, dia 7 de Julho, pelas
19:30 horas, haverá palestra sobre o Acordo Ortográfico no Cantinho da Cultura
(Centro Português), ao cuidado do Professor Paulo Feytor Pinto.domingo, 29 de junho de 2014
Palestra sobre Acordo Ortográfio.
Em evento que interessa a professores, alunos e falantes da nossa língua.
Paulo Feytor Pinto concluiu o doutoramento em Estudos Portugueses especialidade em Política de Língua pela Universidade Aberta em 2008. É professor adjunto convidado na Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Setúbal. Publicou 19 artigos em revistas especializadas, 15 trabalhos em atas de eventos, 7 capítulos de livros e 12 livros, (co)autor de 7 e (co)editor de 5. Apresentou 66 comunicações em eventos, 22 no estrangeiro e 44 em Portugal. A sua produção científica totaliza 73 itens e a produção técnica totaliza 103 itens. Coorientou 1 tese de doutoramento e 1 dissertação de mestrado nas áreas de Ciências da Educação e Línguas e Literaturas. Entre 1997 e 2013 participou em 6 projetos de investigação, sendo que coordenou 1 destes. Atua nas áreas de Humanidades com ênfase em Línguas e Literaturas e de Ciências Sociais com ênfase em Sociologia e em Ciências da Educação. Nas suas atividades profissionais interagiu com 31 colaboradores em coautorias de trabalhos científicos.
quarta-feira, 17 de julho de 2013
Petição contra Acordo Ortográfico vai a plenário em São Bento
sexta-feira, 7 de junho de 2013
PEN Club Português pronuncia-se sobre Acordo Ortográfico...
sexta-feira, 22 de março de 2013
“Cidadãos da língua portuguesa” sentem-se assaltados pelo Acordo Ortográfico
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
A falsa unidade ortográfica
«Para que serve um “acordo
ortográfico”? Para unificar a ortografia de povos que falam a mesma língua.
Ora, com este acordo
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
Graça- Moura: Acordo Ortográfico...
Pelos
vistos há quem, tendo defendido apressadamente a entrada em vigor do Acordo
Ortográfico e a sua pronta aplicação entre nós, comece a entrar em pânico, por
ver agora esse viçoso horizonte da escrita lusitana recuar para o limbo da
irrecuperabilidade de tão fecundas perspectivas.
Realmente,
o esforço que essas pessoas despenderam está a tornar-se dia a dia mais
inglório para tão destemidos seres. Mas eles ainda tentam uma cartada
desesperada: alvoroçam-se a advertir as massas ignaras de que, nada disso!, o
Brasil mais não fez do que adiar a data de início de aplicação do famigerado
documento e, como acontece com o Benfica, quem não é por ele não é bom chefe de
família!
Mais sobre o (des)Acordo Ortográfico...
Intriga-me a sanha anti-Acordo Ortográfico (AO) que o Público não se cansa de difundir. Também sou contra, mas não pelas razões apresentadas que se fundam essencialmente na tradição, no saudosismo, na etimologia.Tentam ridicularizar a eliminação das consoantes mudas que ajudam a abrir a vogal anterior. Ora há numerosas palavras em que tal não se verifica (actriz, actual, actividade, etc.). Acabo de ler a carta de um leitor alarmado com a eliminação da consoante muda em ótica por poder ocasionar confusões que levem a operar aos ouvidos quem sofre de cataratas… Erros médicos surgem por falta de diligência, não pelas palavras até porque faladas (óptica/ótica) pronunciam-se de igual modo.
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
Vasco Graça Moura e o (des)Acordo Ortográfico...
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
Personalidades exigem revogação do "desconchavado" Acordo Ortográfico
Vários especialistas em
linguística e outros cidadãos enviaram uma carta, ao ministro da Educação e
Ciência, na qual exigem a revogação do Acordo Ortográfico de 1990, que
qualificam de "desconchavado e pessimamente fundado e inútil".
"Requeremos a tomada de
iniciativas e influência no sentido de suscitar, no âmbito do atual Governo, a
imediata revogação da Resolução do Conselho de Ministros n.º 8/2011, bem como a
revogação da Resolução da Assembleia da República n.º 35/2008", exigem os
certa de 200 subscritores da carta, para os quais, se trata "de reparar um
erro colossal, cometido apressadamente, graças a estas resoluções".
tyle="mso-ansi-language: PT;">Na carta lê-se que "a
suposta unificação da língua é impossível, porquanto persistem diferenças
inconciliáveis", e afirma-se que "a aplicação do Acordo Ortográfico
de 1990 tem gerado crescente iliteracia em publicações oficiais, na imprensa e
na população em geral".
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
Acordo Ortográfico: O cadáver adiado
Em Portugal, o número de pessoas que tomaram posição contra o AO já ultrapassava as 120 mil em Maio de 2009. Hoje, e considerando tanto o Movimento contra o AO de então como a actual Iniciativa Legislativa de Cidadãos (ILC) com a mesma finalidade, esse número é incomparavelmente mais elevado.
Acabaram a produzir este lindo serviço, com a notável excepção do relatório Barreiras Duarte, aprovado por unanimidade na Comissão Parlamentar de Ética, Sociedade e Cultura (Abril de 2009), mas que não teve qualquer efeito prático.
quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
Vasco Graça Moura: Acordo “delirante”
Mais: O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa de 1990 pretende instituir uma ortografia oficial unificada para a língua portuguesa, com o objetivo explícito de pôr fim à existência de duas normas ortográficas oficiais divergentes, uma no Brasil e outra nos restantes países de língua oficial portuguesa, contribuindo assim, nos termos do preâmbulo do Acordo, para aumentar o prestígio internacional do português. Na prática, o acordo estabelece uma unidade ortográfica de 98% das palavras, contra cerca de 96% na situação anterior.
(...)
A adoção da nova ortografia, de acordo com o Anexo II do Acordo — a Nota Explicativa do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa de 1990[3] — que se baseia numa lista de 110 mil lemas da Academia das Ciências de Lisboa,[4] acarreta alterações na grafia de cerca de 1,6% do total de palavras (lemas) na norma em vigor em Portugal, PALOP, Timor-Leste e Região Administrativa Especial de Macau e na grafia de cerca de 0,5% do total de palavras (lemas) na brasileira.[5] Mas, de acordo com o vocabulário[6] elaborado em 2008 pelo Instituto de Linguística Teórica e Computacional (Lisboa) a partir da base de dados linguísticos MorDebe[7] com 135 mil lemas, a percentagem de lemas afetados — ou seja, palavras simples não flexionadas que constituem entradas num dicionário ou vocabulário — ascende a quase 4% na norma europeia.[8] Este número inclui tanto as palavras que apresentam modificações efetivas na grafia, como as que passam a ser variantes legalmente válidas em toda a CPLP.
O teor substantivo e o valor jurídico do tratado não suscitaram consenso entre linguistas, filólogos, académicos, jornalistas, escritores, tradutores e personalidades dos setores artístico, universitário, político e empresarial das sociedades dos vários países de língua portuguesa.
(...)
Também tem havido contestação ao Acordo com fundamentos políticos, económicos e jurídicos, havendo mesmo quem tenha afirmado, em Portugal, a inconstitucionalidade do tratado.[9][10] Outros ainda afirmaram que o Acordo Ortográfico serve, acima de tudo, a interesses geopolíticos e económicos do Brasil.[11][12] O certo é que o Art.º 9.º (Tarefas Fundamentais do Estado) da Constituição da República Portuguesa refere expressamente o uso e difusão internacional da língua portuguesa, mas não se conhece nenhum parecer autorizado sobre a inconstitucionalidade do teor das bases ortográficas do Acordo de 1990.











