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terça-feira, 28 de abril de 2015

27 de Abril na Venezuela...




O Centro de Língua Portuguesa (CLP) inaugurou ontem, 27 de Abril, uma exposição de fotografia sobre o 41º. Aniversário da Revolução do Cravo.
A iniciativa deve-se à professora Sofia Saraiva, leitora do Instituto Camões em Caracas.
A exposição está patente na Sala Mariano Picón Salas, da Facultad de Humanidades y Educación da Universidad Central de Venezuela.

Trata-se de um percurso, através de imagens, desde o Golpe de Estado de 1926 até ao 1.º de maio de 1974 - que acolheu uma das maiores manifestações alguma vez ocorrida em Portugal.

Os poemas e as canções de luta e resistência estarão igualmente representados, através de uma seleção de composições e autores incontornáveis.

domingo, 11 de maio de 2014

Assim se conquista a Liberdade! despede-se amanhã do público... .




A exposição, concebida para celebrar tudo quanto significa a Revolucao dos Cravos e o que ela significou para a história do nosso Portugal esteve patente nos espaços do Centro Português desde o mesmo dia 25 de Abril.
Elaborada a partir de um conjunto de fotografias gentilmente cedidas pela A25A, o IPC montou a exposição Assim de conquistou a Liberdade! no Cantinho da Cultura Português (Caracas), onde foi visitada por um grande números de sócios.

Recordamos que o acto da inauguração contou com a participação musical de José Carlos Rebelo que, além de cantar Grândola, Vila Morena, interpretou ainda outras canções directamente ligadas à efeméride.

sexta-feira, 2 de maio de 2014

25 de Abril: Uma exposição não perder….


O Centro de Língua Portuguesa, dirigido pela leitor Sofia Saraiva, tem em exibição no CELARG (Centro de Estudos Latino-Americanos Rómulo Gallegos) uma interessantíssima exposição com motivo dos 40 anos da Revolução dos Cravos.

A exposição, de grande conteúdo pedagógico, inclui além de reproduções de obras de Abel Manta e Vieira da Silva, poemas de vários autores portugueses, entre eles Manuel Alegre e José Gomes Ferreira.

A exposição estará patente até 11 de Abril, no primeiro andar do CELARG.

Siga a rota dos cravos que estão no chão... Vale a pena!

terça-feira, 29 de abril de 2014

25 de Abril em Caracas…



Ainda no âmbito das celebrações dos 40 anos da Revolução dos Cravos, o Instituto Português de Cultura aproveitou a efeméride para depositar uma oferenda floral ao pé do busto de Luis de Camões, na praça do mesmo nome, a qual foi inaugurada recentemente pela Centro Português (Caracas).

No evento, para cujo brilho contribuiu o grupo coral do Centro Português, que cantou os hinos de Portugal e da Venezuela, assistiu um grupo de portugueses e luso-descendentes, tal como documenta a gráfica que acompanha esta nota.

sábado, 26 de abril de 2014

Assim se conquistou a Liberdade!


A partir de um conjunto de fotografias gentilmente cedida pela A25A, o IPC montou a exposição Assim de conquistou a Liberdade!, ora patente no Cantinho da Cultura Português (Caracas).

O acto de inauguração decorreu ontem à noite, no contexto das celebrações da Revolução dos Cravos, e contou com a participação musical de José Carlos Rebelo que, além de cantar Grândola, Vila Morena, interpretou ainda outras canções directamente ligadas à efeméride.

 
A exposição, a cuja inauguração assistiram várias dezenas de emigrantes, estará patente alguns dias mais no mesmo local.

Nas imagens podemos apreciar parte do público assistente e o nosso colaborador JCRebelo no momento da sua intervenção.

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Esta noite: Debate: Cinema e Emigração…


No quadro das celebrações dos 40 anos do 25 de Abril, o Instituto Português de Cultura apresenta esta noite o filme A Gaiola Dourada (2013), realizado por Rubém Alves, e que já foi visto por perto de dois milhões de espectadores em vários países europeus, além de na França, onde foi produzido. A projecção deste filme, fortemente ligado a diferentes aspectos da problemática da emigração no país galo, será seguida do debate Cinema e Emigração. A sessão começará as 20:30, no Salão Nobre do Centro Português.

Ainda a propósito da efeméride, o IPC inaugurará, pelas 20 h, no Cantinho da Cultura a exposição Assim se conquistou a liberdade!, e pelas 17:30 será colocada uma oferenda floral na Plaza Luís de Camões.


quinta-feira, 24 de abril de 2014

Camané: "Príncipe do fado" em destaque nos EUA




Este fim-de-semana, Camané vai estar em concerto a cidade de New Bedford, Estados Unidos. A presença do cantor português está em destaque na imprensa local, com o site South Coast a alertar os leitores para a presença do “Príncipe do fado”.
A jornalista Lauren Daley conta que antes desta visita, Camané apenas esteve nos EUA uma vez, em 2011, para tocar num espetáculo em Brooklyn. Agora, os norte-americanos têm uma nova oportunidade de assistir a um “concerto do ‘príncipe do fado’, um dos cantores de fado mais famoso em Portugal”.

No artigo, a jornalista destaca os discos de prata, ouro e platina já conquistados pelo fadista que, este sábado, toca no palco do Zeiterion Performing Arts Center, em New Bedford (estado de Massachusetts).

O 25 de Abril e a (re)invenção do património cultural português


 Os sinos das aldeias tocarão de novo, se os povos sentirem que, tal com dos seus baldios, estão também a ser desapossados da sua memória, condição vital da sua saúde.

Mesmo aqueles que defendemos ter o 25 de Abril de 1974 sido revolução e não mero golpe de Estado, caímos demasiadas vezes na armadilha de nos fixarmos no lado mais “acontecimental” do mesmo. Ora, para atingir a verdadeira dimensão do “dia inicial inteiro e limpo” que a vida nos deu o prazer ter vivido, é necessário ir mais fundo, abrangendo a história das mentalidades e a história dos saberes.

O domínio do património cultural em sentido amplo pode constituir um campo de análise especialmente revelador, porque nele se juntam os pontos de vista das classes urbanas com os dos povos das aldeias, na defesa de bens (materiais) e valores (imateriais) que ambos consideramos memoráveis.

quinta-feira, 10 de abril de 2014

25 de Abril assinalado com exposição e emissão de selos


Os Correios de Portugal associaram-se às comemorações dos 40 anos do golpe militar do 25 de Abril com a emissão que será lançada esta segunda-feira, 14 de abril, composta por dois selos e um bloco alusivos.

O selo com taxa N20g, destinado ao correio doméstico, reproduz uma fotografia tirada no Terreiro do Paço, em Lisboa, na manhã do 25 de Abril, no momento decisivo em que o Regimento de Cavalaria 7 adere à Revolução. Em primeiro plano, veem-se Salgueiro Maia e Maia Loureiro com um gesto vitorioso.

O segundo selo, com a taxa de I20g com porte para o correio internacional, apresenta uma foto da Rua 1º de Dezembro, em Lisboa, onde se vê a população a festejar a revolução com os militares.

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Rodrigo Leão compõe música para os 40 anos do 25 de Abril



A pedido da Assembleia da República, o compositor realizará um concerto nas escadarias do Parlamento a 26 de abril

A Assembleia da República pediu a Rodrigo Leão uma composição original sobre o 25 de Abril para as comemorações dos 40 anos da revolução, a ser interpretada num concerto nas escadarias do Parlamento, relevou à Lusa Assunção Esteves.

A ideia de uma intervenção por parte da artista plástica Joana Vasconcelos, envolvendo chaimites usadas no dia 25 de Abril decoradas com cravos vermelhos, e que foi avançada esta quinta-feira pelo jornal «Público», permanece como uma hipótese, afirmou igualmente a presidente da Assembleia. «Ainda está em aberto», disse.

As «ideias-projeto» para as comemorações dos 40 anos do 25 de Abril, que foram discutidas esta quinta-feira com os grupos parlamentares, incluem a realização de dois concertos, um dos quais nas escadarias do Parlamento, no dia 26 de abril, pelo compositor e interprete Rodrigo Leão.

«Foi pedida ao Rodrigo Leão uma composição especial sobre o 25 de Abril», revelou a presidente da Assembleia.

O outro concerto previsto deverá realizar-se a 24 de Abril, pelo grupo Capas Negras e convidados.

Museu da Imprens a da Imprensa: Exposição “25 de Abril, 40 anos”




A exposição “25 de Abril, 40 anos” tem uma matriz dinâmica, crescendo à medida que o tempo avança. Mensalmente serão acrescentadas novas peças até ao 25 de Abril de 2014.
Exposição dedicada aos 40 anos da ‘revolução dos cravos’ que reunirá jornais, cartazes, fotografias, livros e discos, além de provas de censura.
Coordenada pelo diretor do Museu, a mostra começa com um conjunto de peças censuradas há 40 anos e relativas a acontecimentos de 1973, cuja divulgação o regime ditatorial controlava através da Comissão de Exame Prévio, designação que substituiu a Comissão de Censura imposta por Oliveira Salazar.


A exposição abre no espaço nobre do museu, junto das relíquias tipográficas, e irá espalhar-se progressivamente por outros espaços, designadamente pela Galeria de Exposições Temporárias.

quinta-feira, 25 de abril de 2013

José Zeca Afonso, la voz que hizo florecer la utopía en los cuarteles

El cantautor portugués se convirtió en un símbolo de la democracia y la libertad con 'Grândola, Vila Morena', la canción elegida por los militares sublevados para dar el pistoletazo de salida a la incruenta Revolución de los Claveles. Sin embargo, él nunca se dejó mimar por el poder y consagró su honesta carrera musical al mismo pueblo que se echó a la calle contra la dictadura de Salazar el 25 de abril de 1974. Hoy su mensaje sigue vigente y ha sido abrazado por quienes rechazan el dictado neoliberal de la troika

Su voz le permitió conservar su frondosa cabellera y Rádio Renascença hizo el resto. Pero antes de dejar atrás su condición humana para convertirse en el símbolo de la libertad, como un lagarto que muda su piel por otra que trasciende los límites de su cuerpo, José Afonso se valió de sus dotes interpretativas para zafarse de los veteranos que acosaban a los primerizos del Liceu D. João III de Coímbra. Allí, en el instituto donde había estudiado un siglo antes el ilustre literato portugués Eça de Queirós, fue rebautizado como el bicho cantor, o sea, el novato cantante, tal vez el único estudiante recién llegado que no lucía la cabeza rapada.

En aquel Estado Novo preconizado por el salazarismo, Zeca (como sería conocido en el futuro) transitó de la serenata y el fado hacia una canción protesta con enjundia que entronca con los grandes autores del género: Paco Ibáñez, Georges Brassens o, por no alargar la lista ni cruzar el charco, Francesco de Gregori. "Si fuese británico, habría tenido la trascendencia mundial de Bob Dylan", aventura su íntimo amigo Luis Pastor, con quien compartió tragos y escenarios a ambos lados de la raia. Sin embargo, sólo tuvo eco internacional una canción suya, Grândola, Vila Morena, imprescindible en la B.S.O. del imaginario de quienes entonces bramaban contra las dictaduras y hoy se sublevan contra la troika.

"25 de Abril, sempre!"

A Fundação José Saramago assinala neste seu espaço virtual os 39 anos do 25 de abril, depois de o ter comemorado na sua sede, na Casa dos Bicos, no dia 24, com entradas gratuitas, com a audição de músicas e relatos do dia que trouxe a liberdade a Portugal e com a oferta de cravos vermelhos a quem a visitou nesse dia. Até dia 29 de abril, dois painéis colocados nas portas da sede da Fundação celebram a data com a frase "25 de Abril, sempre!" e com a letra de Grândola, Vila Morena.
Para celebrar esta data muito se poderia dizer. Preferimos pensar no muito que ainda há a fazer para que a matriz da data se cumpra. E como espaço que não é neutral, a Fundação José Saramago recupera uma das senhas da Revolução, a Grândola, Vila Morena, de José Afonso, aqui cantada a várias vozes por José Saramago, João Afonso, Luis Pastor e por todos os que estiveram presentes na inauguração da Biblioteca do escritor em Lanzarote. Depois, a Inquietação, de José Mário Branco, reinterpretada pel'A Naifa com a presença de diversas personalidades das mais diversas áreas, com que o Canal Q assinalou o seu terceiro aniversário. Por fim, um texto do Professor Borges Coelho, lido na apresentação do Museu Liberdade e Resistência, que a Câmara Municipal de Lisboa instalará na antiga Cadeia do Aljube.

Fundação José Saramago.

25 de Abril... sempre !



Vamos lembrar o Dia da Liberdade!
Numa celebração conjunta, o Centro Português e o Instituto Português de Caracas celebrarão hoje os 39 da Revolução dos Cravos, que dariam início à III República Portuguesa e a um renascer cultural de Portugal.
O programa inclui:

·        * Palavras de apresentação
·         * Apresentação do Grupo Folclórico Infantil do Centro Português
·         * Projecção do documentário Santa Liberdade, que nos recorda que a        captura do Santa Maria teve origem em Caracas.
·         * Sessão de Fados
A celebração está programada para ter início às 19:30 h, no Cantinho da Cultura.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Amanhã: 25 de Abril ....


Venha celebrar o Dia da Liberdade!

Numa celebração conjunta, o Centro Português e o Instituto Português de Caracas celebrarão amanhã os 39 da Revolução dos Cravos, que daria início à III República Portuguesa e a um renascer cultural de Portugal.
O programa inclui:
·         Palavras de apresentação
·         Apresentação do Grupo Folclórico Infantil do Centro Português
·         Projecção do documentário Santa Liberdade, que nos   
          recorda que a captura do Santa Maria teve origem em Caracas.
·         Sessão de Fados
 
A celebração começará às 19:30 h, no Cantinho da Cultura.
29 de Abril de 1974.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

25 de Abril 1974 - Revolução dos Cravos

25 de Abril em Caracas...até 15 de Maio!


O Consulado Geral de Portugal em Caracas informa que se associa às comemorações do 37ª aniversário do 25 Abril, através da promoção, em parceria com o Instituto Português de Cultura, da exposição intitulada "Abrir Abril, o chegar da Liberdade”, gentilmente cedida pelo Instituto Camões. A exposição estará patente ao público nas instalações do Consulado Geral em Caracas de 25 de Abril a 15 de Maio.

Na madrugada do 25 de Abril a senha para o início do golpe revolucionário foi Grândola, uma canção de Zeca Afonso (…) O fim do regime salazarista não significou apenas o fim da censura. Representou a libertação de um conjunto de tabus que atrofiavam todas as manifestações socais e culturais (…) Durante o período revolucionário emergem na sociedade portuguesa novos valores, relacionados com a família e a condição feminina”, lê-se na exposição.
O Instituto Camões e a Direcção-Geral dos Assuntos Consulares e Comunidades Portuguesas pretendem com esta exposição “homenagear os cidadãos anónimos, intelectuais, jornalistas, escritores e artistas de todas as artes para que o 25 de Abril nunca deixe de ser história. História dos povos das nações de língua portuguesa, língua em que deixou de haver palavras proibidas, criando um espaço de irreversível liberdade”.
Esta exposição é composta por 17 cartazes, onde consta informação, fotografias, notícias e cartoons relacionados com a Revolução dos Cravos. Existem também algumas notícias censuradas e, ainda, o mandato de captura do Dr. Mário Soares e uma carta escrita por este a 15 de Maio de 1961, quando se encontrava preso.

25 de Abril... sempre!



Em 25 de Abril de 1974 o Movimento das Forças Armadas (MFA) derrubou o regime de ditadura que durante 48 anos oprimiu o Povo Português. Nessa madrugada do dia inicial, inteiro e limpo (como poetizou Sophia de Mello Breyner) os militares de Abril foram claros nas suas promessas: terminara a repressão, regressara a Liberdade, vinha aí o fim da guerra e do colonialismo, vinha aí a democracia.

Com tudo isso, a Revolução dos Cravos pôs fim ao isolacionismo a que Portugal estava condenado há já vários anos e ajudou ao nascimento de novos países independentes. Constituindo-se o movimento pioneiro de enormes transformações democráticas em todo o mundo e demonstrando que as Forças Armadas não estão condenadas a ser um instrumento de opressão, podendo, pelo contrário, ser um elemento libertador dos povos.

Democratizar, Descolonizar e Desenvolver foi o lema que então fez regressar Portugal ao fórum das nações livres e amantes da paz.

Ao cumprir todas as suas promessas, os capitães de Abril transformaram o seu acto libertador numa acção única na História da Humanidade. Disso se orgulham, nisso se revêem. Porque se não pode apagar a memória, porque importa ter presente a razão de ser do 25 de Abril, a A25A, assumindo-se como herdeira dos que tudo arriscaram para a libertação dos seus concidadãos, convida-o a conhecer a História desses acontecimentos.

O Presidente da Direcção da Associação 25 de Abril
Vasco Lourenço


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