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quarta-feira, 20 de abril de 2016

Viale Moutinho apresenta "Os meus misteriosos pais"


O escritor José Viale Moutinho apresentou recentemente, no Porto, a sua mais recente obra, intitulada "Os meus misteriosos pais", editada pela Seara de Letras e com ilustrações de Acácio de Carvalho.
O autor explica que o livro, que será apresentado na UNICEPE, na Praça Carlos Alberto, pelas 18h30, pretende ser "uma porta na evocação da memória colectiva dos negros anos anteriores à revolução de Abril".
Pela voz de um filho de militantes clandestinos, Viale Moutinho preocupa-se em mostrar aos jovens o que foi o "salazarismo-marcelismo", regime político que vigorou em Portugal até 25 de Abril de 1974.

Nota: O escritor José Viale-Moutinho este em Caracas há poucos anos a convite do IPC.


domingo, 12 de maio de 2013

Viale-Moutinho: Primera linha de fogo...


Viale-Moutinho: Primera linha de fogo...

 
Amanhã será lançado o livro Primeira linha de fogo, Da Guerra Civil de Espanha aos campos de extermínio nazis, obra do escritora José Viale-Moutinho (Funchal, 1945).
O livro será apresentado por Silvestre Lacerda, director do Arquivo Nacional da Torre do Tombo.
Viale-Moutinho esteve em Caracas, em Junho de 2011, a convite do Instituto Português de Cultura, tendo sido o orador principal do 10 de Junho no Centro Português.
Ficcionista e jornalista, foi secretário e, depois, presidente da Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto. Membro da Sociedade Portuguesa de Antropologia e Etnologia, cuja direção integrou em dois mandatos, recebeu o diploma de mérito do Instituto Brasileiro de Antropologia da Amazónia e publicou vários trabalhos especializados no domínio da etnografia, tendo coordenado algumas coletâneas de literatura oral. Poeta, ficcionista e ensaísta, as suas obras ressentem-se das muitas incursões pela paisagem física e humana portuguesa, chegando a fundir, como sucede em Aquém e Além Montes, a observação da cultura tradicional portuguesa com o registo literário. Esse ancoramento na realidade histórica e social é, porém, frequentemente modalizado, na voz do ficcionista, pelo recurso a uma escrita que hesita entre o real e o sobrenatural e que inclui o absurdo e o insólito.
Estreou-se literariamente em 1966, com a coletânea de poemas Urgência e, em 1978, recebeu o Prémio Júlio Pereira de Matos da Casa da Imprensa de Lisboa pela obra Crónica do Cerco.
Desde aí, Viale Moutinho tem-se consagrado sobretudo à investigação sobre outros autores, assim como à organização de diversas antologias. In Infopédia.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

José Viale Moutinho editado no Brasil


Acaba de ser publicado no Brasil o romanceLos Moros, de José Viale Moutinho, através da Editora Aquariana, de São Paulo. Luísa Mellid-Franco, no Expresso, escreveu a propósito desta obra: «Hilariante e terno, um pequeno romance que regista a passagem do tempo sem com ele se preocupar.» Na capa, o editor anota: Uma missão gloriosa e picaresca. Esta é a segunda obra de ficção deste autor publicada no Brasil, onde, em 2003 saiu Cenas da vida de um minotauro, que recebera o Grande Prémio do Conto Camilo Castelo Branco, da Associação Portuguesa de Escritores.

Em Portugal, Los Moros saiu pela primeira vez na Campo das Letras em 2000, sendo reeditado pela Afrontamento em 2008, com um ensaio de Luís Adriano Carlos, da Universidade do Porto.

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Poeta José Viale Moutinho distinguido

O poeta e dramaturgo José Viale Moutinho foi distinguido pelo PEN Clube da Galiza com os Prémios Rosalía de Castro 2012 na categoria de Língua Portuguesa, revelou hoje à agência Lusa o escritor, que confessou "surpresa".
"Surpresa foi, uma vez que não é prémio a que se concorra. No entanto, calculo que a publicação do meu livro 'Camilo Castelo Branco: Memórias Fotobiográficas' teve algum peso, pois o presidente do júri (e do PEN Clube da Galiza), o escritor Luis Gonzalez Tosar, já a ele se tinha referido em termos elogiosos", disse José Viale Moutinho, natural do Funchal, Madeira, onde nasceu em 1945 e reside.
O ficcionista salientou que "um prémio literário, sobretudo como este, tem a importância de um reconhecimento que, por vezes, falta no universo das capelanias dominante na comunicação social".
"Neste caso, foi o sublinhar de uma obra em que investi bastante", declarou, adiantando, por outro lado, outro fator que o deixa particularmente grato: "Rosalía de Castro, a poeta nacional galega [que dá nome aos prémios], clássica na literatura espanhola, figura nas minhas releituras frequentes".

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Novo livro sobre Camilo

Camilo Castelo Branco - Memórias Fotobiográficas (1825-1890)', de José Viale Moutinho, é apresentado hoje, às 18.30, no Auditório do jornal
"Suponho ideal a expressão 'memórias fotobiográficas' para classificar um livro como este. É que se trata de algo semelhante a fotobiografia aparentada a livro de memórias", escreve, no prefácio de Camilo Castelo Branco - Memórias Fotobiográficas (1825-1890), o seu autor, José Viale Moutinho, escritor, ensaísta, camiliano e antigo jornalista do DN.

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