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quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Mário de Carvalho e Paulo Varela Gomes entre os vencedores dos Prémios P.E.N. Clube

Isabel Mendes Ferreira, Luís Quintais, Gabriela Ruivo Trindade e Susana João Carvalho foram os outros autores distinguidos.
Seis escritores foram distinguidos com os Prémios P.E.N. Clube Português, estando entre eles Mário de Carvalho, na categoria Ensaio, e Paulo Varela Gomes, na de Narrativa, divulgou a instituição esta terça-feira. Cada categoria tem o valor pecuniário de 5000 euros, enquanto a referente à de Primeira Obra é de 2500 euros.
Mário de Carvalho foi distinguido com o Prémio Ensaio pela obra Quem Disser o Contrário é Porque Tem Razão. O júri desta categoria foi constituído por Ricardo Gil Soeiro, José Pedro Serra e Paula Cristina Costa. O escritor tinha já recebido o Prémio P.E.N. Narrativa em 2013, com o romanceFantasia para dois coronéis e uma piscina.
O júri do Prémio P.E.N. Narrativa, formado por Rita Taborda Duarte, Paula Morão e Francisco Belard, escolheu o romance Hotel, de Paulo Varela Gomes.
Na categoria Poesia, foram distinguidos ex aequo Isabel Mendes Ferreira, pela obra O Tempo É Renda, e Luís Quintais, por O Vidro. Nesta categoria, o júri foi formado por Victor Oliveira Mateus, Casimiro de Brito e Paula Mendes Coelho.

sábado, 22 de novembro de 2014

Suspeitemos da literatura




“Estas são reflexões de um homem de ofício", avisa Mário de Carvalho. E um dos principais convites a quem entrar neste que guia de escrita de ficção, que é também um guia de leitura (porque “dificilmente haverá um bom escritor onde não houver um bom leitor”) é o convite à suspeita. “Suspeitar que há outros mundos, outra gente, outros livros, outras ideias, de que pode haver uma coisa e o seu contrário", como sugere logo à entrada o título, algo provocatório, Quem Disser o Contrário é Porque Tem Razão. É o mais recente livro de Mário de Carvalho. Não é ficção, não gosta de lhe chamar ensaio porque foge às regras da academia. “Acho que se dissermos que é uma divagação encontramos mais ou menos a forma deste livro”, esclarece o autor que reuniu em cerca de 300 páginas anos de reflexões sobre o acto de escrever.

sábado, 11 de outubro de 2014

Mário Carvalho elogia literatura de Lídia Jorge



O escritor Mário de Carvalho elogiou, durante a tarde deste domingo, no festival Escritaria, em Penafiel, a escrita de Lídia Jorge por ter, em 1980, introduzido "um toque invulgar" na produção literária portuguesa.

"Ela foi importante para uma geração de escritores que apareceu nessa altura", afirmou, dirigindo-se à romancista homenageada na edição deste ano daquele festival literário.

Mário de Carvalho começou por recordar que, naquela época, "no panorama da literatura portuguesa, ecoavam ainda os resíduos do velho neorrealismo", insistindo-se "muito numa literatura fragmentária, com um certo desprezo pela ficção e narrativa".

Correio da Manhã.

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Mário de Carvalho vence Grande Prémio de Conto...por segunda vez!



O livro A Liberdade de Pátio de Mário de Carvalho mereceu-lhe esta quinta-feira o Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco. É já a segunda vez que o autor recebe este prémio, tendo-o ganho na sua primeira edição, em 1991.

O presidente da Associação Portuguesa de Escritores, José Manuel Mendes, descreve a obra como "um livro invulgar, de uma qualidade estética invulgar." De entre as mais de 50 obras a concurso, José Manuel Mendes sublinha que a "estrutura narrativa, o fulgor da palavra do escritor e algo novo da obra" fizeram sobressair o livro de Mário de Carvalho.
O anúncio foi feito na Casa-Museu Camilo Castelo Branco, no concelho de Vila Nova de Famalicão, onde o escritor viveu no final da sua vida e escreveu algumas das suas grandes obras. Mário de Carvalho afirma que se tratou de "uma notícia totalmente inesperada o que a torna ainda mais saborosa." O prémio, que ganhou pela segunda vez, é para o vencedor "o reconhecimento de um júri qualificado, que serve de estímulo de que vale a pena continuar a escrever." 

sexta-feira, 21 de março de 2014

Mário de Carvalho alerta para degradação da linguagem e da cultura




O romancista Mário de Carvalho disse este sábado, em Coimbra, que se verifica atualmente na sociedade portuguesa uma "certa degradação" da linguagem e da cultura, que se põe muito ao nível da comunicação social de massa.

"Penso que há uma tentativa de uniformizar por baixo e que isto provavelmente corresponde a certos interesses, que estão interessados em ter pela frente, não cidadãos ativos e intervenientes, mas consumidores passivos", salientou o escritor.

Mário de Carvalho falava à Lusa no final da cerimónia de entrega do Prémio Literário Fundação Inês de Castro 2013 - que venceu com o livro de contos ‘A Liberdade de Pátio' -, presidida pelo secretário de Estado da Cultura, Jorge Barreto Xavier.
Correio da Manhã.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Mário de Carvalho e Gastão Cruz distinguidos


Mário de Carvalho e Gastão Cruz distinguidos



O romancista Mário de Carvalho venceu o Prémio Literário Fundação Inês de Castro 2013 com o livro de contos 'A liberdade de Pátio' e o poeta Gastão Cruz recebeu o prémio de carreira, disse à Lusa fonte da fundação.

O prémio literário e o de carreira foram atribuídos por unanimidade aos dois escritores por um júri composto pelo catedrático José Carlos Seabra, pelo escritor Mário Cláudio, pelo poeta e ensaísta Fernando Guimarães, pelo tradutor e poeta Frederico Lourenço e pelo escritor e crítico literário Pedro Mexia.

Mário de Carvalho e Gastão Cruz receberão os prémios a 15 de março na Quinta das Lágrimas, em Coimbra.

O Prémio Literário Fundação Inês de Castro, que vai na sétima edição, distingue anualmente obras literárias sobre motivos do "mito inesiano".

Maria do Rosário Pedreira, Pedro Tamen, Teolinda Gersão, José Tolentino de Mendonça, Hélia Correia e Gonçalo M. Tavares venceram as edições anteriores do Prémio Literário.

 Diário de Notícias.

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Penafiel: Escritaria homenageia Mário de Carvalho




A edição deste ano do festival Literário Escritaria, que homenageia Mário de Carvalho a partir de sexta-feira, em Penafiel, vai ficar marcada pela apresentação de duas obras de arte públicas realizadas por artistas locais.

Serão duas peças que vão ficar no património da cidade”, disse à Lusa o presidente da Câmara, Alberto Santos.

O autarca explicou que as obras, uma dedicada ao escritor homenageado e outra ao festival literário, foram realizadas no âmbito de um concurso ao qual puderam concorrer artistas plásticos locais.

Para Alberto Santos, este é mais um passo para acentuar a ligação do festival aos munícipes e à cidade que o organiza há vários anos.

A presença do Escritaria nas ruas de Penafiel também se manifesta nas frases espalhadas pela cidade, escritas pelos vários autores já homenageados. Na edição deste ano, também vai ser inaugurada uma frase de Mário de Carvalho.

A importância do Escritaria é este ano reforçada com uma praça nobre, realizada recentemente no âmbito da regeneração urbana, que vai adotar o nome do evento.

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Mário de Carvalho: “Não me levo a sério como escritor”

Mário de Carvalho acaba de publicar ‘O Homem do Turbante Verde’ (Caminho), livro de contos em que o real se funde com a ficção e a tragédia ganha com a ironia.


- Correio da Manhã - Quem é este ‘O Homem do Turbante Verde’, este livro que nos apresenta?

- Mário de Carvalho - ‘O Homem do Turbante Verde’ é a personagem que dá o título ao conto, que por sua vez ao título ao livro. Trata-se de um homem jovem, um comandante militar, e o turbante verde é simbólico da importância que tem naquela comunidade que está em guerra.

Correio da Manhã.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Antologia de Contos de Mário de Carvalho em Árabe



A editora Saad Warzazi Éditions publicou recentemente uma antologia de contos de Mário de Carvalho, em Árabe.
Com o título A Guerra Inaudita. Antologia de Contos, reune dez títulos e um texto sobre a poética do conto. Entre os textos publicados está A Inaudita Guerra da Avenida Gago Coutinho que, em árabe, se chama A Guerra Inaudita e Do Conserto do Mundo que tem como título em árabe 666. Os contos foram traduzidos por Saïd Benabdelouahed.
Mário de Carvalho é um dos mais notáveis escritores portugueses dos nossos dias. Com vários livros traduzidos no estrangeiro publicou até hoje mais de vinte livros, incluindo romances, novelas, contos, peças de teatro. Obras como Um Deus Passeando pela Brisa da Tarde, Era Bom Que Trocássemos Umas Ideias Sobre o Assunto, Fantasia Para Dois Coronéis e Uma Piscina, A Inaudita Guerra da Avenida Gago Coutinho e A Arte de Morrer Longe contam-se entre as mais representativas da literatura portuguesa actual. In Diário de Notícias.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Mário Carvalho vence Prémio Fernando Namora

O romance “A Sala Magenta” de Mário de Carvalho é o vencedor do Prémio Literário Fernando Namora, no valor de 25 mil euros.

Esta é a segunda vez que Mário de Carvalho é distinguido com o Prémio Fernando Namora, a primeira foi em 1996, com o romance “Um Deus passeando pela brisa da tarde”, que também recebeu o Grande Prémio Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores.

O júri, presidido por Vasco Graça Moura, salienta em acta “a elevada qualidade estilística e narrativa desta obra e a humanidade do olhar que lança sobre o universo da criação artística e da existência”.

Em “A Sala Magenta”, Mário de Carvalho ensaia, como assinala a critica, um estudo de carácter, tendo como protagonista um cineasta medíocre a fundar-se na consciência da sua própria mediocridade”, referiu a mesma fonte.

Mais em Público.