sexta-feira, 6 de março de 2015
O poeta sem biografia
sábado, 31 de janeiro de 2015
"Nem em Portugal se sabe a dimensão do Ruy Belo"
O poeta e professor universitário que desafiou a Editora 7letras, do Rio de Janeiro, a editar a poesia completa de Ruy Belo - os nove livros começaram a ser publicados em 2013, ano de celebração dos 80 anos do nascimento do autor, até ao final do ano passado - estranha a razão por que no Brasil não se tem a verdadeira dimensão da sua "obra seminal". Mais: Manoel Ricardo Lima considera que nem em Portugal, país de nascimento de Belo, em Rio Maior, se tem a noção da sua importância.
"A poesia do Ruy Belo tem que ver com uma sofisticação de pensamento, não é apenas um achado intuitivo, achados que têm, sim, todo o valor, mas é também e principalmente uma construção muito elaborada de um poeta que se constituiu em torno do livro como forma de vida e da vida como uma espécie de desenho para o livro", resume Lima, poeta de 44 anos, nascido no Piauí, Nordeste do Brasil, e professor de literatura na UNIRIO.
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Cruzeiro Seixas: 'Estamos todos desesperados à procura de uma ideia nova'
Da mesma forma como na vida pessoal, Cruzeiro Seixas seguiu na arte o que lhe apareceu de melhor, e até hoje nada superou o Surrealismo. Aos 90 anos conclui: «Estamos todos desesperados à procura de uma ideia nova».
«Falta qualquer coisa no mundo» disse o artista plástico e poeta durante uma entrevista à agência Lusa no Estoril, onde reside há dois anos, num lar. Deixou de desenhar e pintar, mas continua a receber muitos convites para expor a vasta obra.
A próxima mostra antológica - com 49 obras de pintura, desenho e escultura - abre a 17 de Setembro, em Lamego, organizada no âmbito da terceira edição do Plast&Cine, onde decorrerá uma conferência internacional dedicada ao artista considerado um dos expoentes do Surrealismo em Portugal.
Sol
quinta-feira, 16 de junho de 2011
Presença assinala 15 anos sobre a morte de Mourão-Ferreira
A Presença relança esta quinta-feira «As Quatro Estações», assinalando deste modo os 15 anos sobre a morte de David Mourão-Ferreira, «o grande poeta do amor».
Referência fundamental da história da literatura e da cultura do século XX da língua portuguesa, David Mourão-Ferreira faleceu precisamente há 15 anos. Para assinalar a data, a Presença, «a sua casa editorial de eleição», relança «As Quatro Estações» (31/10/1994 – 1ª edição), livro de contos onde o amor e os amores são cantados a várias vozes.
Diário Digital


