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sábado, 16 de julho de 2016

Museu de Lisboa mostra azulejos resgatados de prédios em ruína


Os painéis da exposição vêm de igrejas, cafés, fábricas. E atravessam toda a história da azulejaria.
Há vários painéis de azulejos do século XVII, bastante deteriorados, que foram resgatados à Quinta do Contador-Mor, demolida quando se urbanizou a zona dos Olivais. Há outros dedicados a São Lourenço, que estavam na Igreja de Carnide (também do século XVII) e foram dali retirados após a implantação da república, quando o edifício foi transformado em escola. Há um maravilhoso painel assinado por Almada Negreiros e fabricado pela Viúva Lamego para a Livraria Ática (1955). E há mais, muito mais.

A exposição Fragmentos de Cor - Azulejos do Museu de Lisboa, que está até 25 de setembro no Pavilhão Preto do Museu de Lisboa - Palácio Pimenta, faz uma viagem diacrónica pela coleção de azulejos deste museu, a segunda maior do país, a seguir à do Museu do Azulejo. 


Diário de Notícias.

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Jovens restauram azulejos de estações ferroviárias

Um grupo de alunos do curso de Conservação e Restauro da Escola das Artes da Universidade Católica do Porto está a restaurar os painéis de azulejos das estações de caminhos-de-ferro de Ovar e Esmoriz. A iniciativa prolonga-se até à próxima sexta-feira, 31 de Julho, e destina-se a garantir que o município continua a fazer jus ao título de "cidade-museu do azulejo".

"Além do importante contributo para a comunidade" através da "recuperação cultural e artístico português", esta intervenção de conservação e restauro "permite aos estudantes sair do ambiente académico e realizar uma experiência no terreno, supervisionada por docentes e monitores", explica a Católica Porto em comunicado enviado ao Boas Notícias.


quarta-feira, 15 de julho de 2015

Azulejo português quer ser Património da Humanidade

O azulejo português vai candidatar-se a Património da Humanidade da UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura). A intenção foi anunciada esta quarta-feira durante a cerimónia de inauguração uma nova sala no Museu Nacional do Azulejo (MNAZ), em Lisboa.


O anúncio coube a Jorge Barreto Xavier, secretário de Estado da Cultura, que marcou presença na inauguração da sala Manuel dos Santos, famoso pintor de azulejos português cujo trabalho é homenageado neste novo espaço da instituição museológica lisboeta.

Numa publicação feita, após o evento, 
na sua página oficial no Facebook, o governante revelou que "esta candidatura que agora é lançada" e que o Estado espera que "venha a ser bem sucedida", vai ser preparada pela Direção-Geral do Património Cultural (DGPC) em parceria com o Laboratório Nacional de Engenharia Civil e a Comissão Nacional da UNESCO/Ministério dos Negócios Estrangeiros.


segunda-feira, 18 de maio de 2015

Azulejo português candidato a Património da Humanidade

Depois do cante alentejano e do fado, a candidatura do azulejo português é a próxima a tentar conquistar a UNESCO.
O governo vai lançar a candidatura do azulejo português a património da Humanidade, da UNESCO.
O anúncio foi feito, pelo secretário de Estado da Cultura, Jorge Barreto Xavier, no Museu Nacional do Azulejo e a candidatura será preparada pela Direcção-Geral do Património Cultural, em parceria com o Laboratório Nacional de Engenharia Civil e a Comissão Nacional da UNESCO/Ministério dos Negócios Estrangeiros.
Com origem no século XVI e nos azulejos hispano-mouriscos da Andaluzia, o azulejo português passou, com o tempo, a ter uma utilização e estética própria, tendo sido criados vários padrões e estéticas que o passaram a distinguir dos restantes.
A sua utilização também foi variando. Se no século XVIII era aplicado, sobretudo, no interior de edifícios históricos, no século XIX passou a estar nas fachadas. Já no século XX serviu a arte urbana, decorando estações e terminais de transportes públicos, entre outras estruturas.
Nos últimos anos, tem vindo a ganhar destaque a nível internacional e serve de inspiração a costureiros ou designer.