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quinta-feira, 23 de junho de 2016

“Eça na Rota do Modernismo Brasileiro”


O Curso de Verão destina-se a todos os interessados na obra queirosiana e na área cultura, literatura, media, nomeadamente a professores (sobretudo, Ensino Secundário), estudantes universitários nacionais e internacionais (graduação e pós-graduação), estudiosos e investigadores nas áreas de Ciências de Comunicação, Estudos Culturais e Literários. A participação neste curso de verão confere aos professores do 2º e 3º ciclos do ensino básico e do secundário1 crédito.


quinta-feira, 24 de abril de 2014

Eça de Queiroz estreia coleção inédita em mandarim



Duas obras de Eça de Queiroz vão estrear uma nova coleção de livros, a ser lançada em Agosto deste ano em Macau e na China. Pelo nome 'Espelho do Mar', a mesma vai contar com as obras do escritor português no primeiro volume da série, ambas traduzidas para mandarim.

A coleção resulta de um contrato assinado entre o Instituto Cultural de Macau e a Editora de Literatura do Povo, na China, e visa a coedição de autores estrangeiros em Macau e na China Continental.


"Vai integrar escritores que escreveram sobre Macau, incluindo história, crónicas e ficção", conta Yao Jing Ming, presidente do Instituto Cultural, à Lusa. Nesse sentido, o primeiro volume da série irá contar com duas das obras escritas por Eça de Queiroz: 'O Mandarim' e o livro de crónicas 'Chineses e Japoneses'.


domingo, 29 de dezembro de 2013

Há cem anos ou agora, em livro ou em filme, Os Maias são Portugal


João Botelho filma Os Maias e faz do romance de Eça de Queirós uma mistura de ópera e reflexão. Neste espelho em forma de filme, Portugal vê-se, sempre igual, há mais de um século.

Somos todos Os Maias. De fato diurno completo a esconder leggings contra o frio e cabelo empoado, Graciano Dias foi, de facto, Carlos da Maia durante 50 e poucos dias.

“Uma personagem que muita gente imagina, que pode ser qualquer um de nós. Qualquer um de nós pode fazer estes personagens”, conclui o actor, porque, afinal, Eça de Queirós escreveu-nos. Somos destinatários e assunto de um romance irremediavelmente cinematográfico, porque a trama não é só a história de uma família e da relação incestuosa entre Carlos e Maria Eduarda. É Portugal. Portugal oitocentista, Portugal entroikado.

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Botelho arranca com adaptação de Os Maias ao cinema


As rodagens para o que será a primeira adaptação cinematográfica de Os Maias começam na segunda-feira. O anúncio foi feito pelo realizador, João Botelho, numa conferência de imprensa no Teatro do Bairro, em Lisboa. A estreia está prevista para Setembro do próximo ano.

Acompanhado pelo produtor Alexandre Oliveira, João Botelho revelou um orçamento de 1,5 milhões de euros para a produção do filme. “Na realidade, precisávamos do triplo”, diz o realizador.

O elenco é formado de 52 actores, entre os quais participam João Perry (Afonso de Maia), Graciano Dias (Carlos da Maia), a actriz brasileira Maria Flor (Maria Eduarda), Pedro Inês (João da Ega), Pedro Lacerda (Thomaz d’Alencar), Rita Blanco (D. Maria da Cunha). A voz narrada de Eça de Queirós será do barítono João Vaz de Carvalho.

O filme terá duas versões, uma de duas horas para circuito comercial e uma de três horas em formato mini-série para a RTP. “Não queria trair o Eça mas não podia fazer um filme de 10 horas”. O objectivo é fazer um libreto de ópera com sequências que começam a preto e branco e acabam a cores. "Queria divídi-lo consoante os diferentes retratos da política portuguesa."

sábado, 25 de maio de 2013

Eça vive! Opereta inédita, escrita por Eça de Queirós e Batalha dos Reis, é publicada em livro

A opereta A morte do diabo , que Eça de Queirós escreveu com o crítico e diplomata Jaime Batalha Reis em 1869, até agora inédita, vai ser publicada em livro em Junho, revelou esta quarta-feira a Editorial Caminho.

A morte do diabo, com libreto de Eça de Queirós e Batalha Reis e música do compositor Augusto Machado, não foi terminada nem chegou a ser estreada em palco.
Mais de 140 anos depois, a investigadora Irene Fialho descobriu a partitura desta ópera cómica no espólio de Augusto Machado, na Biblioteca Nacional, em Lisboa.
“Não tinha qualquer título nem referência, mas vi que alguns versos remetiam para versos do Batalha Reis sobre Antero de Quental”, explicou Irene Fialho à agência Lusa. Da opereta, havia algumas referências em artigos de jornais da época, mas “há 120 anos que ninguém sabia dela”.

O libreto de A morte do diabo, que é editado agora em livro juntamente com a partitura – “pronta a ser tocada e cantada” – com estudos de Irene Fialho, de Mário Vieira de Carvalho e de José Brandão, foi escrito sobretudo por Eça de Queirós e isso percebe-se nos versos, defendeu a investigadora. Irene Fialho descreve que “a cena [da opereta] passa-se no inferno, onde estão todos os diabos; e o inferno está muito chato, estão todos a morrer de tédio e começam a pensar que é melhor estar no Chiado – apesar de também ser chato – do que estar no inferno”.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

As cartas íntimas de Eça de Queiroz foram reeditadas

A obra "Eça de Queiroz entre os seus" foi reeditada e volta a refutar as teses que descreviam o escritor como uma pessoa fria, sem capacidade de amar e que tinha um casamento de conveniência.


l" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 10pt; mso-margin-bottom-alt: auto; mso-margin-top-alt: auto;"> Em 1949, Maria d'Eça de Queiroz, edita pela primeira vez esta obra com o objetivo de mostrar que o pai não era o homem que algumas teses defendiam. Para o livro, Maria, com o apoio do irmão António, escolheu excertos de cartas íntimas que o pai trocava com a mãe.
"O livro auto apresenta-se. Quando se começa a ler, aproximamo-nos logo de Eça de Queiroz", salientou Isabel Alçada, que hoje apresentou o livro no Grémio Literário, em Lisboa. A ex-ministra da Educação recordou que quando estudou o escritor, a sua professora referiu precisamente essa suposta personalidade de ser uma pessoa fria, incapaz de amar e com um casamento de conveniência. Isabel Alçada disse que as cartas publicadas demonstram que tal não era verdade.

Contou ainda que a filha do escritor, hesitou em publicar as cartas "para não devassar a vida dos pais". Já tinha realizado uma conferência, precisamente no Grémio Literário, para refutar as teses, mas optou por publicar excertos da correspondência do pai.

Mas nesta obra, também Maria e António deixam os testemunhos da sua infância. "Ninguém melhor que os filhos para falar sobre os relacionamentos dos pais com os amigos."
Diário de Notícias.

domingo, 6 de dezembro de 2009

Eça de Queiroz é nome de prémio literário


A Fundação Eça de Queiroz,juntamente com várias autarquias e empresas da região de Baião, prepara o lançamento de um novo prémio que visa distinguir diversas expressões culturais e homenagear o escritor Eça de Queiroz.
"É nossa intenção que o prémio não se limite à literatura, mas que abranja também a fotografia, a pintura e outras expressões culturais", referiu José Luís Carneiro, autarca de Baião.
A regulamentação do prémio está a cargo de Isabel Pires de Lima. A antiga ministra da Cultura é uma especialista na obra de Eça de Queiroz e integra o Conselho Cultural desta fundação.

Mais no Diário de Notícias.