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sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Conversatorio com… Albi de Abreu…

O actor luso-descendente Albi de Abreu não necessita de grandes apresentações.
É daquelas personagens que nos entram pela casa sem pedir licença, seja nos anúncios de televisão ou nas telenovelas, que já são muitas as que protagonizou. Não é, contudo, do actor que queremos falar hoje, mas antes do realizador de documentais.
Albi de Abreu estreou-se detrás das camaras com Música Del Cielo e mais recentemente ofereceu-nos Colmillo.
É essa outra cara de Albi de Abreu que o Instituto Português de Cultura vai mostrar na sexta-feira, dia 25 de Fevereiro, no Salão Nobre do Centro Português, a partir das 20 horas.
Posteriormente ao “Conversatorio...” haverá uma sessão de perguntas e respostas que esperamos seja muito participativa
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luso-descendentes
quinta-feira, 8 de maio de 2008
Jornalistas luso-descendentes, convocados pelo Correio da Venezuela, cumprem 2º Encontro.
Por iniciativa do Correio da Venezuela decorreu, no Centro Português de Caracas, o 2º Encontro de Jornalistas Luso-descendentes. Foi na noite de 29 de Abril. O Bar A Nau transformou-se em porto de abrigo para os convidados que conseguiam chegar. De facto, não foi tarefa fácil vencer o forte engarrafamento de trânsito, provocado pelo apagão eléctrico, que, em horas vespertinas, afectara a capital venezuelana.
Sob a simpática condução de Sandra Rodrigues, apresentadora do programa Contacto Venezuela da RTPi, foram-se sucedendo as intervenções dos presentes, em particular de jovens jornalistas e estudantes de jornalismo e de letras, que foram desfiando experiências profissionais e académicas, não faltando as reflexões sobre a condição de filhos da diáspora portuguesa, na pátria de Bolívar.
O Instituto Português de Cultura fez-se representar por alguns dos seus directores. O presidente do IPC, José António Pires, dirigiu-se aos presentes em duas ocasiões. Primeiro para agradecer o convite do Correio da Venezuela e traçar uma breve história do Instituto, pondo-o à ordem para tudo o que fosse divulgação da cultura portuguesa. Depois, para desafiar os presentes a participar no concurso IPC/Fernando Pessoa de Jornalismo Literário e apregoar o lançamento do nosso blogue.
É louvável a ideia do Correio de promover este tipo de encontros. Para uma instituição como o IPC que, por anos, se tem batido por propiciar uma visão integral do ser português, neste generoso país de acolhimento, é muito gratificante escutar os jovens comunicadores sociais manifestarem, sem complexos, o orgulho na sua portugalidade.
De entre as participações, todas valiosas, duas houve que gostaríamos de assinalar: uma que apelava a ver com naturalidade o aparecimento de valores luso-descendentes no seio do universo jornalístico venezuelano, e outra, que propunha a formação de uma Associação de Jornalistas Luso-descendentes que, julgamos, seria de grande utilidade e, certamente, contaria com todo o apoio do IPC.
Sob a simpática condução de Sandra Rodrigues, apresentadora do programa Contacto Venezuela da RTPi, foram-se sucedendo as intervenções dos presentes, em particular de jovens jornalistas e estudantes de jornalismo e de letras, que foram desfiando experiências profissionais e académicas, não faltando as reflexões sobre a condição de filhos da diáspora portuguesa, na pátria de Bolívar.
O Instituto Português de Cultura fez-se representar por alguns dos seus directores. O presidente do IPC, José António Pires, dirigiu-se aos presentes em duas ocasiões. Primeiro para agradecer o convite do Correio da Venezuela e traçar uma breve história do Instituto, pondo-o à ordem para tudo o que fosse divulgação da cultura portuguesa. Depois, para desafiar os presentes a participar no concurso IPC/Fernando Pessoa de Jornalismo Literário e apregoar o lançamento do nosso blogue.
É louvável a ideia do Correio de promover este tipo de encontros. Para uma instituição como o IPC que, por anos, se tem batido por propiciar uma visão integral do ser português, neste generoso país de acolhimento, é muito gratificante escutar os jovens comunicadores sociais manifestarem, sem complexos, o orgulho na sua portugalidade.
De entre as participações, todas valiosas, duas houve que gostaríamos de assinalar: uma que apelava a ver com naturalidade o aparecimento de valores luso-descendentes no seio do universo jornalístico venezuelano, e outra, que propunha a formação de uma Associação de Jornalistas Luso-descendentes que, julgamos, seria de grande utilidade e, certamente, contaria com todo o apoio do IPC.
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