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domingo, 14 de agosto de 2016

Descoberta habitação e muralhas com 2 300 anos no Castro de Salreu


A segunda campanha de escavações arqueológicas no Castro de Salreu, em Estarreja, revelou indícios de uma muralha em redor da povoação e de uma construção habitacional com cerca de 2300 anos, disse hoje o coordenador do projeto.
Os resultados da segunda fase de escavações vão ser apresentados hoje à noite na escola da Sr.ª. do Monte, em Estarreja, no distrito de Aveiro, e, segundo o presidente do Centro de Arqueologia de Arouca, António Manuel Silva, são "bastante interessantes" por irem além dos objetos que já tinham sido identificados.
"Este ano encontrámos indícios claros de uma espécie de muralha que circundava o castro, mas principalmente o resto de uma estrutura que supomos habitacional com base em pedra, uma cabana redonda de uma construção típica dessa época neste género de povoados", afirmou à Lusa António Manuel Silva.

 


Diário de Notícias.http://www.dn.pt/artes/interior/descoberta-habitacao-e-muralhas-com-2300-anos-no-castro-de-salreu-5336099.html


domingo, 31 de janeiro de 2016

Viriato, herói mítico da Lusitânia Romana…



Os relatos mais pormenorizados sobre Viriato, o mítico herói da resistência indígena contra os ocupantes, também se devem a um grego, Diodoro da Sicília (c. 90 a.C. – a 30 a.C.), que o descreve como um chefe justo, corajoso, sóbrio e amado pelos seus homens, mas que acaba assassinado por três dos seus colaboradores mais próximos, graças a um suborno de Roma. “Este Viriato é uma construção filosófica que tem muito pouco a ver com a figura histórica, de que não se sabe praticamente nada, a não ser que era um líder tribal que fez frente aos romanos”, diz Carlos Fabião. “Este herói é um produto da cultura clássica, um defensor da pátria – aqui e em Espanha, é preciso não esquecer que Viriato não é um exclusivo português – antes de ela existir. É uma construção absolutamente anacrónica.”
Verdadeiro ou não, o que sabemos ou julgamos saber dos lusitanos tem muito a ver com esta narrativa ficcional, a de um Viriato que faz parte do panteão dos heróis que combateram Roma. O que a exposição do museu de Arqueologia nos mostra é uma Lusitânia que é produto não do confronto, mas da integração, traçando o perfil de um território que, mesmo depois de conquistado, manteve boa parte da sua organização social, dos seus hábitos e até dos seus deuses.


Lusitânia, uma terra no fim do mundo...


Exposição no Museu Nacional de Arqueologia, em Lisboa, recua dois mil anos para nos trazer uma província fundada pelo primeiro dos imperadores romanos, Augusto. Um território periférico que exportava minério e conservas de peixe, que o mito fez terra de nereides e cavalos velozes. Até 30 de Junho.
É através do olhar do outro, o invasor, que a conhecemos. Foram os gregos e depois os romanos, que a conquistaram passados 200 anos, que fizeram o retrato dos povos que ali encontraram. Dois milénios depois a Lusitânia continua a ser, nos livros, o extremo ocidental de um império que já não existe, finisterra que exportava minério e conservas de peixe, com uma porta aberta para o oceano.
Província que tinha em Mérida a sua capital – Augusta Emerita, assim se chamava, mandada construir em 25 a.C. pelo próprio Augusto, primeiro grande imperador romano – era vista como o fim do mundo conhecido. Periférica pela geografia, a Lusitânia foi fundada entre 16 e 13 a.C. e foi ganhando importância, primeiro por causa dos minérios do sul da Península Ibérica e depois, com a conquista da Britânia e o apoio às legiões nela envolvidas, como território em que o Mediterrâneo e o Atlântico se encontravam.
Lusitânia Romana: Origem de Dois Povos, a exposição que acaba de ser inaugurada no Museu Nacional de Arqueologia (MNA), em Lisboa, viaja até este território pouco conhecido do império romano, que ocupava grande parte de Portugal, entre o Douro e o Algarve, a actual Extremadura espanhola e uma pequena porção da Andaluzia.


terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Lusitânia, a terra que os romanos demoraram 200 anos a ganhar

O Museu Nacional de Arqueologia mostra a partir de hoje uma exposição que reúne estátuas, utensílios e marcas da província que ia do Douro ao Algarve e se estendia até Espanha.
É preciso recuar a antes de Cristo para situar o nascimento da Lusitânia romana, a província que une parte do território que é hoje Portugal e parte Espanha. Mais precisamente: abaixo do Douro e até ao Algarve, parte da Extremadura espanhola e uma pequena parte da Andaluzia. A época do nascimento de Augusta Emerita, Mérida, fundada do zero , como Brasília, compara José María Álvarez Martínez, diretor do Museu Nacional de Arte Romana da cidade espanhola e comissário da exposição. Foi lá que a exposição Lusitânia Romana se viu primeiro, entre março e . Hoje é inaugurada no Museu Nacional de Arqueologia (MNA).
Fronteiras à parte, 20 séculos depois, o museu espanhol e o museu português reuniram 210 peças (81 de Portugal e 129 de Espanha), entre elas vários tesouros nacionais, das guerras pela conquista do território ao legado que este povo deixou em localidades tão distintas como Bobadela, em Oliveira do Hospital, a Quinta das Longas, em Évora ou Almendrejo, perto de Badajoz. O abastecimento das populações faz-se por via marítima, do Mediterrâneo até ao porto de Olissipo, (Lisboa) e também pelo Tejo. "A margem está marcada por um caminho de sirga que servia para os animais puxarem barcaças", explica Carlos Fabião, professor da Faculdade de Letras.


quinta-feira, 11 de junho de 2015

Conímbriga: Ruínas de Conímbriga recebem investimento de três milhões



O secretário de Estado da Cultura, Jorge Barreto Xavier, afirmou hoje em Condeixa-a-Nova que o projeto de ampliação das Ruínas de Conímbriga era um objetivo que estava por cumprir "há 60 anos"
Segundo avança a agência Lusa, Jorge Barreto Xavier, secretário de Estado da Cultura, congratulou-se com o protocolo assinado hoje entre a Direção Geral do Património Cultural (DGPC) e a Câmara Municipal de Condeixa, considerando que os objetivos estavam "anunciados há 60 anos e há 60 anos que estão por cumprir".
O projeto, que deve ter um investimento de cerca de três milhões de euros e que vai ser candidato a fundos comunitários, pode permitir a visualização do anfiteatro romano e a criação de acessos a esse mesmo anfiteatro através de um novo circuito de acesso às ruínas.

Diário de Notícias.

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Conimbriga, Portugal



This is one of the largest Roman settlements in Portugal – roughly halfway between Lisbon and Porto, near the village of Condeixa-a-Nova. It was a prosperous town in Roman times and, while not the largest Roman city in Portugal, it is the best preserved. Although only a small section of the site has been excavated, there are baths, luxurious houses, an amphitheatre, a forum, shops, gardens with working fountains and city walls to explore, with many wonderful mosaics still in situ. In its centre is one of the largest houses discovered in the western Roman empire, the Casa de Cantaber, which is built around ornamental pools in superb colonnaded gardens and has its own bath complex and heating system. There is also a good museum, cafe and picnic site. Pick up a guidebook from the museum and have a few euro coins in your pocket to make the fountains work.

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Escavações revelam cemitério medieval em Albufeira

Um esqueleto que deverá remontar aos séculos XV ou XVI deu a conhecer a existência de um cemitério da época medieval numa das arribas da praia de Santa Eulália, em Albufeira. Esta não é a primeira vez que se encontram ossadas neste local, sendo que os arqueólogos fazem a ligação entre os fósseis e uma antiga igreja que existiu naquela localidade.

O esquelo está praticamente completo e foi descoberto enterrado numa zona que Luís Paulo, arqueólogo responsável pelas escavações, acredita ter sido um cemitério da desaparecida Ermida de Santa Eulália, igreja com referências históricas, cuja localização é uma incógnita.


"Acreditamos que estamos numa zona em torno da ermida que, possivelmente, até poderia estar no lado do mar e ter desaparecido, ou então mais no interior desta elevação", explica Luís Paulo à agência Lusa.

sábado, 27 de outubro de 2012

Murais do século XV e XVI descobertos em igreja de Foz Côa


Obras de restauro da Igreja Matriz de Freixo de Numão, em Vila Nova de Foz Côa, colocaram a descoberto pinturas murais a fresco dos séculos XV e XVI, com representações de S. Pedro

"Durante a desmontagem de dois altares da nave da igreja descobriu-se um painel de pinturas murais a fresco, provavelmente datadas do século XV ou XVI", disse esta sexta-feira o técnico de restauros, Carlos Costa, citado pela Lusa.
O painel está dividido em duas partes, sendo que uma delas apresentas sinais de avançado estado de degradação e pouco ou nada dá para identificar.
"Numa segunda fase, vamos fazer uma intervenção na área da capela-mor e esperamos que surjam algumas surpresas em termos de pinturas murais a fresco. Estes trabalhos serão iniciados em Novembro ou Dezembro", acrescentou o técnico.

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Estatuetas descobertas no Alentejo têm 4500 anos e cabem na palma da mão

 São de marfim, cabem na palma da mão e têm pormenores delicados, que surpreendem. António Valera, o arqueólogo que dirige as escavações na Herdade dos Perdigões, em Reguengos de Monsaraz, fala com entusiasmo das estatuetas de marfim que ontem apresentou aos jornalistas como "descoberta única" em Portugal.
"Difunde-se muito a ideia de que o homem pré-histórico era rude, um brutamontes, graças ao cinema", diz Valera. "Mas o que povoados como o dos Perdigões mostram, com toda a sua simbiose com o mundo natural, é algo que estas esculturas vêm reforçar - nesta Pré-História havia um grande grau de sofisticação que está muito longe do preconceito."
Com 4500 anos, as 20 esculturas em miniatura (com tamanho entre os 12 e os 15 centímetros), "pelo menos nove das quais muito realistas", começaram a ser encontradas no ano passado, quando os arqueólogos escavavam um fosso onde, depois de cremados, foram depositados vários corpos. Para os investigadores da Era, a empresa que há 15 anos trabalha nos Perdigões, a herdade que a Finagra (actual Esporão S.A.) comprou para plantar vinha, mas que acabou por transformar num campo arqueológico com 16 hectares, encontrar representações humanas de marfim, "com grande qualidade estética e de execução", foi "emocionante", embora não tenha sido uma surpresa completa.

sábado, 23 de junho de 2012

Sepultura de cão com 7600 anos em Alcácer do Sal


Um laboratório inglês confirmou que a sepultura de um cão mais antiga do Sul da Europa se localiza em Alcácer do Sal e que tem 7600 anos, informou hoje a Universidade de Lisboa.
O anúncio acontece quase um ano depois da descoberta da sepultura, nas escavações do concheiro mesolítico (do período entre 10.000 a 6000 A.C.) das Poças de S. Bento, em Alcácer do Sal. Um concheiro é uma estação arqueológica com grande acumulação de moluscos.
Segundo o laboratório da Universidade de Oxford, a sepultura tem 7600 anos e a dieta do animal incluía cerca de 25 por cento de proteínas de origem marinha, o que "provavelmente reflecte a alimentação dos seus donos".

Monólito com três mil anos no Fundão


A estela, com 2,70 metros de altura, foi encontrada no final de Maio, num terreno agrícola da freguesia do Telhado, no Fundão, e está exposta a partir desta semana no museu, onde vai ser estudada em detalhe.
Um guerreiro ou príncipe dos povos pioneiros do território português, há três mil anos, é evocado num monólito "raro e importante" descoberto por uma equipa do Museu Arqueológico do Fundão, revelou ontem o director da instituição, João Rosa.
Um capacete, uma espada e um escudo estão esculpidos na pedra, a par de inscrições, através das quais os arqueólogos esperam descobrir novos pormenores sobre os antepassados dos portugueses. Para já, "não há consenso sobre a funcionalidade desde monólito", disse João Rosa.
Com a ajuda do casal proprietário do terreno onde estava, a peça foi resgatada e acondicionada por técnicos e pelos serviços municipais. In  Correio da Manhã.

Fortificações de Elvas na lista para Património Mundial

As fortificações de Elvas são o único monumento português entre os 33 candidatos a fazer parte da lista de património mundial elaborada pela Unesco. O comité do organismo reúne-se entre os dias 24 de junho e 6 de julho, em São Petersburgo, Rússia.
Candidata na categoria de bens culturais, as fortificações de Elvas concorrem com monumentos como as paisagens cariocas do Rio de Janeiro (Brasil), entre a montanha e o mar, Rabat, capital moderna e cidade histórica (Marrocos) ou a catedral de Santa Sofia e o conjunto de edifícios monásticos, as igrejas de São Ciro e Santo André em Kiev (Ucrânia).
A lista de monumentos que são hoje Património Mundial da Unesco conta com 936 nomes de 153 países.
Entre os candidatos de 2012 encontram-se cinco países que não fazem ainda parte desta lista: Congo, Palau, Qatar, Chade e Palestina.
Os palestinianos apresentam a Igreja da Natividade e a rota de peregrinação de Belém como lugar do nascimento de Jesus, uma candidatura apresentado sob críticas de israelitas e americanos. Belém é a zona turística mais visitada da Palestina. Recebeu 2 milhões de visitantes em 2011. In Diário de Notícias.

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Silves: Descoberto vestígio judaico mais antigo da Península Ibérica

Trata-se de uma placa de mármore que, ao que tudo indica, terá sido uma lápide funerária e que data, no mínimo, do fim do século IV da nossa era.
Quem terá sido Yehiel? Talvez um escravo judeu que viveu - e morreu - há mais de 1600 anos numa sumptuosa vila romana (uma casa senhorial) perto de Silves, no Algarve? Talvez nunca venha a saber-se. Mas o que parece estar garantido é que a descoberta agora anunciada por arqueólogos alemães, realizada em colaboração com arqueólogos portugueses, representa o mais antigo vestígio cultural judaico jamais encontrado na Península Ibérica. A equipa de Dennis Graen, da Universidade Friedrich Schiller de Jena, na Alemanha, anda há três anos a escavar as ruínas de uma vila romana descoberta em 2005 por Jorge Correia no sítio das Cortes, próximo de São Bartolomeu de Messines e da Estrada Nacional 124. Na altura, este arqueólogo da Câmara Municipal de Silves encontrara cerâmicas e mosaicos romanos à superfície.

domingo, 18 de março de 2012

No Cais do Sodré há mais do que uma praia escondida debaixo do asfalto

Enorme rampa de lançamento de barcos do séc. XVI foi descoberta debaixo da Praça D. Luís, juntamente com vestígios de estruturas de séculos posteriores. A descoberta tem menos de um mês. Os arqueólogos encontraram uma enorme rampa de lançamento de barcos do séc. XVI junto ao mercado da Ribeira, em Lisboa. Feita com troncos de madeira sobrepostos, a estrutura ocupa 300 metros quadrados e data de uma época em que a cidade sofria os efeitos de sucessivos surtos de peste e epidemias, graças aos contactos com outras gentes proporcionados pelos Descobrimentos.
Para continuar a trazer de além-mar o ouro, a pimenta e o marfim que lhe permitiam pagar as contas, o reino investia na construção naval, e a zona ribeirinha da cidade foi designada como espaço privilegiado de estaleiros. Os relatos da altura dão conta de uma cidade cheia de escravos vindos de além-mar, mas também de mendigos fugidos do resto do país para escapar à fome.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Escavações vão pôr a descoberto anfiteatro romano em Conímbriga

As escavações no anfiteatro da antiga cidade romana de Conimbriga deverão começar em 2012/2013, no âmbito de uma intervenção que vai pôr a descoberto este "edifício único no País" e "dos poucos" da Península Ibérica. 
Com cerca de dois mil anos, o anfiteatro é "um caso único no País em termos de estado de conservação" e a intervenção planeada pelo Museu Monográfico de Conimbriga vai permitir visitar e conhecer o que, no mundo romano, era um espaço com capacidade para 4500 a 5000 espectadores.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Viana do Castelo: Descoberta laje considerada rara

 Na Serra de Santa Luzia, em Viana do Castelo, estão a decorrer investigações arqueológicas que já permitiram identificar uma dezena de sítios pré-históricos de interesse, entre as quais uma laje considerada "rara".
A coordenadora do projecto ENARDAS, Ana Bettencourt, disse que a Laje da Churra, reconhecida na freguesia de Carreço pela primeira vez há cerca de 40 anos, é hoje uma das mais importantes, com gravuras rupestres.  
"Estamos a falar de uma laje, na qual o nosso levantamento já identificou 1.200 pinturas rupestres, quando inicialmente eram uma dezena. E a laje até está partida, o que dá conta da dimensão que poderá ter tido na pré-história" disse a coordenadora.

sábado, 27 de agosto de 2011

Tomar: Troço de alambor do século XII

Anunciada descoberta no Convento de Cristo após denúncias de atentado arqueológico. O presidente da Câmara de Tomar anunciou hoje à Lusa ter sido descoberto na envolvente ao Convento de Cristo um troço do alambor datado do século XII, que circunda o castelo templário.

O anúncio de Corvelo de Sousa à Lusa aconteceu menos de 24 horas após dois blogues de defesa do património de Tomar que davam como certa a destruição de uma parte substancial do alambor em resultado de obras que estão a cargo da autarquia.


Público.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Menires descobertos em Mora, Alentejo


Um conjunto de seis menires que pode ser uma descoberta única na Península Ibérica foi descoberto no início do mês de Agosto em Mora.
Este conjunto megalítico foi descoberto por investigadores da universidade de Évora, no concelho alentejano de Mora.
Os menires encontravam-se tombados e em forma de cruz, segundo a arqueóloga Leonor Rocha. Se se vier a comprovar que as disposições destes é a original, que não foram mexidos, esta descoberta será única a nível peninsular. In Correio da Manhã.

sábado, 6 de agosto de 2011

Descoberta nova mesquita do século XII no Algarve

Um grupo de estudantes de arqueologia, chefiados pelos arqueólogos e professores da Universidade Nova de Lisboa Rosa e Mário Varela Gomes, encontraram no Ribat da Arrifana, em Aljezur, uma nova mesquita, 21 sepulturas e uma lápide funerária com inscrições em árabe. As descobertas vêm dar uma nova luz sobre o passado daquele lugar.
Esta foi a última descoberta da dupla de arqueólogos, que em 2001 começou os trabalhos naquele espaço, depois de terem identificado, na Península da Ponta da Atalaia, a cerca de cinco quilómetros a poente de Aljezur, o convento-fortaleza islâmico, que tem por nome ribat, fundado pelo mestre Ibn Qasî, na Arrifana em cerca de 1130.