Curta-metragem
retoma Hulha Branca, de 1932, e é apresentada como a única campanha
publicitária da carreira do realizador.
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quarta-feira, 10 de junho de 2015
EDP estreia em Lisboa filme inédito de Manoel de Oliveira
Será talvez
exagerado apresentá-lo como “um filme realizado por Manoel de Oliveira”. Mas 1
Século de Energia, um documentário que sustenta uma nova campanha
publicitária da EDP, e que esta segunda-feira terá a sua apresentação pública
em Lisboa, confirmará algo já sabido: que o realizador falecido no Porto no dia
2 de Abril, aos 106 anos, esteve ligado à corrente do cinema praticamente até
ao fim dos seus dias.
A EDP
guardou ciosamente para a sessão da tarde de segunda-feira – às 18h, na sua
nova sede em Lisboa, na Rua de D. Luís I – a revelação do que será esta
curta-metragem, que deverá ter perto de dez minutos, e que é apresentada pela
empresa como “uma obra inédita”, “o último trabalho realizado pelo mestre
Manoel de Oliveira”, e que deu origem à “única campanha de publicidade” na
carreira do realizador.
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Manoel de Oliveira
segunda-feira, 8 de junho de 2015
Quénia: Festival de cinema homenageia Manoel de Oliveira
Manoel de
Oliveira vai ser o grande homenageado da 10.ª edição do Lusophone Film Fest,
festival de cinema lusófono que vai decorrer em Nairobi, no Quénia. O evento,
que se realiza este sábado (30), vai dar destaque a dois filmes do cineasta
português, falecido em Abril.
Em comunicado, a organização explica que o festival "vai prestar homenagem a Manoel de Oliveira, o mais velho realizador do mundo, que morreu, o mês passado, com 106 anos de idade, e estava ainda a dirigir vários filmes".
O evento vai exibir o primeiro filme do cineasta, o documentário mudo "Douro, Faina Fluvial", de 1931, bem como uma das suas mais recentes obras: "A Caixa", de 1994. Além dos trabalhos de Manoel de Oliveira, o festival mostrará ainda as curtas-metragens "Eu Sou de Lá", da brasileira Sansara Buriti, e "Vejo-te quando lá chegares", do português Filipe Henriques.
Em comunicado, a organização explica que o festival "vai prestar homenagem a Manoel de Oliveira, o mais velho realizador do mundo, que morreu, o mês passado, com 106 anos de idade, e estava ainda a dirigir vários filmes".
O evento vai exibir o primeiro filme do cineasta, o documentário mudo "Douro, Faina Fluvial", de 1931, bem como uma das suas mais recentes obras: "A Caixa", de 1994. Além dos trabalhos de Manoel de Oliveira, o festival mostrará ainda as curtas-metragens "Eu Sou de Lá", da brasileira Sansara Buriti, e "Vejo-te quando lá chegares", do português Filipe Henriques.
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quarta-feira, 6 de maio de 2015
Cahiers du Cinéma prepara número especial sobre Oliveira
A revista francesa Cahiers du Cinéma está atualmente a
preparar uma homenagem a Manoel de Oliveira para sair na edição de 9 de maio,
disse o chefe de redação da revista Stéphane Delorme
"Estamos a preparar a nossa homenagem a Manoel de Oliveira. Vamos
publicar provavelmente uma entrevista inédita com ele, vamos escrever sobre a
sua obra e dedicar-lhe 25 a 30 páginas no próximo número. É importante para
nós", afirmou Stéphane Delorme, precisando que a edição de maio vai
coincidir com o Festival de Cannes.
Em entrevista à Lusa por telefone, o jornalista lembrou que a Cahiers du
Cinéma tem uma grande ligação com o cineasta português e que o fundador da
revista, André Bazin, "encontrou Manoel de Oliveira em 1956, 57 e publicou
um artigo em 57".
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Manoel de Oliveira
domingo, 3 de maio de 2015
Filme inédito de Oliveira celebra paixão pelo cinema
Visita ou Memórias e Confissões foi rodado por Manoel de Oliveira para só ser visto após a sua morte - nos
dias 4 e 5 vai ser projetado, respetivamente, no Porto e em Lisboa
Como todas as obras dos artistas realmente originais, também os filmes de
Manoel de Oliveira (falecido no dia 2 de abril, contava 106 anos) vão persistir
muito para além do seu criador. No caso do autor de títulos como Aniki-Bóbó
(1942), Francisca (1981) ou Non ou a Vã Glória de Mandar (1990),
há mesmo um capítulo póstumo que, finalmente, pode ser revelado.
Porquê revelado? Porque se trata de um filme que o próprio realizador
concebeu como um objeto que só faria sentido divulgar depois da sua morte:
Visita ou Memórias e Confissões ficou concluído em 1982 e vai ter, agora,
as suas primeiras exibições públicas. O Porto, cidade natal de Oliveira,
acolherá a estreia absoluta na segunda-feira, dia 4, em duas sessões (18.30 e
21.30) no Teatro Municipal Rivoli; no dia seguinte, em Lisboa, na Cinemateca, o
filme será projetado também duas vezes (21.45 e 23.15).
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sábado, 2 de maio de 2015
Filme póstumo de Oliveira em Cannes
O
filme Visita ou Memórias e Confissões, de Manoel de Oliveira, vai ser
apresentado no Festival de Cannes em sessão especial na Selecção Oficial.
A longa metragem, de
1982, foi feita pelo realizador português para ser exibida apenas após a sua
morte. A cópia que estava desde então depositada na Cinemateca Portuguesa foi
hoje mostrada aos jornalistas.Visita ou Memórias e Confissões terá estreia nacional no Porto na próxima segunda-feira, dia 4, no Teatro Municipal Rivoli. Inicialmente foi anunciada uma sessão, às 18.30, mas a autarquia portuense acaba de divulgar uma sessão extra às 21.30 (ambas com entrada gratuita).
Na terça-feira é exibido na Cinemateca Portuguesa, em Lisboa.
Com diálogos escritos por Agustina Bessa-Luís, para as vozes de Diogo Dória e Teresa Madruga, este é um filme biográfico de Manoel de Oliveira, rodado quando tinha 73 anos, na casa onde viveu cerca de quatro décadas com a mulher, os filhos e os netos.
Manoel de Oliveira morreu no passado dia 2 de abril com 106 anos. Deixou uma extensa obra com mais de 40 títulos
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