quarta-feira, 13 de junho de 2012
Educação e trabalho...nem sempre juntos!
O Governo congelou o número de vagas para cursos do Ensino Superior para o próximo ano letivo, que não vão aumentar em relação a 2011-2012, a menos que as instituições consigam provar a empregabilidade dum curso.
O despacho que regulamenta a fixação das vagas para o Ensino Superior foi publicado terça-feira à noite na página da Direção-Geral de Ensino Superior (DGES) e determina que o número de vagas para cada universidade ou politécnico "não pode exceder a soma das vagas fixadas para essa instituição para o ano letivo de 2011-2012".
A DGES poderá autorizar mais vagas em "situações particulares": quando as instituições consigam provar que os alunos de um determinado curso têm menos probabilidades de ir parar ao desemprego.
O Governo recomenda às universidades e politécnicos que "redistribuam" as vagas que têm disponíveis para poderem aumentar o número de alunos nos cursos de "Ciências, Matemática, Informática e Engenharia".
Jornal de Notícias.
terça-feira, 12 de junho de 2012
Versalhes proíbe lustre de tampões de Joana Vasconcelos
"A Noiva" não foi considerada adequada para ser exposta no palácio de Versalhes em França
A Noiva foi uma das primeiras peças em que Joana Vasconcelos pensou quando foi convidada para expor em Versalhes, ela que vai ser a primeira mulher a ter tal honra e a primeira portuguesa. O lustre de tampões, que é uma das suas obras emblemáticas, adequava-se, no entender de uma das mais conceituadas artistas contemporâneas da atualidade, como nenhuma outra à estética do palácio francês, ao luxo do local, ao cunho que vai dar a toda a sua exposição.
Mas a peça foi "censurada". Joana Vasconcelos apenas explica que lhe disseram que não se adequava ao local. Não ficou chocada porque não é a primeira vez que o seu lustre é recusado. "A Noiva tem o condão de ficar solteira", brinca mesmo, dizendo apenas que esta recusa prova que "há ainda muita coisa para fazer" enquanto o tampão for "um objeto vetado pela sociedade" e sinta que há "locais" onde "não é correto" ser apresentado, porque significa uma libertação da mulher (ler entrevista completa na revista Notícias Magazine de hoje).
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Joana Vasconcelos
Jerónimo Pizarro publica Todos los sueños del mundo / Todos os sonhos do mundo
El ensayista Jerónimo Pizarro, que estuvo en Caracas en noviembre de 2011 invitado por el Instituto Portugués de Cultura acaba de publicar Todos los sueños del mundo / Todos os sonhos do mundo, una antología con texto de Fernando Pessoa y del colombiano Porfirio Barba-Jacob.
Fernando Pessoa (1888-1935) y Porfirio Barba-Jacob (1883-1942) son escritores que recurren a la pseudonimia desde sus primeros poemas, poetas melancólicos con una vertiente dionisíaca que expresan en baladas y en odas; autores de sonetos, elegías y canciones que habrían integrado una o más colecciones de poemas que ellos imaginaron pero nunca llegaron a concretar.
Esta edición la constituyen algunos de los poemas más notables y representativos de las obras de ambos escritores. La estructura es sencilla y se repite: dieciocho poemas de Pessoa, enfrentados a las respectivas traducciones, seguidos de notas finales y de un cuaderno de treinta y dos imágenes; luego dieciocho poemas de Barba-Jacob, con la traducción portuguesa al lado, otro conjunto de notas finales bilingüe y otro cuaderno de treinta y dos imágenes, con las leyendas, nuevamente, en dos idiomas.
Todos los sueños del mundo / Todos os sonhos do mundo es una edición bilingüe con prólogo y notas de
Jerónimo Pizarro y traducción del mismo y de Gastão Cruz.
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Fernando Pessoa,
Jerónimo Pizarro
segunda-feira, 11 de junho de 2012
Morreu Maria Keil aos 97 anos
A artista plástica Maria Keil, 97 anos, autora de vários painéis de azulejos das primeiras estações do Metropolitano da capital, morreu hoje em Lisboa, informou a agência funerária.
O velório de Maria keil realiza-se hoje a partir das 18:00 na igreja de São João de Deus, em Lisboa, à praça de LOndres, onde segunda-feira pelas 15:00 se realizam as exéquias, seguindo-se o funeral no Cemitério da Apelação, no concelho de Loures, informou a mesma fonte.
A renovação da estação do Metropolitano de S. Sebastião da Pedreira, em Lisboa, foi um dos últimos trabalhos da artista.
Em março de 2008 foi homenageada em Lisboa, na livraria Biblos, na apresentação da obra "A Árvore que dava Olhos", de João Paulo Cotrim, e ilustrações suas.
Natural de Silves, a artista plástica era viúva do arquiteto Francisco Keil do Amaral, com o qual colaborou, nomeadamente nas primeiras estações do Metropolitano de Lisboa. In Diário de Notícias.
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Arte
José Viale Moutinho no Centro Português
O ficcionista, ensaísta, etnólogo, cronista, jornalista e poeta José Viale Moutinho (Funchal, 1945) palestrou ontem no Salão Nobre do Centro Português de Caracas no âmbito das comemorações do 10 de Junho, Dia de Portugal, Dia de Camões e das Comunidades.
Convidado à Venezuela pelo Instituto Português de Cultura, o escritor deliciou a enorme audiência com uma conferência sobre a mitografia do arquipélago da Madeira, recordando alguns contos e lendas populares.
Continuando com o seu ciclo de conferências, na terça-feira estará na Universidade Central de Venezuela, onde falará sobre o cineasta Vieirinha, e no dia 13, pelas 18 horas, proferirá uma conferência sobre as posições políticas de Fernando Pessoa, desta vez no CELARG, em Altamira.
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Jose Viale Moutinho
sábado, 9 de junho de 2012
Nota para o dia de Camões, por Vasco Graca Moura
Fala-se no dia de Camões, mas nessa data ninguém costuma preocupar-se excessivamente com a importância e o sentido, quer da lírica, quer da épica camoniana. Mesmo sem uma retórica exacerbada e patriotinheira, à moda do triunfalismo de antigamente, só lucraríamos com o humilde reconhecimento de que as dimensões identitárias e culturais de uma figura e de uma obra como a dele mereciam celebração mais adequada e iniciativas que propusessem um trato mais continuado e mais esclarecido com ele e com os seus contemporâneos. Isto nos levaria logo aos programas escolares e às questões do ensino da literatura e da história na escola, com todo o cortejo de considerações que se justificam. E levar-nos-ia também a questões existenciais mais profundas, tocando um sentido da cidadania mais substantivo e mais preocupado em lermos Camões também à luz do que hoje somos, e em sermos "lidos por ele" na mesmíssima medida.
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Vasco Graça Moura
sexta-feira, 8 de junho de 2012
Rússia: Sala Rakhmaninov encheu para ouvir dois jovens músicos portugueses
A Sala Rakhmaninov do Conservatório de Moscovo, uma das mais conhecidas entre os amantes de música clássica na capital russa, encheu segunda-feira à noite para ouvir dois jovens músicos portugueses.
Num concerto realizado no âmbito do X Festival Internacional de Música "Universos do Som", o pianista Pedro Emanuel Pereira e o violinista Álvaro Pereira tocaram num espetáculo cuja primeira parte foi dedicada à obra de Brahms.
Segundo declararam os músicos à agência Lusa, a escolha de Brahms foi feita "como síntese das referências musicais do séc. XIX".
A proximidade do dia 10 de Junho....de Vasco Graca Moura.
A proximidade do dia 10 de Junho, com toda a sua carga simbólica, sugere que se reflicta mais uma vez sobre a língua que falamos e a sua importância na evolução do todo nacional. Há uma relação importante entre a língua e a cidadania. Do seu correcto entendimento também resulta uma maior eficácia no combate à crise que o país atravessa.
Portugal, para subsistir enquanto país com uma fisionomia característica e um nível digno de independência - muito embora os aspectos conceptuais ligados a este termo seja cada vez mais problemáticos -, carece de reformular por completo as suas políticas de educação e de reinventar a sua relação com a cultura.
Uma das dimensões em que o problema se coloca tem a ver com a chamada herança cultural, conjunto de elementos que permitem a um determinado grupo reconhecer-se como portador de uma identidade própria e comunicar ao longo do tempo. Essa herança cultural passa por muitos factores, e em especial pela língua, pelo património material e imaterial, pelos costumes e tradições, pela história e pela geografia... Dela decorrem consequências importantes para todos os aspectos da vida política, social e económica.
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Vasco Graça Moura
quinta-feira, 7 de junho de 2012
Siza Vieira operado de urgência após queda numa escadaria
Encontrava-se ao princípio da tarde na unidade de recobro pós-operatório, depois de uma cirurgia bem sucedida acrescentou fonte hospitalar.
“A cirurgia terminou por volta das 13h20 e correu bem. O arquitecto está já no recobro, para recuperação da anestesia. Não teve qualquer outra lesão e o que se prevê é um curto internamento, de um ou dois dias”, afirmou José Rocha Barros, chefe de equipa do serviço de urgência daquele hospital, numa conversa telefónica com a Lusa.
O médico disse que Siza Vieira sofreu uma queda “acidental” na quarta-feira. “Escorregou num degrau e caiu”, explicou. A única lesão sofrida foi na “diáfise do úmero direito”, ou seja, “na parte longa do braço, que vai do ombro até ao cotovelo”.
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Siza Vieira
Ciberduvidas adianta férias...e nao sabe se volta!
Lisboa, 01 jun (Lusa) – O Ciberdúvidas, plataforma digital cuja principal tarefa é a resposta a dúvidas de língua portuguesa, antecipou a habitual interrupção de férias, «mas sem certezas de voltar», disse à Lusa o jornalista José Mário Costa, impulsionador do projeto.
«Antecipámos o habitual período de férias, por dificuldades de manutenção, e sem certezas de regressar, face a dificuldades financeiras», disse José Mário Costa à agência Lusa.
O jornalista disse que apenas se mantém o apoio [financeiro] da Fundação Vodafone ao Ciberdúvidas, não tendo conseguido captar apoios de grupos empresariais portugueses, nomeadamente os ligados à lusofonia.
Fica assim suspensa a «atualização diária, incluindo o consultório» do sítio na Internet.
A «interrupção de férias» antecipada do Ciberdúvidas verifica-se no ano em que a plataforma celebrou 15 anos de atividade, passados no dia 15 de janeiro.
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Língua Portuguesa
HOJE - III Festival de Cinema Português
Alice (2005)
Passaram 193 dias desde que Alice foi vista pela última vez. Todos os dias Mário (Nuno Lopes) , o seu pai, sai de casa e repete o mesmo percurso que fez no dia em que Alice desapareceu. A obsessão de a encontrar leva-o a instalar uma série de câmaras de vídeo que registam o movimento das ruas. No meio de todos aqueles rostos, daquela multidão anónima, Mário procura uma pista, uma ajuda, um sinal… A dor brutal causada pela ausência de Alice transformou-o numa pessoa diferente mas essa procura obstinada e trágica, é talvez a única forma que ele tem para continuar a acreditar que um dia Alice vai aparecer.
Realização: Marco Martins
Sala Cinemateca Nacional, MBA, 4:45 pm
Entrada Livre.
O Julgamento / El Juicio (2007)
Jaime Ferreira (Júlio César), um professor universitário alcoólico e atormentado, vê-se um dia confrontado com o seu maior sonho e o seu pior pesadelo: encontrar o inspector da PIDE que, durante a ditadura de Salazar, o prendeu, torturou e matou Marcelino, um dos seus camaradas. É num julgamento em que a sua filha Catarina (Fernanda Serrano) é advogada de defesa, que Jaime reconhece no arguido o homem que durante todos estes anos assombrou as suas memórias. Confrontado com este facto inesperado e perturbador, partilha a sua descoberta com Joana (Alexandra Lencastre), a filha de Marcelino, com quem mantém uma relação algo tumultuosa, e com dois amigos dos tempos da luta antifascista, Miguel (José Eduardo) e Henrique (Henrique Viana). A revelação desperta sentimentos confusos em todos, mas é Jaime que, num momento de impulso irreflectido, embarca num caminho sem retorno: rapta o ex-PIDE e leva-o para a sua casa de campo, um lugar recôndito e aprazível que, pouco a pouco, se transforma numa arena onde as emoções mais intensas andam à solta...
Realização: Leonel Vieira
Sala CELARG 5pm
Entrada Livre.
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Cinema Português
quarta-feira, 6 de junho de 2012
Filme contra uma “especialidade portuguesa”: o esquecimento
“O Fantasma do Novais”, de Margarida Gil, tenta resgatar a memória de Novais Teixeira, jornalista e crítico de cinema português, que morreu em Paris há 40 anos.No início do filme ouvimos dizer: “Ele foi um homem discreto que não quis deixar marcas”. E é um pouco isso que vemos, 40 anos após a morte de Novais Teixeira. Terá sido um dos portugueses mais activos política e culturalmente no século XX, mas permanece um ilustre desconhecido. Margarida Gil chama-lhe “fantasma” na obra sobre a vida deste jornalista e crítico de cinema que estreia neste domingo.
“Esquecer as grandes figuras”, é uma “grande especialidade portuguesa”, critica a realizadora que, no último ano, foi a Espanha, ao Brasil e a França falar com aqueles que conviveram com Novais. Encontrou uma vida preenchida.
O cinema português “deve-lhe muito”, diz, e algumas das figuras com quem se cruzou foram muito influenciadas pelo crítico, nascido em Guimarães. Mas durante este tempo “nunca falaram nele”.
“Esquecer as grandes figuras”, é uma “grande especialidade portuguesa”, critica a realizadora que, no último ano, foi a Espanha, ao Brasil e a França falar com aqueles que conviveram com Novais. Encontrou uma vida preenchida.
O cinema português “deve-lhe muito”, diz, e algumas das figuras com quem se cruzou foram muito influenciadas pelo crítico, nascido em Guimarães. Mas durante este tempo “nunca falaram nele”.
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Cinema Português
HOJE Festival de Cinema Português
O Julgamento / El Juicio (2007)
Jaime Ferreira (Júlio César), um professor universitário alcoólico e atormentado, vê-se um dia confrontado com o seu maior sonho e o seu pior pesadelo: encontrar o inspector da PIDE que, durante a ditadura de Salazar, o prendeu, torturou e matou Marcelino, um dos seus camaradas. É num julgamento em que a sua filha Catarina (Fernanda Serrano) é advogada de defesa, que Jaime reconhece no arguido o homem que durante todos estes anos assombrou as suas memórias. Confrontado com este facto inesperado e perturbador, partilha a sua descoberta com Joana (Alexandra Lencastre), a filha de Marcelino, com quem mantém uma relação algo tumultuosa, e com dois amigos dos tempos da luta antifascista, Miguel (José Eduardo) e Henrique (Henrique Viana). A revelação desperta sentimentos confusos em todos, mas é Jaime que, num momento de impulso irreflectido, embarca num caminho sem retorno: rapta o ex-PIDE e leva-o para a sua casa de campo, um lugar recôndito e aprazível que, pouco a pouco, se transforma numa arena onde as emoções mais intensas andam à solta...
Realização: Leonel Vieira
Sala Cinemateca, MBA, 2:30 pm
Entrada Livre.
Singularidades de uma rapariga loura… (2009)
Numa viagem de comboio para o Algarve, Macário conta as atribulações da sua vida amorosa a uma desconhecida senhora: Mal entra para o seu primeiro emprego, um lugar de contabilista no armazém em Lisboa do seu tio Francisco, apaixona-se perdidamente pela rapariga loira que vive na casa do outro lado da rua, Luísa Vilaça. Conhece-a e quer de imediato casar com ela. O tio discorda, despede-o e expulsa-o de casa. Macário consegue enriquecer em Cabo-Verde e quando já tem a aprovação do tio para finalmente casar com a sua amada, descobre então a "singularidade" do carácter da noiva.
Realização: Manoel de Oliveira
Sala CELARG, 5 pm.
Entrada Livre
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Cinema Português
terça-feira, 5 de junho de 2012
Sala Rakhmaninov encheu para ouvir dois jovens músicos portugueses
A Sala
Rakhmaninov do Conservatório de Moscovo, uma das mais conhecidas entre os
amantes de música clássica na capital russa, encheu segunda-feira à noite para
ouvir dois jovens músicos portugueses.
Num
concerto realizado no âmbito do X Festival Internacional de Música
"Universos do Som", o pianista Pedro Emanuel Pereira e o violinista
Álvaro Pereira tocaram num espetáculo cuja primeira parte foi dedicada à obra
de Brahms.
Segundo
declararam os músicos à agência Lusa, a escolha de Brahms foi feita "como
síntese das referências musicais do séc. XIX".
Venezuela: Cinema português homenageia José Saramago e assinala Dia de Portugal
Duas centenas de
pessoas assistiram, sábado, à sessão inauguração da 3ª Mostra de Cinema
Português Contemporâneo, uma iniciativa que homenageia o escritor e novelista
luso José Saramago e faz parte das celebrações do Dia de Portugal em Caracas.
A mostra, que
decorrerá até 7 de junho, teve início com a exibição do filme "José e
Pilar" (2010) de Miguel Gonçalves Mendes, que apresentou "um olhar
único sobre o lado humano dos últimos anos do escritor português José
Saramago", demostrando que, como disse o prémio Nobel da Literatura,
"tudo pode ser contado de outra maneira".
Segundo o embaixador
de Portugal em Caracas, Mário Lino da Silva, a mostra pretende ainda
"divulgar a cinematografia portuguesa contemporânea, através de uma
programação diversificada que abarca um total de seis filmes de outros tantos
realizadores portugueses".
Exposição de fotografia abre hoje em Espanha
Retratos de três artistas portugueses, inspirados na obra-prima da pintura portuguesa do século XV - "Os Painéis de São Vicente de Fora" -, para refletir o Portugal moderno, vão estar em exposição a partir de hoje, na capital espanhola.
José Luis Neto, José Maças de Carvalho e Pedro Cabral Santo apresentam em Madrid os retratos da exposição "Polípto", mostra que, entre janeiro e o início de maio deste ano, esteve patente no BES Arte, em Lisboa, e na qual participaram ainda as espanholas Carmela García e Cristina Lucas e o francês, residente em Madrid, Pierre Gonnord.
A versão "portuguesa" da "Polípto" é inaugurada hoje na Fundação Lázaro Galdiano, em Madrid, numa iniciativa apoiada pela Photo España, pela Associação Número -- Arte e Cultura e pela Força Motriz.
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Fotografia
HOJE III Festival de Cinema Portugués...
Pele (2005)
Olga tem uma vida fácil, no seio de uma família abastada. Estuda na universidade, frequenta as festas da alta sociedade, joga ténis e passa lânguidas tardes à beira da piscina com as suas amigas. Mas ela sabe que é diferente: a sua pele não é branca. Olga depara-se com este desconforto progressivo, mas prefere ignorá-lo. Só que quando o seu pai regressa de Angola, após 20 anos passados no estrangeiro, o seu mundo de conforto e fantasia começa a esboroar-se. Olga já não sabe quem é ou de onde vem. Começa então a sua viagem de descoberta de identidade e liberdade. Olga envolve-se com outras pessoas, com outras formas de viver e com o teatro. E como actriz, compreende que a luta das emoções e das memórias começa na pele.
Realização: Fernando Vedrell
Sala CELARG, 5 pm, Entrada livre.
Parlamento chumba propostas de PCP e BE para "valorizar" e "apoiar" cinema
Parlamento chumba propostas de PCP e BE para "valorizar" e "apoiar" cinema
O projeto de lei do PCP contou com os votos favoráveis da bancada comunista e do PEV, mas foi rejeitado pelo PSD, pelo CDS-PP e PS, contando ainda com a abstenção do BE.
A vice-presidente da bancada do PS Inês de Medeiros anunciou uma declaração de voto sobre esta proposta.
Já o projeto de resolução do BE, que recomendava ao Governo a criação de mecanismos imediatos e urgentes para o apoio ao setor, foi igualmente rejeitado pelos votos contra da maioria e do PS (que votou favoravelmente um dos pontos). In Jornal de Notícias.
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Cinema Português
segunda-feira, 4 de junho de 2012
Cineasta José Fonseca e Costa assaltado com violência no Bairro Alto
O cineasta José Fonseca e Costa foi vítima de um assalto violento com tentativa de degolação numa rua do Bairro Alto, em Lisboa, quando se dirigia para o prédio onde mora, na madrugada de domingo.
O cineasta conta que “pouco passava da meia-noite” quando foi abordado a cerca de cem metros da sua casa na Rua Nova do Loureiro, por um homem que lhe encostou uma navalha à garganta.
“Depois de um golpe de gravata feito com mão de mestre”, foi “atirado ao chão e pontapeado sem dó nem piedade”, descreve Fonseca e Costa, num texto de opinião enviado ao PÚBLICO e que será publicado na edição impressa e na edição exclusiva para assinantes de terça-feira.
A violência do assalto foi tal que o cineasta de 78 anos teve de ser assistido no Hospital de S. José, onde recebeu tratamentos a um corte feito na zona do pescoço. No domingo à tarde estava já em casa.
“Depois de um golpe de gravata feito com mão de mestre”, foi “atirado ao chão e pontapeado sem dó nem piedade”, descreve Fonseca e Costa, num texto de opinião enviado ao PÚBLICO e que será publicado na edição impressa e na edição exclusiva para assinantes de terça-feira.
A violência do assalto foi tal que o cineasta de 78 anos teve de ser assistido no Hospital de S. José, onde recebeu tratamentos a um corte feito na zona do pescoço. No domingo à tarde estava já em casa.
Falando de uma tentativa de “homicídio frustrado” , Fonseca e Costa culpa a Câmara de Lisboa pela insegurança que se vive naquela zona da cidade, que está transformada “numa lixeira, com ruas sujas, escusas e escuras que são uma tentação para os criminosos”. O cineasta lamenta ainda a ausência da Polícia Municipal na rua onde mora, que está “abandonada e triste”.
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Cinema Português
III Muestra de Cine Portugués Contemporáneo...Hoje
Singularidades de uma rapariga loura… (2009)
Numa viagem de comboio para o Algarve, Macário conta as atribulações da sua vida amorosa a uma desconhecida senhora: Mal entra para o seu primeiro emprego, um lugar de contabilista no armazém em Lisboa do seu tio Francisco, apaixona-se perdidamente pela rapariga loira que vive na casa do outro lado da rua, Luísa Vilaça. Conhece-a e quer de imediato casar com ela. O tio discorda, despede-o e expulsa-o de casa. Macário consegue enriquecer em Cabo-Verde e quando já tem a aprovação do tio para finalmente casar com a sua amada, descobre então a "singularidade" do carácter da noiva.
Realização: Manoel de Oliveira
Pele (2005)
Olga tem uma vida fácil, no seio de uma família abastada. Estuda na universidade, frequenta as festas da alta sociedade, joga ténis e passa lânguidas tardes à beira da piscina com as suas amigas. Mas ela sabe que é diferente: a sua pele não é branca. Olga depara-se com este desconforto progressivo, mas prefere ignorá-lo. Só que quando o seu pai regressa de Angola, após 20 anos passados no estrangeiro, o seu mundo de conforto e fantasia começa a esboroar-se. Olga já não sabe quem é ou de onde vem. Começa então a sua viagem de descoberta de identidade e liberdade. Olga envolve-se com outras pessoas, com outras formas de viver e com o teatro. E como actriz, compreende que a luta das emoções e das memórias começa na pele.
Realização: Fernando Vedrell
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Cinema Português
domingo, 3 de junho de 2012
Que espectadores para os filmes portugueses? Artigo de João Lopes
Poucos espectadores para os filmes portugueses?
(...) O que se joga é de outra natureza, já que se liga com os poderes mais fortes da nossa vida cultural. A pergunta (descartada pela maioria da classe política) é esta: será possível que um público formatado, há mais de três décadas, pela mediocridade das telenovelas se interesse pelos filmes portugueses? A resposta tem tanto de cruel como de transparente: não é possível.
Nas últimas semanas, chegaram às salas dois filmes portugueses aos quais se colaram, automaticamente, os rótulos de "acessíveis" e "comerciais": Assim Assim, de Sérgio Graciano, e A Teia de Gelo, de Nicolau Breyner. O primeiro seria um retrato "despretensioso" de personagens "como nós"; o segundo recuperaria referências "tradicionais" dos géneros policial e de terror.
Não vou esconder que, em ambos os casos, os resultados me parecem profundamente desinteressantes, marcados que estão pela formatação (psicológica ou anedótica) imposta pelas telenovelas. Em todo o caso, mesmo que estivéssemos perante radiosas obras-primas, a impostura mantinha-se. Impostura dos cineastas? Não, impostura desse discurso que "ninguém" diz, mas que, nem que seja por demissão jornalística, tantas vezes aceitamos como um retrato adequado do cinema português: de um lado estariam os filmes "difíceis" que ninguém vai ver; do outro os produtos "populares" que mobilizam delirantes multidões de espectadores...
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Cinema Português
Polémica: Secretária e máquina de escrever seriam de Pessoa?
Os herdeiros do antigo proprietário da Sociedade Africana de Explosivos (SAE) negam que a secretária e máquina de escrever rematadas em leilão, no dia 22, tenham sido utilizadas por Fernando Pessoa, enquanto a leiloeira garante que foram.
Os quatro netos de Francisco Fernandes Camello, que em 1922 adquiriu a SAE, afirmam que a informação veiculada pela leiloeira World Legend-Leiria & Nascimento, segundo a qual aquelas peças tinham sido utilizadas por Fernando Pessoa, enquanto empregado de escritório, "não corresponde à verdade", afirmam num comunicado enviado à agência Lusa.
Os herdeiros sustentam que "o escritório, sito no Largo do Corpo Santo, nº28-1º, onde se encontravam as referidas máquina de escrever e secretária, sempre pertenceu à Sociedade Africana de Pólvora e não à Sociedade Portuguesa de Explosivos", conforme informação da leiloeira.
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Fernando Pessoa
1ª edição de "Amor de Perdição" vendida por 2.300 euros
Uma 1ª edição do livro "Amor de Perdição", de Camilo Castelo Branco, foi vendida na quarta-feira num leilão, em Lisboa, por 2.300 euros, indicou hoje a leiloeira à agência Lusa.
O leilão de livros, mapas, gravuras e manuscritos, organizado pelo Palácio do Correio Velho, iniciado na quarta-feira, continua hoje, segundo e último dia.
A obra do escritor Camilo Castelo Branco, editada em 1862 - há 150 anos --, tinha como base de licitação 500 euros.
De acordo com a mesma fonte do Palácio do Correio Velho, esta primeira sessão "teve bastante adesão do público".
"Amor de Perdição" é a novela mais célebre de Camilo Castelo Branco (1825-1890) e foi inspirada nas desventuras passionais do autor e na peça de "Romeu e Julieta" de William Shakespeare.
No livro, Simão Botelho e Teresa de Albuquerque apaixonam-se, mas são forçados a manter o seu romance em silêncio, porque as suas famílias odeiam-se.
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Camilo Castelo Branco
sábado, 2 de junho de 2012
Cinco portugueses nomeados para o prémio PT
O anúncio dos nomes dos 60 nomeados, dos jurados e dos curadores do Prémio, assim como as alterações à atribuição, foi feito quarta-feira à noite no Rio de Janeiro.
Nesta 10.ª edição, o Prémio distinguirá uma obra de poesia, uma de conto ou crónica e um romance, recebendo cada vencedor 50 mil reais, cerca de 20 mil euros. Entre os três vencedores o júri atribuirá o Grande Prémio, também no valor de 50.000 reais.
"A reformulação do prémio e a separação por categorias privilegia e promove a diversidade dos géneros literários, valorizando as características singulares de cada género literário e amplia a visão comum a respeito da literatura lusófona. Nem por isso, deixa de distinguir um grande vencedor, com a escolha, simultânea e entre os três vencedores de cada categoria: o Grande Prémio de 2012", segundo um comunicado da Portugal Telecom divulgado hoje.
Ao galardão candidataram-se 502 títulos: 165 obras na categoria Poesia, 139 em Conto/Crónica e 198 em Romance, todos publicados no ano de
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Valter Hugo Mãe
Vasco Graça de Moura: 50 anos de vida literária
"É a primeira iniciativa universitária dedicada ao estudo de um autor que, ao longo dos anos, tem marcado a vida social e cultural do nosso país. Vasco Graça Moura tem tido uma influência enorme na Academia e já era tempo de lhe fazermos esta homenagem. Tudo se organizou de forma muito espontânea e dinâmica", diz ao JL, o prof. catedrático Eduardo Paz Barroso, organizador, a par da também prof.ª catedrática Isabel Ponce de Leão, do colóquio 50 anos de Vida Literária de Vasco Graça Moura, que decorre a 31 de maio, a partir das 10 da manhã, na Universidade Fernando Pessoa (UFP), no Porto, entidade que desde logo apoiou e acarinhou este projeto.
O colóquio - primeira iniciativa de várias a decorrer até 2013, como uma exposição biográfica na Cooperativa Árvore - é organizado pela Faculdade de Ciências Humanas e Sociais e pelo Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias, do polo do Porto.
Depois da sessão de abertura - com Salvado Trigo, reitor da UFP, Inês Gomes, a diretora da FCHS e os dois comissários - decorre, a partir das 10 e 30, a conferência de abertura por Gaspar Martins Pereira, prof. catedrático do departamento de História da Faculdade de Letras, da Universidade do Porto. O investigador falará sobre o Porto no imaginário da obra de Vasco Graça Moura (VGM).
O colóquio - primeira iniciativa de várias a decorrer até 2013, como uma exposição biográfica na Cooperativa Árvore - é organizado pela Faculdade de Ciências Humanas e Sociais e pelo Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias, do polo do Porto.
Depois da sessão de abertura - com Salvado Trigo, reitor da UFP, Inês Gomes, a diretora da FCHS e os dois comissários - decorre, a partir das 10 e 30, a conferência de abertura por Gaspar Martins Pereira, prof. catedrático do departamento de História da Faculdade de Letras, da Universidade do Porto. O investigador falará sobre o Porto no imaginário da obra de Vasco Graça Moura (VGM).
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Vasco Graça Moura
sexta-feira, 1 de junho de 2012
Maria Freitas expõe no Centro Português de Caracas
De 28 de Junho a 8 de Julho o a Sala de Exposições do Centro Português de Caracas acolhe uma exposição da artista plástica Maria Freitas. A exposição está integrada nas comemorações do Dia da Região.
Depois do Centro Português de Caracas, os trabalhos vão ficar expostos no Consulado Geral de Portugal em Caracas.
Do programa de comemorações do Dia da Região constam ainda um concerto da Orquestra Sinfónica da Venezuela, no dia 29 de Julho, que conta com a participação da fadista, Rosa Madeira.
Nota: A pintora foi membro do IPC, durante vários anos, até ao seu regresso definitivo para Portugal.
Nota: A pintora foi membro do IPC, durante vários anos, até ao seu regresso definitivo para Portugal.
RESTAURO DOS SEIS ÓRGÃOS Palácio de Mafra recebe prémio europeu
Após um
interregno de duzentos anos, os seis órgãos históricos do Palácio de Mafra,
únicos no mundo, voltaram a tocar em conjunto desde há dois anos, após um
restauro que vai ser premiado na sexta-feira pela Comissão Europeia.
O restauro, que durou onze anos e
meio, é um dos seis projetos de excecional relevância no património europeu a
ser distinguido na sexta-feira com o prémio Europa Nostra, numa cerimónia que
decorre no Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa, com a presença do Presidente da
República, do presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, e do presidente
da organização Europa Nostra, o tenor Plácido Domingo.
O
evento acontece no âmbito do Congresso Europeu do Património.Conversatório com…Rainer Sousa!
Decorreu ontem, a casa cheia, uma nova edição de Conversatório com... desta feita com o professor e, agora também romancista, Rainer Sousa sobre o seu livro O Mapa do Tesouro de Ouro, obra que está à venda unicamente em Amazon.com.
O evento começou com uma apresentação de João da Costa Lopes, do IPC, que fez a apresentação do orador, o qual começou por situar a acção da obra, a procura do quimérico El Dorado. Fê-lo através de uma breve viagem pelo século XVI a partir de Portugal, da Lisboa quinhentes y cosmopolita e chegando até à Venezuela, misturando personagens reais com outras fictícias mas verossímeis. Interveio igualmente José Carlos Rebello, do Centro Português, e depois seguiu-se uma animada sessão de perguntas e resposta, que só terminou porque as horas avançavam implacavelmente.
O livro está actualmente disponível em castelhano e a tradução em português, também do autor, que está simultaneamente a terminar uma tese sobre lingüística comparada e n continuação da saga iniciado com O Mapa.... estará em Amazon.com antes do final de 2012.
Proximamente informaremos sobre o próximo Conversatório com...
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Amanhã : III Mostra de Cinema Português Contemporâneo
A Embaixada de Portugal em Caracas, em parceria com a Fundación Cinemateca Nacional, tem o prazer de anunciar a III Mostra de Cinema Português Contemporâneo, que conta com o apoio do Instituto Camões, Instituto do Cinema e Audiovisual, Instituto Português de Cultura e Caixa Geral de Depósitos. O evento realizar-se-á de 2 a 7 de junho, nas Salas Cinemateca do CELARG e do Museu de Belas Artes (MBA), em Caracas.
Nesta ocasião pretende-se divulgar a cinematografia portuguesa contemporânea, através de uma programação diversificada que abarca um total de seis filmes de outros tantos realizadores portugueses. Entre eles não poderia faltar o decano do cinema mundial Manoel de Oliveira, o mais antigo cineasta em atividade, mas sobressaem igualmente novos talentos que vêm conquistando o reconhecimento internacional no mundo da sétima arte.
A presente Mostra abre com “José e Pilar” (2010), o aclamado documentário de Miguel Gonçalves Mendes, que apresenta um olhar único sobre o lado humano dos últimos anos do escritor português José Saramago, demonstrando que, como disse o Nobel da Literatura, “tudo pode ser contado de outra maneira”. “José y Pilar” é o retrato surpreendente de um autor durante o seu processo de criação e a imagem da relação de um casal empenhado em mudar o mundo ou, pelo menos, em melhorá-lo.
Cabe destacar igualmente o filme mais recente da Mostra, “Sangue do meu sangue” (2011) de João Canijo, um dos nomes mais representativos entre os realizadores portugueses contemporâneos. Esta obra continua a somar galardões em numerosos festivais internacionais, incluindo prémios nos festivais de San Sebastian, Miami e Barcelona, entre outros.
O evento contará ainda com mais quatro filmes, todos eles convidados para distintos festivais nacionais e internacionais: “Alice” (2005) de Marco Martins; “Pele” (2005) de Fernando Vendrell, “Singularidades de uma rapariga loura” (2009) de Manoel de Oliveira e “O Julgamento” (2007) de Leonel Vieira.
A III Mostra de Cinema Português Contemporâneo será inaugurada no próximo dia 2 de junho (sábado), às 17 horas, na Sala Cinemateca do CELARG, com a exibição do filme “José e Pilar” de Miguel Gonçalves Mendes. A entrada na sessão de inauguração será efetuada mediante a apresentação de um convite, o qual poderá ser solicitado à Embaixada de Portugal. As restantes sessões serão de entrada livre.
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