sexta-feira, 12 de junho de 2009

Sábado 11: Celarg: Encerramento da Semana de Portugal


Amanhã, sábado, às 11 am, o escritor Fernando Pinto do Amaral encerra a Semana de Portugal com uma conferência sobre La poesía de Fernando Pessoa
y su significado en la literatura actual portuguesa
. Trata-se da terceira intervenção do autor de O Segredo de Leonardo Volpi durante a Semana de Portugal, para a qual veio especialmente convidado pelo Instituto Português de Cultura.
Fernando Pinto do Amaral – que já discursou no aniversário do Centro Português e teve um encontro com os alunos de Português da UCV – deu um contributo fundamental para o êxito do Dia de Portugal/Dia de Camões e amanhã, no aniversário de Fernando Pessoa, contribuirá para uma melhor compreensão do papel do poeta dos heterónimos no actual panorama da literatura portuguesa.
Uma ocasião a não perder para escutar um excelente palestrante.

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Entrevista a El Mundo. Saramago: 'La corrupción no le importa a nadie'


José Saramago ha reunido los artículos publicados durante los seis primeros meses de su actividad como bloguero en 'El Cuaderno', un libro vetado en Italia por Silvio Berlusconi y que refleja el espíritu crítico de su autor. "La corrupción no le importa a nadie", sostiene el autor en una entrevista realizada a través del correo electrónico con motivo de la publicación de 'El Cuaderno' (Alfaguara).
El libro, cuyos ingresos serán destinados a la Fundación José Saramago , que aloja el blog del escritor, será presentado por el Premio Nobel portugués, de 86 años, en un encuentro con blogueros abierto a los internautas de todo el mundo el próximo día 25 en Lisboa.

Pregunta.- La editorial italiana Einaudi, propiedad de Silvio Berlusconi, no publicará 'El Cuaderno' por las críticas que contiene al primer ministro italiano y magnate de la comunicación, ¿Qué opina de esta decisión?


quarta-feira, 10 de junho de 2009

Caminhe com Rosa Mota

No sábado 13, a partir das 8 da manhã, aproveite para caminhar ao lado de Rosa Mota, uma maratonista de excepção. O local de encontro é o Parque Generalíssimo Francisco de Miranda (Parque del Este).
Muito poucas vezes – ou nunca – temos a oportunidade de caminhar ao lado de uma desportista que conquistou o céu, ou mais especificamente a Medalha de Ouro nos Jogos Olímpicos de 1988, em Seul, e que disputou 21 maratonas entre 1982 e 1992, numa média de duas maratonas por ano, tendo vencido 14 dessas 21 corridas.
Rosa Mota (Porto, 1958) levou o nome desportivo de Portugal mais alto que nunca.
Caminhe com ela no dia 13, de manhã cedo, e depois, aproveitando que é o aniversário de Fernando Pessoa, continue até ao Celarg/Altarima e assista à conferência do professor e poeta Fernando Pinto do Amaral, convidado do IPC para a Semana de Portugal.


Aqui estão alguns dos seus triunfos mais importante.
Campeã olímpica em Seul em 1988
Medalha de bronze em Los Angeles em 1984
Campeã do Mundo em Roma em 1897
Quarta classificada no Campeonato do Mundo em Helsínquia em 1983
Campeã da Europa em Atenas em 1982, em Estugarda em 1986 e em Split em 1990.
Vencedora das maratonas de Roterdão (1983), Chicago (1983 e 1984), Tóquio (1986), Boston (1987, 1988 e 1990), Osaca (1990) e Londres (19919. Vencedora da Sao Silvestre de São Paulo seis vezes consecutivas (1981 a 1986).


Dia de Camões, Dia de Portugal...


Hoje é Dia de Portugal.

Conheça um pouco a estória deste dia, a partir deste texto tomado da Internet.
Na sequência dos trabalhos legislativos após a Proclamação da República Portuguesa de 5 de Outubro de 1910, foi publicado um decreto em 12 de Outubro estipulando os feriados nacionais. Alguns feriados foram eliminados, particularmente os religiosos, de modo a diminuir a influência da igreja católica[1] e laicizar a sociedade.
Neste decreto ficaram consignados os feriados de 1 de Janeiro, Dia da Fraternidade Universal; 31 de Janeiro, que evocava a revolução falhada do Porto, e portanto foi consagrado aos mártires da República; 5 de Outubro, Dia dos heróis da República; 1 de Dezembro, o Dia da Autonomia (Restauração da Independência) e o Dia da Bandeira; e 25 de Dezembro, que passou a ser considerado o Dia da Família, tentando também laicizar a festa religiosa do Natal.
O decreto de 12 de Junho dava ainda a possibilidade de os municípios e concelhos escolherem um dia do ano que representasse as suas festas tradicionais e municipais. Lisboa escolheu para feriado municipal o 10 de Junho, em honra de Camões, uma vez que a data é apontada como sendo a da morte do poeta que escreveu Os Lusíadas.[1]
Luís de Camões representava o génio da pátria na sua dimensão mais esplendorosa, significado que os republicanos atribuíam ao 10 de Junho, apesar de nos primeiros anos da república ser um feriado exclusivamente municipal. Com o 10 de Junho, os republicanos de Lisboa tentaram evocar a glória das comemorações camonianas de 1880, uma das primeiras manifestações das massas republicanas em plena monarquia[1].
Dia da Raça e Dia das Comunidades
O 10 de Junho começou a ser particularmente exaltado com o Estado Novo, o regime instituído em Portugal em 1933 sob a direcção de António de Oliveira Salazar. Foi a partir desta época que o dia de Camões passou a ser festejado a nível nacional. A generalização dessas comemorações deveu-se bastante à cobertura dos meios de comunicação social[1].
Durante o Estado Novo, o 10 de Junho continuou sendo o Dia de Camões. O regime apropriou-se de determinados heróis da república, não no sentido laico que os republicanos pretendiam, mas num sentido nacionalista e de comemoração colectiva histórica e propagandística.
Até ao 25 de Abril de 1974, o 10 de Junho era conhecido como o Dia de Camões, de Portugal e da Raça, este último epíteto criado por Salazar na inauguração do Estádio Nacional do Jamor em 1944 em memória das vítimas da Guerra Colonial Portuguesa. A partir de 1963, o 10 de Junho tornou-se numa homenagem às Forças Armadas Portuguesas, numa exaltação da guerra e do poder colonial[1]. Com uma filosofia diferente, a Terceira República converteu-o no Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas em 1978.

terça-feira, 9 de junho de 2009

Porto: Festival mostra 80 filmes em cinco dias


Segunda edição do Festival Internacional de Curtas-Metragens do Porto arranca depois de amanhã
O Festival Porto7 - Festival internacional de Curtas-Metragens do Porto está de volta. A segunda edição, que vai exibir cerca de 80 filmes, decorre no Museu Nacional de Soares dos Reis entre quarta-feira e domingo.
"Esta edição é uma clara evolução. A primeira foi como uma experiência e esta já cresceu muito mais, quer em número de filmes, quer em participações internacionais", diz o director do evento e elemento do júri da secção competitiva, Francisco Ávila. Os trabalhos vêm de 41 países, como o Irão, Iraque, Austrália, EUA, França e Alemanha. Além de Portugal.

domingo, 7 de junho de 2009

Saramago: la cosa Berlusconi





No veo qué otro nombre le podría dar. Una cosa peligrosamente parecida a un ser humano, una cosa que da fiestas, organiza orgías y manda en un país llamado Italia. Esta cosa, esta enfermedad, este virus amenaza con ser la causa de la muerte moral del país de Verdi si un vómito profundo no consigue arrancarlo de la conciencia de los italianos antes de que el veneno acabe corroyéndole las venas y destrozando el corazón de una de las más ricas culturas europeas. Los valores básicos de la convivencia humana son pisoteados todos los días por las patas viscosas de la cosa Berlusconi que, entre sus múltiples talentos, tiene una habilidad funambulesca para abusar de las palabras, pervirtiéndoles la intención y el sentido, como en el caso del Pueblo de la Libertad, que así se llama el partido con que asaltó el poder.


Mariza actua pela primeira vez no Japão em Outubro

Mariza irá este ano, pela primeira vez, no Japão, disse à Lusa a cantora que acrescentou que em Julho actuará com Chucho Valdez no North Sea Jazz Festival, na Holanda.
"Finalmente irei ao Japão, estão reunidas as condições que pretendia, e em Outubro irei apresentar-me em Tóquio e noutras cidades", disse Mariza à Lusa.
A cantora afirmou que a ida ao Japão se integra na digressão asiática que a levará também à Austrália.
Macau, Coreia do Sul e Tailândia, onde a fadista já actuou, são outras etapas desta viagem ao Oriente.

Mais no Diário de Notícias.

sábado, 6 de junho de 2009

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Manuel Alegre esgota edições italianas


As edições italianas de ‘O Quadrado’ e ‘Cão Como Nós’, lançadas pela Il Filo, já estão esgotadas. A notícia foi revelada numa apresentação dessas obras no Instituto Italiano, em Lisboa, onde Alegre elogiou o País: “Quando estava no exílio fui pela primeira vez a Itália e, uma vez lá, senti que não estava no exílio.”

Saramago volta à sua terra natal


Homenagem: Escritor emocionou-se ao ver estátua
"Gosto sobretudo da expressão dos olhos, porque o escultor captou muito bem o modo como o olhar se fita na distância", disse ontem José Saramago após a inauguração da sua estátua, na Azinhaga do Ribatejo, sua terra natal.
Perante um verdadeiro banho de multidão, o Nobel da Literatura emocionou-se vendo-se representado sentado num banco de jardim no largo da Praça, de livro na mão, a observar intemporalmente os habitantes da aldeia que tanto adora.
"Estou inaugurado e muito feliz por isso", gracejou o escritor, que fez questão de estar presente, apesar dos problemas de saúde com que se tem debatido nos últimos meses. E não foi fácil convencer José Saramago a permitir esta homenagem, uma ideia que demorou dois anos a concretizar e que partiu de José Miguel Noras, ex-presidente da Câmara de Santarém.
O presidente da Junta de Freguesia de Azinhaga e amigo pessoal do escritor, Vítor Guia, teve mesmo de ir persuadi-lo a Lanzarote. "Deixem-me morrer e depois façam-me as estátuas que quiserem, para os pássaros sujarem à vontade", foi a primeira resposta de José Saramago, que, no dia seguinte, mudou de ideias. Depois da renitência inicial, ficou bastante satisfeito por saber que a estátua, da autoria do escultor Armando Ferreira, o ia imortalizar sentado a ler, junto ao pólo da Fundação que criou na Azinhaga.
Saramago na Feira do Livro do Porto.

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Semana Portugal 2009


Fernando Pinto do Amaral, professor universitário, poeta, ensaísta e romancista é o intelectual convidado pelo Instituto Português de Cultura para a Semana de Portugal 2009.

Parte do seu programa em Caracas incluie as seguintes actividades:

10 de Junho, às 19: 30 h.
Inauguração da Exposição “Camões”, Centro Português.
***
10 de Junho, às 20 h.
Salão Nobre, do Centro Português
Palestra:Camões como símbolo de Portugal.
***
11 de Junho, 10 h
Palestra na Universidad Central de Venezuela
***
13 de Junho, às 11 h.
Celarg, Altamira
Conferência:
La poesía de Fernando Pessoa
y su significado en la actual literatura portuguesa

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Prémio Camões para Arménio Vieira de Cabo Verde


O júri do Prémio Camões decidiu atribuir o galardão deste ano ao poeta cabo-verdiano Arménio Vieira, disse fonte oficial.
Arménio Vieira, o primeiro cabo-verdiano a receber o Prémio Camões, nasceu na cidade da Praia, na Ilha de Santiago, Cabo Verde, em 24 de Janeiro de 1941.
Além de escritor, é jornalista, com colaborações em publicações como o “Boletim de Cabo Verde”, a revista “Vértice”, de Coimbra, “Raízes”, “Ponto & Vírgula”, “Fragmentos” e “Sopinha de Alfabeto”. Arménio Vieira foi redactor no jornal “Voz di Povo”.
O Prémio Camões, criado em 1988 pelos governos português e brasileiro, distingue todos os anos escritores dos países lusófonos.

terça-feira, 2 de junho de 2009

Prémio Camões atribuído ao poeta Arménio Vieira de Cabo Verde

Lisboa, 02 Jun (Lusa) - O júri do Prémio Camões decidiu atribuir o galardão deste ano ao poeta cabo-verdiano Arménio Vieira, disse à Agência Lusa fonte oficial.
Arménio Vieira, o primeiro cabo-verdiano a receber o Prémio Camões, nasceu na cidade da Praia, na Ilha de Santiago, Cabo Verde, em 24 de Janeiro de 1941.
Além de escritor, é jornalista, com colaborações em publicações como o Boletim de Cabo Verde, a revista Vértice, de Coimbra, Raízes, Ponto & Vírgula, Fragmentos e Sopinha de Alfabeto.
Arménio Vieira foi redactor no jornal Voz di Povo.
O Prémio Camões, criado em 1988 pelos governos português e brasileiro, distingue todos os anos escritores dos países lusófonos.

Prémio da Latinidade 2009 atribuído ao pintor Júlio Pomar


Lisboa, 02 Jun (Lusa) - O artista plástico Júlio Pomar foi distinguido, por unanimidade, com o Prémio da Latinidade "João Neves da Fontoura" 2009, anunciou a União Latina, entidade responsável pelo galardão.
O júri decidiu atribuí-lo a Júlio Pomar "pela consagração da sua obra como grande artista plástico, quer a nível nacional como internacional, e que até aos dias de hoje soube impor o seu projecto e a sua visão inicial".
Até 2008 designado por Prémio da Latinidade "Troféu Latino", passa este ano a Prémio da Latinidade "João Neves da Fontoura", ministro dos Negócios Estrangeiros brasileiro a quem se deve a criação da União Latina como organização internacional, indicou à Agência Lusa fonte da entidade.
Com este Prémio criado em 2002, a União Latina visa homenagear uma personalidade ou instituição que se tenha distinguido, pela sua obra, na difusão da Latinidade, nos domínios artístico, literário ou científico.

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domingo, 31 de maio de 2009

Literatura:António Rebordão Navarro vence edição 2009 do prémio Edmundo Bettencourt


Funchal, 30 Mai (Lusa) - "A Cama do Gato" foi o original escrito sob o pseudónimo Henrique Lagoaça que venceu este ano o prémio literário Edmundo Bettencourt, atribuído pela câmara municipal do Funchal.
O júri conseguiu "desvendar" que o autor é António Rebordão, o poeta e ficcionista do Porto, nascido em 1933, licenciado em Direito pela Universidade de Coimbra.
António Rebordão já publicou sete romances, um livro de contos, outro de crónicas, duas peças de teatro, dois ensaios e um livro de poesia.
Recebeu diversos prémios, entre os quais o do Circulo dos Leitores (1988), Alves Redol (1970) e Internacional Miguel Torga (1984).
O júri do prémio Edmundo Bettencourt do município funchalense, que vai na sexta edição, foi este ano constituído por Ana Margarida Falcão, Nelson Veríssimo, José Viale Moutinho, Fernando Figueiredo e Maria Aurora Homem e analisou cerca de quarenta obras concorrentes.

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sexta-feira, 29 de maio de 2009

Lobo Antunes quiere dar voz a los que no la tienen


El portugués António Lobo Antunes (Lisboa, 1942) es uno de los escritores más traducidos en el mundo, uno de los más singulares y, en los últimos años, uno de los más premiados. Este jueves, la Casa de América le rinde un homenaje y él, humilde, asegura que "escribe con cosas que los demás desechan".
"Me siento como un hombre que va a la basura y busca cosas que otros no quieren, que echan fuera", explica este autor cuyo nombre suena siempre para el Nobel y al que los premios, aunque le "agradan" y le parecen "un honor", también le dejan "indiferente". "Los premios no te hacen ser mejor o peor escritor", precisa este luso consagrado al amor por la palabra y a la intensidad de las emociones.

Mais em El Mundo.
Mais no Diário de Notícias.

Accuse al Cavaliere nel libro Einaudi rifiuta Saramago


MILANO — Einaudi non pubblicherà Il quaderno, il libro che raccoglie testi let­terari e politici scritti sul blog dallo scrittore porto­ghese José Saramago, pre­mio Nobel per la letteratura nel 1998.
Ne dà notizia «L’Espresso» oggi in edico­la anticipando che l’editore della raccolta di saggi sarà sempre torinese, Bollati Bo­ringhieri, ma soprattutto svelando il motivo della momentanea rottura tra l’autore di Cecità e la casa dello Struzzo. «La nuova opera — scrive Mario Porta­nova — contiene giudizi a dir poco trancianti su Silvio Berlusconi, che di Einaudi è il proprietario».

Mais em Corriere della Sera.
Mais no Público.
Mais em El Mundo.
Mais em El País.
Ainda mais em El País.

Fados no Centro Português


O Instituto Português de Cultura apresenta, esta noite no Centro Português de Caracas, uma sessão de Fados ao Ar Livre, com a exibição do filme Fados, do espanhol Carlos Saura.
A nova obra-prima do galardoado realizador Carlos Saura (Tango nomeado para o Oscar de melhor filme estrangeiro), procura captar a natureza intangível da "saudade" portuguesa e retratar a alma portuguesa através da sua música mais emblemática.
Tendo Lisboa como cenário, o filme explora as relações profundas entre a música e o cidade, e traça a evolução do Fado, das origens africanas e brasileiros à nova geração de Fadistas.
Com supervisão musical de Carlos do Carmo, o filme reúne uma das mais ricas bandas sonoras de "World Music", juntando o melhor dos novos talentos portugueses, como Mariza ou Camané, lendas internacionais, como Caetano Veloso e Chico Buarque, e estrelas em ascensão, como Lila Downs e Lura.
A magistral realização e encenação de Saura transforma a câmara no verdadeiro protagonista, deixando o espectador concentrar-se no essencial: a emoção.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Maria de Lima sobe ao palco em Londres

A actriz Maria de Lima, depois de vários papéis em Hollywood, regressou à "Meca" do teatro para embarcar no projecto inglês "Basildon". A comédia negra sobe ao palco esta terça-feira com a portuguesa num dos principais papéis.

"É uma história real, muito actual. É uma comédia negra passada numa destas cidades construídas depois da guerra um pouco à pressa, que é Basildon, em Essex", explicou ao JN a actriz que representa o papel de uma mulher casada que aceita tirar fotografias pornográficas em troca de dinheiro e um pouco de excitação na vida que a enfastia.

Mais no Jornal de Notícias.

José Carlos Fernandes editado em França

Chegou recentemente às livrarias francesas "Le plus mauvais groupe du Monde", a versão francesa de "A pior banda do Mundo", do autor português José Carlos Fernandes.
Várias vezes premiada em Portugal, esta série já se encontra editado em Espanha, Brasil e Polónia, onde foi bem recebida pela crítica e pelo público.
"A pior banda do Mundo", composta por episódios independentes de duas páginas, alguns dos quais já adaptados em curtas-metragens ou em teatro, que, qual mosaico, vão construindo um retrato alargado e consistente, é uma crónica mordaz do quotidiano bizarro e absurdo dos habitantes de uma cidade sem nome nem data, onde vivem os quatro componentes daquela banda: Sebastian Zorn, Ignacio Kagel, Idálio Alzheimer e Anatole Kopek, que demonstram uma total inépcia para a música.

Mais no Jornal de Notícias.

quarta-feira, 27 de maio de 2009

79ª Feira do Livro do Porto arranca hoje

A 79ª edição da Feira do Livro do Porto (FLP) vai começar esta quarta-feira, sendo a sua inauguração marcada pelo regresso à Baixa da cidade, após 30 anos no Pavilhão Rosa Mota. O certame apresenta pavilhões renovados e novos horários, «para conciliar com os ritmos citadinos».

De acordo com o presidente da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL), Rui Beja, o evento, este ano, vai fechar mais cedo aos dias de semana, às 20:30, tal como aconteceu com a sua congénere de Lisboa. «Caso se verifique, ao final da primeira semana, que há muita gente à hora de fecho, o horário poderá ser alargado por mais uma hora», admitiu.

O regresso à Avenida dos Aliados é, contudo, 34 anos depois de ter saído deste local para a Rotunda da Boavista e depois para o Palácio de Cristal. A mudança para um recinto exterior só foi possível graças aos novos pavilhões, concebidos pela APEL, «modernos e funcionais, que permitem um mais fácil acesso dos visitantes à oferta disponível», explicou o responsáve



Ler mais no Diário Digital
Site oficial da Feira

terça-feira, 26 de maio de 2009

Artista português Jorge Colombo assina capa da "New Yorker"


O designer português Jorge Colombo assina a capa da revista semanal norte-americana "New Yorker", uma imagem que criou recorrendo a uma aplicação do telemóvel iPhone.

Jorge Colombo, que colabora com aquela revista norte-americana desde 1994, desenhou a imagem que surge na capa da próxima edição da "New Yorker" utilizando uma aplicação do telemóvel em que o visor se transforma numa tela e o pincel é o dedo do utilizador. 

O resultado são imagens digitais que se assemelham por vezes a uma pintura impressionista. Para a capa da "New Yorker", Jorge Colombo fez uma paisagem urbana enquanto esperava para entrar no museu Madame Tussaud, em Times Square, em Nova Iorque.


Ler mais no Público

Ler mais em The New Yorker

Pessoa e Camões para moeda de 2,5 euros


Castelo Branco, 26 Mai (Lusa) - Fernando Pessoa e Camões foram escolhidos pelo escultor José Simão para ilustrar a nova moeda de colecção de 2,5 euros que hoje entra em circulação, explicou o autor à Agência Lusa.


A moeda, da colecção "A Língua Portuguesa", será distribuída a partir de hoje pelas tesourarias das instituições de crédito e do Banco de Portugal, anunciou a instituição. A Casa da Moeda está autorizada a cunhar até 150 mil exemplares.

"Tentei encontrar os autores que podiam simbolizar com maior eficácia a língua portuguesa numa pesquisa com o apoio de Natividade Pires, especialista em literatura", professora no Instituto Politécnico de Castelo Branco, disse o escultor José Simão, colega da docente no estabelecimento de ensino superior.

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Saramago será el 'gran invitado' de las 'Conversaciones literarias de Formentor'

El premio Nobel de Literatura José Saramago será el "gran invitado" de la segunda edición de las 'Conversaciones literarias de Formentor' cuya celebración tendrá lugar este año entre el 25 y 27 de septiembre -y no en junio como estaba previsto- bajo el tema central de las 'Geografías literarias'.
La consellera de Educación y Cultura, Bàrbara Galmés, remarca que el objetivo las Conversaciones es consolidar Formentor como un espacio de reflexión y diálogo. Asimismo, incidió en la presencia de otros artistas como, entre otros, Alberto Manguel, Félix de Azúa, o los baleares Baltasar Porcel, José Carlos Llop o Llúcia Ramis.

Mais em El Mundo, Espanha.

domingo, 24 de maio de 2009

João Salaviza espera que Palma de Ouro «ajude a dar mais atenção» ao cinema português

João Salaviza, que venceu o Palma de Ouro de curtas-metragens no Festival de Cannes pelo filme “Arena”, garantiu, este domingo, à TSF, que a vitória foi uma completa surpresa. O realizador português de 25 anos acrescentou que quer filmar «com liberdade» e não para fazer negócio.



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sábado, 23 de maio de 2009

María Berasarte - Todas las Horas Son Viejas


Cantar fado em espanhol é uma heresia, diz Carlos do Carmo que alguns dirão. Mas ele não diz isso, diz outra coisa completamente diferente: «novo e muito belo» são as palavras que encontra o fadista para classificar os fados da basca María Berasarte. No final de Novembro do ano passado, ela foi convidada a subir ao palco do Pavilhão Atlântico durante o concerto que celebrou os 45 anos de carreira do fadista rebelde.

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sexta-feira, 22 de maio de 2009

Língua: reforma no Instituto Camões



O Governo aprovou hoje a reestruturação do Instituto Camões, através da integração da rede de todos os graus de ensino da língua portuguesa no estrangeiro e com a concessão de maior autonomia financeira para reforço das receitas próprias. No Conselho de Ministros, os objectivos inerentes aos três decretos de reforma do Instituto Camões foram apresentados em conferência de imprensa pelos ministros de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Luís Amado, e da Cultura, Pinto Ribeiro.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

NotiFax de 15 de Maio de 2009

Morreu João Bénard da Costa


João Bénard da Costa, que foi subdirector da Cinemateca Portuguesa desde 1980 e director de 1991 a 2009, foi substituído na direcção da Cinemateca Portuguesa em Janeiro último por Pedro Mexia devido a problemas de saúde.
Nascido em Lisboa em 1935, João Pedro Bénard da Costa, licenciado em Ciências Histórico-Filosóficas, foi um dos fundadores da revista 'O Tempo e o Modo', dirigiu o Sector de Cinema do Serviço de Belas-Artes da Fundação Calouste Gulbenkian e presidia à Comissão Organizadora das Comemorações do Dia de Portugal.
Homem desde sempre ligado ao cinema, João Bénard da Costa dedicou-se ainda à crítica e ao ensaio, tendo participado como actor em vários filmes, grande parte dos quais de Manoel de Oliveira.
Pelo trabalho à frente da Cinemateca, Bénard da Costa foi condecorado em Setembro passado pelo ministro da Cultura, José António Pinto Ribeiro com a medalha de mérito cultural.

Torga em versão SMS


"Diário XII" reescrito: "brincar" com a obra nunca foi a intenção, diz o coordenador do projecto
O "Diário XII", de Miguel Torga, foi convertido para linguagem SMS por duas ex-alunas do Instituto Superior com o nome do escritor, em Coimbra. O resultado está on-line. "Brincar" nunca foi intenção, diz o coordenador do projecto.


Dinis Manuel Alves, docente no Instituto Superior Miguel Torga, em Coimbra, espera, sim, gerar discussão em torno do futuro da língua portuguesa, encontrar respostas que não tem. "Daqui a 100 ou 200 anos, vai ser assim? Não sei. As pessoas escrevem, cada vez mais, com abreviaturas". Os textos dos alunos - mesmo os mais capazes - acusam uma progressiva contaminação da linguagem SMS.