sábado, 21 de outubro de 2017
Escritor João Pinto Coelho vence Prémio LeYa 2017
O escritor João Pinto Coelho venceu o
Prémio LeYa 2017 com o romance "Os loucos da rua Mazur", foi hoje
anunciado
No anúncio do vencedor, ontem na sede do grupo
editorial LeYa, o presidente do júri, Manuel Alegre, afirmou que "Os
loucos da rua Mazur" é um romance "bem estruturado, bem escrito, que
capta a atenção quer pelo tema, quer pela construção em tempos paralelos".
De acordo com o currículo do autor, João Pinto
Coelho nasceu em Londres, em 1967, e é licenciado em Arquitetura pela
Universidade Técnica de Lisboa.
Em 2009 e 2011 participou em ações do Conselho da
Europa, em Auschwitz, na Polónia, tendo juntado alunos portugueses e polacos no
projeto “Auschwitz in 1st Person/A Letter to Meir Berkovich”.
O Prémio LeYa é o maior para uma obra inédita
escrita em língua portuguesa, no valor monetário de 100 mil euros, e inclui a
edição da obra pelo grupo editorial Leya.
Presidido por Manuel Alegre, o júri deste ano foi
ainda constituído pelos escritores Nuno Júdice e Pepetela, pelo crítico José
Castello, pelo professor da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra José
Carlos Seabra Pereira, pelo reitor do Instituto Superior Politécnico e
Universitário de Maputo Lourenço do Rosário, e pela professora da Universidade
de São Paulo Rita Chaves.
No ano passado, o júri deliberou por unanimidade
não atribuir o prémio, dada a falta de
O primeiro vencedor do Prémio Leya, em 2008, foi
Murilo Carvalho, com o romance "O Rasto do Jaguar", ao qual se seguiu
"O Olho de Hertzog", de João Paulo Borges Coelho.
Em 2011, o júri distinguiu o romance "O Teu
Rosto Será o Último", de João Ricardo Pedro, em 2012 "Debaixo de
Algum Céu", de Nuno Camarneiro e em 2013 "Uma Outra Voz", de
Gabriela Ruivo Trindade, a primeira mulher a ser distinguida com este galardão.
De acordo com o regulamento, o Prémio LeYa visa
“incentivar a produção de obras originais de escritores de Língua Portuguesa, e
destina-se a galardoar uma obra inédita de ficção literária, na área
do romance, que não tenha sido premiada em nenhum outro concurso".
O regulamento determina ainda que podem
candidatar-se ao prémio “todas as pessoas singulares com plena capacidade
jurídica, independentemente da sua nacionalidade".
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Premio Leya
sexta-feira, 6 de outubro de 2017
Falecimento do Presidente do IPC
É com imenso pesar que a Fundação Instituto Português de Cultura (IPC),
informa a todos os seus amigos e à coletividade em geral, do falecimento em
Portugal do nosso saudoso amigo, fundador e presidente Prof. Joao Da Costa.
Um homem talentoso, afável e de humor muito particular. Despegado dos bens materiais da vida. Dotado de uma sabedoria e de um amor pela cultura em geral, muito especialmente pela da sua e nossa Pátria.
A sua partida deixa muita leitura por fazer, deixa muita tinta no tinteiro e muitos sonhos por cumprir, mas o seu legado é incontornável e o IPC honrará a sua memoria e dará continuidade a esses sonhos.
Á sua esposa, filhos e netos as nossas sentidas palavras de condolências. A vossa dor é a nossa dor.
“Se depois de eu morrer, quiserem escrever a minha biografia, não há nada mais simples. Tenho só duas datas: a da minha nascença e a da minha morte. Entre uma e outra todos os dias são meus...” Fernando Pessoa
Um homem talentoso, afável e de humor muito particular. Despegado dos bens materiais da vida. Dotado de uma sabedoria e de um amor pela cultura em geral, muito especialmente pela da sua e nossa Pátria.
A sua partida deixa muita leitura por fazer, deixa muita tinta no tinteiro e muitos sonhos por cumprir, mas o seu legado é incontornável e o IPC honrará a sua memoria e dará continuidade a esses sonhos.
Á sua esposa, filhos e netos as nossas sentidas palavras de condolências. A vossa dor é a nossa dor.
“Se depois de eu morrer, quiserem escrever a minha biografia, não há nada mais simples. Tenho só duas datas: a da minha nascença e a da minha morte. Entre uma e outra todos os dias são meus...” Fernando Pessoa
sexta-feira, 28 de abril de 2017
No âmbito das celebrações dos 43 anos da Revolução dos Cravos, o Alcalde do Municipio Guaicaipuro, Francisco Garces da Silva , o Cônsul Honorário de Los Teques, Pedro Goncalves, em parceria com o Instituto Português de Cultura comemoraram tão importante dia
Uma exposição concebida para celebrar tudo quanto significa a Revolução dos Cravos e o que ela significou para história do nosso Portugal esteve patente nos espaços do Teatro Lamas, elaborada a partir de um conjunto de fotografias e facilitada por IPC. Entre a agenda do dia todos os presentes puderam desfrutar do film Capitães de Abril .
Capitães de Abril é um filme de drama e ficção histórica realizado por Maria de Medeiros, uma coprodução entre Portugal, Espanha, Itália e França. Foi a primeira longa-metragem de Maria de Medeiros como realizadora, tendo alcançado um assinalável sucesso na bilheteira portuguesa.
Uma exposição concebida para celebrar tudo quanto significa a Revolução dos Cravos e o que ela significou para história do nosso Portugal esteve patente nos espaços do Teatro Lamas, elaborada a partir de um conjunto de fotografias e facilitada por IPC. Entre a agenda do dia todos os presentes puderam desfrutar do film Capitães de Abril .
Capitães de Abril é um filme de drama e ficção histórica realizado por Maria de Medeiros, uma coprodução entre Portugal, Espanha, Itália e França. Foi a primeira longa-metragem de Maria de Medeiros como realizadora, tendo alcançado um assinalável sucesso na bilheteira portuguesa.
A história do filme é baseada no golpe de estado militar que ocorreu em Portugal no dia 25 de Abril de 1974 e que presta homenagem aos jovens soldados que resgataram a sua pátria desse tempo obscuro, destacando-se Salgueiro Maia
E para finalizar o acto contou com a participação musical do professor David Pinho, do conselheiro e vice presidente do IPC Fernando Campos, dos diretores do IPC do professor Jany Augusto Moreira, Alberto Viveiros e José Carlos Rebelo os quais interpretaram Grândola Vila Morena
Honra a quem merece honra, também foi alvo de uma merecida distinção o professor David Pinho pelos seus méritos dentro da comunidade portuguesa Foi distinguido com a ordem " Penacho de Guaicaipuro" Parabéns estimado Professor!!!!!
Honra a quem merece honra, também foi alvo de uma merecida distinção o professor David Pinho pelos seus méritos dentro da comunidade portuguesa Foi distinguido com a ordem " Penacho de Guaicaipuro" Parabéns estimado Professor!!!!!
terça-feira, 4 de abril de 2017
Universidade de Coimbra obtém nota “very good”
A Universidade de Coimbra (UC) anunciou,
hoje, ter obtido a classificação de “very good” (muito bom) em três áreas, no
sistema internacional de comparação de universidades (U-Multirank).
A nota
máxima foi atribuída à UC nas áreas de investigação, transferência de
conhecimento, internacionalização e envolvimento regional.
A UC
destaca, ainda, “o desempenho muito positivo em indicadores relacionados com o
número absoluto de publicações científicas, as publicações profissionais, o
número de citações, as receitas externas decorrentes de projectos de
investigação, as publicações interdisciplinares e promoção de estágios em
instituições da região”, todos eles com a nota de “good” (bom).
Para além
dos resultados globais, o U-multirank integrou nesta edição a avaliação de
indicadores relativos a quatro novas áreas – economia, engenharia química,
engenharia industrial/produção e engenharia civil – e actualizados os
resultados de quatro áreas – gestão, informática, engenharia mecânica e
engenharia eletroctécnica.
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universidade de coimbra
Marcelo homenageia hoje Aristides Sousa Mendes com a Grã-Cruz da Ordem da Liberdade
O Presidente da República condecorou a
título póstumo Aristides Sousa Mendes (1885-1954) com a Grã-Cruz da Ordem da
Liberdade, no dia em que passam 63 anos da morte do cônsul português.
De acordo com a agenda do chefe de Estado, Marcelo Rebelo de Sousa homenageará o antigo cônsul português que durante a II Guerra Mundial (1939-1945) salvou do regime nazi milhares de judeus e outros refugiados, numa cerimónia que decorrerá na Casa do Passal, Cabanas de Viriato (Viseu), que pertenceu a Aristides de Sousa Mendes.
De acordo com a agenda do chefe de Estado, Marcelo Rebelo de Sousa homenageará o antigo cônsul português que durante a II Guerra Mundial (1939-1945) salvou do regime nazi milhares de judeus e outros refugiados, numa cerimónia que decorrerá na Casa do Passal, Cabanas de Viriato (Viseu), que pertenceu a Aristides de Sousa Mendes.
Durante a II Guerra Mundial, Aristides de Sousa
Mendes emitiu em Bordéus, França, vistos sem autorização do Governo dirigido
por António Oliveira Salazar.
A Ordem da Liberdade “destina-se a distinguir serviços relevantes prestados em defesa dos valores da Civilização, em prol da dignificação da Pessoa Humana e à causa da Liberdade”.
Aristides de Sousa Mendes já tinha sido condecorado, em 1986, com o grau de Oficial da Ordem da Liberdade e, em 1995, com a Grã-Cruz da Ordem de Cristo.
A Casa do Passal, classificada como Monumento Nacional em 2011, foi alvo de uma primeira fase de obras, que evitaram a sua ruína.
Este mês, o ministro da Cultura, Luís Filipe Castro Mendes, presidiu a uma cerimónia de assinatura dos documentos que definem a cooperação entre a Fundação Aristides de Sousa Mendes, a Câmara de Carregal do Sal e a Direção Regional de Cultura do Centro, para a realização da segunda fase das obras na Casa do Passal.
A segunda e última fase de requalificação da parte interior e musealização da Casa do Passal representa um investimento de 800 mil euros
A Ordem da Liberdade “destina-se a distinguir serviços relevantes prestados em defesa dos valores da Civilização, em prol da dignificação da Pessoa Humana e à causa da Liberdade”.
Aristides de Sousa Mendes já tinha sido condecorado, em 1986, com o grau de Oficial da Ordem da Liberdade e, em 1995, com a Grã-Cruz da Ordem de Cristo.
A Casa do Passal, classificada como Monumento Nacional em 2011, foi alvo de uma primeira fase de obras, que evitaram a sua ruína.
Este mês, o ministro da Cultura, Luís Filipe Castro Mendes, presidiu a uma cerimónia de assinatura dos documentos que definem a cooperação entre a Fundação Aristides de Sousa Mendes, a Câmara de Carregal do Sal e a Direção Regional de Cultura do Centro, para a realização da segunda fase das obras na Casa do Passal.
A segunda e última fase de requalificação da parte interior e musealização da Casa do Passal representa um investimento de 800 mil euros
416NEWS
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Aristides de Sousa Mendes
terça-feira, 21 de março de 2017
Dia Mundial da Poesia
O Dia Mundial da
Poesia celebra-se todos os anos a 21 de março. A data foi criada na 30.ª
Conferência Geral da UNESCO, a 16 de novembro de 1999. O propósito deste dia é
o de promover a leitura, a escrita, a publicação e o ensino da poesia em todo o
mundo.
O Dia Mundial da Poesia celebra também a
diversidade do diálogo, a livre expressão de ideias através do uso da palavra,
e ainda a criatividade e a inovação. A data convida, sem dúvida, à reflexão
sobre o poder da linguagem e do desenvolvimento das habilidades criativas de
cada pessoa. Neste dia realizam-se várias atividades em Portugal e um pouco por
todo o mundo, privilegiando-se as escolas, as bibliotecas e os espaços
culturais
sábado, 18 de março de 2017
Rentes de Carvalho e Cristina Branco vencem prémio da Sociedade Portuguesa de Autores
Ainda na área da literatura, Anunciações, de Maria Teresa Horta, venceu o prémio de “Melhor Livro de Poesia”. De umas coisas nascem outras, de João Pedro Mésseder (com ilustrações de Rachel Caiano), foi considerado o “Melhor Livro Infanto-Juvenil”.
Na categoria de “Melhor Disco”, a SPA premiou a cantora Cristina
Branco, pelo disco Menina. O compositor Eurico Carrapatoso
ganhou o prémio Autores 2017 de “Melhor Trabalho de Música Erudita” com a peça Magnificat
em talha dourada. Os Capitão Fausto ganharam o “Melhor Tema de Música
Popular”, com “Amanhã tou melhor”.
Nas artes visuais, Os meus Álbuns de Família um a um, de Lourdes de
Castro, recebeu o prémio de “Melhor Exposição de Artes Plásticas”. Já o
fotojornalista Alfredo Cunha foi distinguido pelo “Melhor Trabalho de
Fotografia”, pela série O tempo depois do tempo, título da
retrospetiva que se encontra patente na Cordoaria Nacional.Joana Brandão e João Perry venceram o prémio de “Melhor Atriz” e “Melhor Ator”. No teatro, o “Melhor Trabalho Cenográfico” foi para A tempestade, uma adaptação de Fernando Alvarez da famosa peça homónima de William Shakespeare. Moçambique, de Jorge Andrade, ganhou a categoria de “Melhor Espetáculo”. O espetáculo Se eu vivesse tu morrias, de Miguel Castro Caldas, foi considerado o melhor “Melhor Texto Português Representado”.
O vencedor na categoria “Melhor Programa de Rádio” foi o Governo Sombra, da TSF. O prémio de “Melhor Programa de Informação” foi atribuído a Renegados, uma reportagem da jornalista da SIC Sofia Pinto Coelho sobre pessoas nascidas em Portugal às quais foi negada ou retirada a cidadania por causa da aplicação da lei da nacionalidade, que entrou em vigor em 1981.
Na categoria de “Melhor Programa de Ficção”o vencedor foi Terapia, da RTP 1, e na de “Melhor Programa de Entretenimento” foi Literatura aqui, concebido por Teresa Paixão para a RTP 2. O galardão de “Melhor Programação Cultural Autárquica” foi para a Câmara Municipal de Penafiel, que promove o festival Escritaria.
No final da cerimónia, foi ainda atribuído o Prémio Vida e Obra ao escritor António Lobo Antunes.
Observador
terça-feira, 14 de março de 2017
Festival Literário da Madeira arranca esta terça com Svetlana Alexievich
Nobel da Literatura
bielorrussa é a convidada do evento para reflectir sobre se "haverá algo
mais assustador do que o homem?"
O Festival Literário da Madeira inicia-se esta
terça-feira, com a jornalista e escritora bielorrussa Svetlana Alexievich,
Nobel da Literatura, e fecha no sábado com o Prémio Pessoa Frederico Lourenço e
o norte-americano Adam Johnson, vencedor do Pulitzer.
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Organizado pela Eventos Culturais do Atlântico, o
Festival Literário da Madeira é este ano dedicado ao tema Literatura e a Web -
entre o medo e a liberdade, tendo como palco o Teatro Municipal Baltazar Dias,
no Funchal. A sessão de abertura, hoje às 18h, tem prevista a presença de
Svetlana Alexievich, numa conversa com o jornalista Luís Caetano, da Antena 2,
que toma a experiência da autora, dos testemunhos que procurou e recolheu ao
longo do seu percurso - testemunhos de guerra, de morte e de destruição,
testemunhos de sobrevivência - para a pergunta que norteia o encontro:
"Haverá algo mais assustador do que o homem?".
Svetlana Alexievich foi distinguida em 2015 com o
Nobel da Literatura, destacando então a Academia Sueca a sua "escrita
polifónica", em que as vozes das testemunhas se multiplicam, como "um
monumento ao sofrimento e à coragem no nosso tempo".
Na segunda-feira, dia em que Alexievich seria
recebida pelo presidente do Governo Regional, a escritora viu a sua chegada à
Madeira adiada devido ao vento forte que se fez sentir e que atingiu o
aeroporto.
O encerramento do festival, no dia 18, conta com o
escritor norte-americano Adam Johnson, numa conversa com o jornalista e
escritor português Miguel Sousa Tavares, moderada pelo jornalista Paulo Moura.
Adam Johnson venceu o Prémio Pulitzer de Ficção, em 2013, pelo romance Vida
Roubada (The Orphan Master's Son).
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festival literário da madeira
quinta-feira, 9 de março de 2017
Exame em Língua Portuguesa nos EUA dá créditos para acesso ao ensino superior
O
ensino da língua portuguesa ganha cada vez mais credibilidade nos Estados
Unidos. Pela primeira vez, em abril deste ano, os estudantes naquele país
poderão realizar o exame NEWL - National Examinations in World Languages - no
âmbito da língua portuguesa de modo a obter créditos no acesso às principais
instituições norte-americanas de ensino superior.
O ensino da língua portuguesa ganha cada vez mais
credibilidade nos Estados Unidos. Pela primeira vez, em abril deste ano, os
estudantes naquele país poderão realizar o exame NEWL - National Examinations
in World Languages - no âmbito da língua portuguesa de modo a obter créditos no
acesso às principais instituições norte-americanas de ensino superior.
Segundo um comunicado do Ministério dos Negócios Estrangeiros, o programa AP (Advanced Placement) da associação de estabelecimentos de ensino norte-americanos "College Board" reconhece os exames NEWL da American Councils for International Education, incluindo para efeitos de contagem de créditos no ensino secundário e no acesso ao ensino superior, recomendando-os aos seus associados.
Segundo um comunicado do Ministério dos Negócios Estrangeiros, o programa AP (Advanced Placement) da associação de estabelecimentos de ensino norte-americanos "College Board" reconhece os exames NEWL da American Councils for International Education, incluindo para efeitos de contagem de créditos no ensino secundário e no acesso ao ensino superior, recomendando-os aos seus associados.
quarta-feira, 8 de março de 2017
Dia Internacional da Mulher
A
Mulher Mais Bonita do Mundo
estás tão bonita
hoje. quando digo que nasceram
flores novas na terra do jardim, quero dizer
que estás bonita.
entro na casa, entro no quarto, abro o armário,
abro uma gaveta, abro uma caixa onde está o teu fio
de ouro.
entre os dedos, seguro o teu fino fio de ouro, como
se tocasse a pele do teu pescoço.
há o céu, a casa, o quarto, e tu estás dentro de mim.
estás tão bonita hoje.
os teus cabelos, a testa, os olhos, o nariz, os lábios.
estás dentro de algo que está dentro de todas as
coisas, a minha voz nomeia-te para descrever
a beleza.
os teus cabelos, a testa, os olhos, o nariz, os lábios.
de encontro ao silêncio, dentro do mundo,
estás tão bonita é aquilo que quero dizer.
José Luís Peixoto, in "A Casa, a Escuridão"
flores novas na terra do jardim, quero dizer
que estás bonita.
entro na casa, entro no quarto, abro o armário,
abro uma gaveta, abro uma caixa onde está o teu fio
de ouro.
entre os dedos, seguro o teu fino fio de ouro, como
se tocasse a pele do teu pescoço.
há o céu, a casa, o quarto, e tu estás dentro de mim.
estás tão bonita hoje.
os teus cabelos, a testa, os olhos, o nariz, os lábios.
estás dentro de algo que está dentro de todas as
coisas, a minha voz nomeia-te para descrever
a beleza.
os teus cabelos, a testa, os olhos, o nariz, os lábios.
de encontro ao silêncio, dentro do mundo,
estás tão bonita é aquilo que quero dizer.
José Luís Peixoto, in "A Casa, a Escuridão"
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8 de marco
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017
Jornal O Despertar, o mais antigo de Coimbra, celebra 100 anos
O jornal O Despertar, o mais antigo de Coimbra, celebra o centenário a 02 de março. Fundado por republicanos e com fortes ligações aos futricas (não estudantes), o semanário olha para o seu "património de afetividade" como o maior ativo para continuar.
Na edição especial que sairá a 02 de março, há um 'cartoon' para o qual o proprietário do jornal, Lino Vinhal, chama a atenção: a Rainha Isabel, que, em vez das flores, mostra a D. Dinis as páginas do semanário de Coimbra.
"Manter um jornal durante 100 anos na província só mesmo por milagre", frisa Lino Vinhal, também administrador do grupo Media Centro, que entende que é a "ligação afetiva extremamente forte" que o jornal tem com os seus colaboradores e leitores que o tornam especia
http://www.cmjornal.pt/cm-ao-minuto/detalhe/jornal-o-despertar-o-mais-antigo-de-coimbra-celebra-100-anos?ref=Bloco_CMAoMinuto
Na edição especial que sairá a 02 de março, há um 'cartoon' para o qual o proprietário do jornal, Lino Vinhal, chama a atenção: a Rainha Isabel, que, em vez das flores, mostra a D. Dinis as páginas do semanário de Coimbra.
"Manter um jornal durante 100 anos na província só mesmo por milagre", frisa Lino Vinhal, também administrador do grupo Media Centro, que entende que é a "ligação afetiva extremamente forte" que o jornal tem com os seus colaboradores e leitores que o tornam especia
http://www.cmjornal.pt/cm-ao-minuto/detalhe/jornal-o-despertar-o-mais-antigo-de-coimbra-celebra-100-anos?ref=Bloco_CMAoMinuto
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017
Língua portuguesa entre as mais poderosas do mundo
O ‘Power Language Index’ destacou o Português como uma das dez línguas mais poderosas a nível mundial. Brilhamos na capacidade de participar numa economia e na aptidão para o diálogo.
Entre os mais de seis mil idiomas utilizados atualmente, apenas 15 têm o número suficiente de falantes para serem considerados os mais falados no mundo e somente dez acarretam o título de mais poderosas. Portugal está lista.
De acordo com o Power Language Index (PLI), divulgado pelo Fórum Económico Mundial, o nosso país encontra-se na nona posição do ‘ranking’ das dez línguas mais poderosas do mundo, ou seja, aquelas que os autores consideram ser as que têm mais utilidade. Para medir essa característica, os responsáveis pelo estudo estatístico vão mais longe e perguntam aos leitores o seguinte: “Se um alienígena viesse ao Planeta Terra, qual seria a língua o capacitaria de se envolver plenamente com os humanos?”.
O PLI mede a utilidade de uma linguagem para um ser humano representativo e não para um indivíduo em particular. Nesse sentido, o índice teve em conta uma série de critérios, cuja importância de cada um varia: geografia (capacidade de viajar – 22,5%), economia (capacidade de participar numa economia – 22,5%), comunicação (capacidade de diálogo – 22,5%), conhecimento e meios de comunicação (capacidade de consumir conhecimentos e media – 22,5%) e diplomacia (capacidade de se alicerçar nas relações internacionais -10%).
Curiosamente, as seis línguas mais ponderosas correspondem às seis línguas oficiais da Organização das Nações Unidas. A tabela (reproduzida em baixo) é encabeçada pelo Inglês, como seria expectável, seguindo-se o Mandarim e o Francês.
O tema da conferência de Davos deste ano, teve como tema Responsive and Responsible Leadership. Contigo, a questão da globalização esteve presente na maioria dos debates.
No programa de 2017 pode ler-se: “A emergência de um mundo multipolar não pode ser desculpa para indecisão e inércia, razão pela qual é imperativo que os líderes respondam de forma coletiva com ações credíveis para melhorar o estado do mundo. (…) Juntando-nos no início do ano, podemos moldar o futuro e unir este esforço global em design, criação e colaboração”.
De acordo com o Power Language Index (PLI), divulgado pelo Fórum Económico Mundial, o nosso país encontra-se na nona posição do ‘ranking’ das dez línguas mais poderosas do mundo, ou seja, aquelas que os autores consideram ser as que têm mais utilidade. Para medir essa característica, os responsáveis pelo estudo estatístico vão mais longe e perguntam aos leitores o seguinte: “Se um alienígena viesse ao Planeta Terra, qual seria a língua o capacitaria de se envolver plenamente com os humanos?”.
O PLI mede a utilidade de uma linguagem para um ser humano representativo e não para um indivíduo em particular. Nesse sentido, o índice teve em conta uma série de critérios, cuja importância de cada um varia: geografia (capacidade de viajar – 22,5%), economia (capacidade de participar numa economia – 22,5%), comunicação (capacidade de diálogo – 22,5%), conhecimento e meios de comunicação (capacidade de consumir conhecimentos e media – 22,5%) e diplomacia (capacidade de se alicerçar nas relações internacionais -10%).
Curiosamente, as seis línguas mais ponderosas correspondem às seis línguas oficiais da Organização das Nações Unidas. A tabela (reproduzida em baixo) é encabeçada pelo Inglês, como seria expectável, seguindo-se o Mandarim e o Francês.
O tema da conferência de Davos deste ano, teve como tema Responsive and Responsible Leadership. Contigo, a questão da globalização esteve presente na maioria dos debates.
No programa de 2017 pode ler-se: “A emergência de um mundo multipolar não pode ser desculpa para indecisão e inércia, razão pela qual é imperativo que os líderes respondam de forma coletiva com ações credíveis para melhorar o estado do mundo. (…) Juntando-nos no início do ano, podemos moldar o futuro e unir este esforço global em design, criação e colaboração”.
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Zeca Afonso: Uma vida pela liberdade, a emancipação e o poder popular
O artista defendeu "ideias que são extremamente nobres e que têm a ver com a situação das pessoas, com a liberdade e a democracia", disse o músico e divulgador Manuel Jorge Veloso, amigo de José Afonso, que o acompanhou e com ele privou.
José Manuel Cerqueira Afonso dos Santos nasceu em Aveiro, no dia 02 de agosto de 1929, licenciou-se em Ciências Histórico-Filosóficas, em Coimbra, com a defesa de uma tese sobre Jean-Paul Sarte, no início dos anos de 1960, depois de já ter gravado os primeiros discos com Rui Pato e de ter atuado com José Niza.
Lecionou em escolas de Portugal continental, assim como de Angola e Moçambique, até que a contestação à ditadura e à guerra colonial o levou à prisão pela PIDE, a polícia política do regime, e à expulsão do ensino oficial, em 1968, no qual só viria a ser reintegrado quase 10 anos após o 25 de Abril.
Depois de "Baladas e canções" (1964) e "Cantares do Andarilho" (1968), gravou "Contos velhos rumos novos" (1969), "Traz outro amigo também" (1970), "Eu vou ser como a toupeira" (1972).
Os álbuns "Cantigas do Maio" (1971), que inclui "Grândola, vila morena", e "Venham mais cinco" (1973), o disco de "Era um redondo vocábulo", ambos gravados em França, contaram com a produção e direção do músico e compositor José Mário Branco.
Sapo 24
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Zeca Afonso
domingo, 19 de fevereiro de 2017
Prémio Camões é entregue hoje ao escritor brasileiro Raduan Nassar em São Paulo
O escritor brasileiro Raduan Nassar recebe , em São Paulo, no Brasil, o
Prémio Camões do ano de 2016, numa cerimónia a realizar no Museu Lasar Segall,
informou o Governo de Brasília.
A cerimónia conta com o ministro brasileiro da
Cultura, Roberto Freire, e o Governo de Lisboa estará representado pelo
embaixador de Portugal em Brasília, Jorge Cabral. O ministro português da
Cultura, Luís Filipe Castro Mendes, "não poderá estar presente, por razões
de agenda", segundo o seu gabinete.
Autor de obras como "Lavoura Arcaica"
(1975) e "Um Copo de Cólera" (1978), Raduan Nassar foi distinguido em
maio de 2016 com o Prémio Camões, por um júri constituído pelos professores,
autores e investigadores Sérgio Alcides do Amaral e Flora Süssekind, pelo
Brasil, Paula Morão e Pedro Mexia, por Portugal, e Inocência Mata e Lourenço de
Rosário, pelos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa.
Raduan Nassar nasceu em Pindorama, Estado de São
Paulo, em 1935, descende de uma família libanesa, estudou Direito e Letras na
Universidade de São Paulo, onde acabou por concluir a formação académica em
Filosofia.
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PREMIO CAMOES
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017
Pavilhão Carlos Lopes amanhã reabre as portas
Todos se afadigam para o Pavilhão Carlos Lopes amanhã reabrir as portas.
Novamente, os lisboetas poderão desfrutar dos azulejos produzidos pela Fábrica
de Sacavém em 1922, das esculturas de Raul Xavier, dos belíssimos interiores e
escadarias deste espaço, mas sobretudo das memórias da nossa cidade.
domingo, 12 de fevereiro de 2017
Morreu aos 105 anos Manuela de Azevedo, a mais antiga repórter do mundo
Morreu, aos 105
anos, a jornalista e escritora Manuela de Azevedo. A morte foi anunciada pelo
Museu da Imprensa, que revela que Manuela de Azevedo morreu esta sexta-feira,
dia 10 de fevereiro, no Hospital de S. José em Lisboa.
"Depois da morte de Clare Hollingworth, no dia 10 de
janeiro deste ano, em Hong Kong, Manuela de Azevedo era a repórter mais antiga
do mundo. Deixa uma obra vasta que honra o jornalismo e o mundo das letras, já
que foi romancista, ensaísta, poeta e contista, tendo escrito também peças de
teatro, uma delas censurada pelo regime de Salazar. Cortado pela Censura foi
também um artigo que escreveu em 1935 a defender a eutanásia", refere a
nota do Museu da Imprensa. Recentemente, estava a trabalhar num livro com 200
cartas, grande parte delas já comentada
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MANUELA DE AZEVEDO
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017
Porto eleito como Melhor Destino Europeu
A cidade do Porto
volta a superar a concorrência de outros 19 destinos e conquista esta
importante distinção pelo terceiro ano e com um recorde de 138 mil votos
contabilizados. Em segundo e terceiro lugar ficaram, respetivamente, as cidades
de Milão (Itália) e Gdansk (Polónia). O Porto continua a ser a única cidade
portuguesa a conquistar o galardão e a primeira a conquistá-lo por mais do que
uma vez.
O Porto acaba de
ser eleito "Melhor Destino Europeu 2017" arrecadando mais um
importante prémio internacional.
Depois da nomeação e da disputa com cidades como Paris, Amesterdão, Londres ou Barcelona, o Porto volta a conquistar o título que já tinha arrecadado em 2012 e 2014, mas desta vez com uma votação ainda mais expressiva, já que superou os 138 mil votos - quase o triplo dos votos que há um ano deram a vitória à cidade croata de Zadar.
Um número que atesta o potencial e atratividade da cidade, não só para os portuenses, mas também para os portugueses e para os turistas provenientes de todo o mundo. Na verdade, e de acordo com os dados já divulgados pela organização do concurso, o Porto seria vencedor mesmo só com os votos registados fora do território nacional. O Porto foi o destino mais votado em 85 países, registando 58% da votação fora de Portugal. Em território nacional, a votação no Porto superou os 89%
Porto.pthttp://www.porto.pt/noticias/porto-eleito-como-melhor-destino-europeu-2017
Porque é que o mundo se apaixonou por Fernando Pessoa?
Começa esta
quinta-feira a quarta edição do Congresso
Internacional Fernando Pessoa, que este ano irá decorrer na Fundação Calouste
Gulbenkian, em Lisboa. Durante três dias, 42 especialistas de diferentes
nacionalidades vão apresentar comunicações inéditas, lançar questões e
responder a dúvidas do público, num encontro científico aberto a todos os
interessados, estudantes, investigadores ou simplesmente curiosos.
Numa iniciativa
que pretende ser um momento de encontro entre especialistas pessoanos,
contribuindo “para o estímulo e o avanço da investigação sobre Pessoa”, como
sugere uma nota de imprensa divulgada pela Casa Fernando Pessoa, responsável pela organização
do congresso, o que salta desde logo à vista é nacionalidade dos oradores — a
maioria não é portuguesa, mas sim estrangeira. Um reflexo claro da
internacionalização do poeta.
Há muito que nos
habituámos a ver na capa dos livros dedicados a Fernando Pessoa o nome de algum
investigador estrangeiro. Richard Zenith, que reside em Portugal desde 1987,
tem sido um dos principais responsáveis pela divulgação da obra pessoana nos
últimos 20 anos, em Portugal mas também além fronteiras. Nascido nos Estados
Unidos da América, Zenith tornou-se português por amor a Pessoa, numa altura em
que o poeta ainda estava longe de andar nas bocas do mundo. Mas hoje, em 2017,
o caso é outro — o Fernando Pessoa do século XXI já não é só nosso, é de todos.
Mas como é que
se explica o interesse de tantos investigadores, de tantos países diferentes,
numa obra transversal, mas ainda assim tão portuguesa, tão lisboeta? E como é
que Fernando Pessoa chega às mãos de quem vive em fora de Portugal? Esta é a
história de cinco investigadores, de nacionalidades diferentes, com um poeta em
comum.
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Fernando Pessoa
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017
32 fotos da arte da pesca em Portugal nos anos 50 que estão a deslumbrar o mundo
Varinas e pescadores, redes de pesca e artes, o mar entre Lisboa e a
Nazaré. A Fundação Calouste Gulbenkian mostra como era a vida junto ao mar
português nos anos 50. As fotos têm deslumbrado o mundo.
Sessenta anos depois, o fotógrafo Horácio
Novais foi ilustrar aquilo de que o comandante havia escrito. Depois de ter
aberto um estúdio onde passou a trabalhar a título independente – até 1931 era
fotojornalista no jornal O Século -, passou a dedicar-se a projetos para vários
meios de comunicação social. Um desses projetos levou-o até às praias do Cais
da Ribeira, em Lisboa, da Ericeira e da Nazaré para fotografar a venda do
peixe, a recolha dos barcos, o restauro das redes, as juntas de bois que
ajudavam os pescadores, as festas junto ao mar e os barcos atracados nos
portos.
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VARINAS
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017
Assembleia Geral Ordinária, 6 de Fevereiro 2017
De acordo com o pautado nos seus estatutos socias, o Instituto Portugues de Cultura cumpriu com o acto formal da sua Assembleia Geral Ordinária correpondente ao período 2015-2016.
Nesse acto foram apresentados o Relatório de Actividades e o relatório de Contas, os quais foram aprovados por unanimidade
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IPC
A Língua portuguesa é uma vantagem
A língua portuguesa é uma vantagem para
muitos lusodescendentes quando tentam entrar no mercado laboral do Canadá,
admitem muitos jovens, filhos de emigrantes portugueses.
“Saber falar português foi uma vantagem,
porque além do inglês e francês (línguas oficiais do Canadá), falar português
permitiu-me arranjar trabalho como hospedeira numa companhia de aviação em Toronto”,
afirmou Laura Esmerado, de 27 anos.
A lusodescendente, filha de emigrantes de
Águeda (distrito de Aveiro) e de São Miguel (Açores), é licenciada em
Representação para Cinema e Televisão.
A língua portuguesa aprendeu “em casa, com
a família, pois muitos não falavam inglês, melhorando também através da leitura
de jornais comunitários”.
A cantora Nelly Furtado é a sua grande
referência luso-canadiana, até porque singrou também na vertente das artes,
área que Laura Esmerado optou por seguir na universidade.
Por “laços familiares cresci junto a um
Orfeão (Stella Maris), o que me ajudou a desenvolver o vocabulário no
português. Depois apaixonei-me pela música portuguesa, além da gastronomia”,
acrescentou
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017
GOVERNO ANUNCIA PROGRAMA DE PROMOÇÃO DA CULTURA PORTUGUESA NO ESTRANGEIRO
As áreas de governação da
Cultura e dos Negócios Estrangeiros vão coordenar em conjunto a política
estratégica de promoção da cultura portuguesa no estrangeiro, tendo já 1300
iniciativas agendadas para 2017 num total de 75 países.
O Ministro da Cultura, Luís
Filipe Castro Mendes, afirmou que se trata de «integrar, articular e coordenar,
e pôr sob uma estratégia comum as ações que o Estado português ou agentes culturais,
com o apoio do Estado, realizam no estrangeiro com vista à promoção, divulgação
e difusão da cultura portuguesa».
Durante a apresentação pública
da estratégia da Ação Cultural Externa, em Lisboa, o Ministro referiu também
que o programa vai envolver todos os organismos e serviços públicos com atuação
internacional nas áreas da cultura e será coordenada pelo Instituto Camões, na
alçada do Ministério dos Negócios Estrangeiros, e pelo Gabinete de Estratégia,
Planeamento e Avaliação Culturais, do Ministério da Cultura.
«A globalidade dos organismos
tem de dar 10% para a internacionalização e é isto que chamamos reserva
financeira constituída para a ação cultural externa», disse Castro Mendes,
acrescentando que «não quer dizer que cada entidade seja obrigada a dar 10%:
umas podem dar mais, outras podem dar menos», desde que o valor final perfaça a
percentagem
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017
Marca portuguesa lança novidade com carimbo nacional: Tapetes de cortiça
Numa junção única
de dois dos setores historicamente fortes da economia portuguesa, uma startup
portuguesa quer inovar e tem para isso a ajuda da Corticeira Amorim.
É uma ideia
portuguesa, com certeza. A TD Cork quer mudar a produção de tapetes, combinando
os métodos de tecelagem clássicos com um dos materiais mais polivalentes e
conhecidos do nosso país: a cortiça.
"Com os Sugo
Cork Rugs , a novidade chega através de um inovador método de produção de
tapetes com cortiça, que deu origem a pedido de patente, o qual recupera
técnicas tradicionais de tecelagem e que resulta na criação de uma nova coleção
de tapetes, versáteis e funcionais, com as mais valias que resultam da
incorporação de cortiça – como o isolamento térmico e acústico, conforto,
propriedades antialergénicas, entre outras", revela o Grupo Amorim num
comunicado oficial enviado para a redação do Economia ao Minuto.
A empresa de
Américo Amorim está a apoiar a TD Cork, dona dos tapetes Sugo, através da
Amorim Cork Ventures como parte da estratégia internacional: "A Amorim
Cork Ventures está a lançar a sua segunda startup, constituída no
âmbito desta que é a única incubadora do mundo exclusivamente dedicada a
negócios em cortiça".
Liderada pela
designer Susana Godinho e a gestora Sónia Andrade, a TD Cork - Tapetes
Decorativos com Cortiça, Limitada foi "um dos primeiros negócios a ser
acolhido na Amorim Cork Ventures, aquando da primeira 'call' que terminou em
Dezembro de 2014, tendo-se seguido um período de incubação (que permitiu o
desenvolvimento de produto e do modelo de negócios), constituição de empresa e
investimento nos equipamentos de produção, culminando agora na apresentação ao
mercado dos primeiros tapetes de cortiça obtidos por tecelage
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cortiça
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017
Dois bailarinos portugueses em competição internacional na Suíça
Dois
bailarinos portugueses, de uma escola do Porto, foram selecionados para
competir na 45.ª edição do Prix de Lausanne, na Suíça.
Diogo
de Oliveira e Frederico Loureiro, da Escola Domus Dança, no Porto, são os
únicos portugueses selecionados para competir no Prix de Lausanne, criado em
1973 e que é gerido pela Fondation en Faveur de l’Art Chorégraphique.
Na
página de Facebook da escola podia ler-se que estavam em “contagem decrescente
para o início do Prix de Lausanne”, onde os dois alunos “serão os
representantes portugueses da edição 2017”.
De
acordo com informação disponibilizada na página da Internet desta competição
internacional, no total foram selecionados 74 jovens bailarinos finalistas,
representando 17 nacionalidades, após uma avaliação de 338 candidaturas (244
raparigas e 94 rapazes), de 36 países diferentes.
O
concurso internacional é aberto a jovens bailarinos dos 15 aos 18 anos e
tornou-se conhecido por ser um dos mais exigentes concursos de dança a nível
mundial para estudantes em fase final de formação.
terça-feira, 31 de janeiro de 2017
Portugal tem quatro projetos finalistas ao Prémio Europeu Mies van der Rohe 2017
Portugal tem quatro projetos finalistas ao Prémio de Arquitetura
Contemporânea da União Europeia Mies van der Rohe 2017, anunciou a Comissão
Europeia, que divulgou a lista dos 40 selecionados.
Portugal tem quatro
projetos finalistas ao Prémio de Arquitetura Contemporânea da União Europeia
Mies van der Rohe 2017, anunciou esta segunda-feira a Comissão Europeia, que
divulgou a lista dos 40 selecionados, provenientes de 17 países.
O prémio, no valor de 60 mil euros,
instituído em 1987 pela Comissão Europeia e pela Fundação Mies van der Rohe,
com sede em Barcelona, é considerado um dos galardões de maior
prestígio na área da arquitetura.
Os quatro projetos finalistas construídos
em Portugal são os seguintes: Casa em Oeiras, do ateliê Pedro Domingos
Arquitetos; o Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia (MAAT), em Lisboa, pelo
ateliê britânico AL_A – Amanda Levete; a Sede da EDP em Lisboa, pelo ateliê
Aires Mateus; e o Museu de Arte Contemporânea Nadir Afonso, em Chaves, por
Álvaro Siza Vieira
segunda-feira, 30 de janeiro de 2017
Há três palavras portuguesas que não se conseguem traduzir
Um novo estudo
decidiu tentar traduzir as palavras sem tradução e expõe as palavras que, em
todo o mundo, não têm interpretação literal. Três dessas palavras são
portuguesas - saiba quais são
Um novo estudo
decidiu tentar traduzir as palavras sem tradução – as palavras que, em todo o
mundo, não têm tradução literal em mais nenhuma língua. Três são portuguesas e
constam na lista. A mais óbvia é saudade, mas existem mais duas.
O estudo foi
elaborado por Tim Lomas, da Universidade de Londres, e conta já com um projeto
pessoal, o Positive Lexicography Project. O objetivo é tornar familiar aquelas
palavras que só são entendidas num certo país e que não têm tradução literal em
nenhuma outra língua, mas que transmitem um sentimento específico que, segundo conta a BBC, é negligenciado pelas outras
línguas.
O Projeto de
Lomas tentou então encontrar “sentimentos” não traduzíveis, por todo o mundo,
na esperança de conseguir incorporá-los noutras culturas, que não as de origem.
Para encontrar as palavras ‘intraduzíveis’, Lomas procurou na literatura
académica e falou com as pessoas do país de origem das palavras que pretendia
descobrir. Os primeiros resultados do seu projeto foram lançadas num jornal de psicologia, no ano passado. E foi nessa
pesquisa que descobriu três palavras portuguesas
domingo, 29 de janeiro de 2017
Mafra formaliza candidatura do palácio a Património Mundial junto da UNESCO
O dossiê de
candidatura do Palácio Nacional de Mafra e respetiva tapada a Património
Mundial da UNESCO foi entregue esta quinta-feira ao comité internacional desta
organização, anunciou o município.
A entrega do
dossiê com a proposta para inscrição daquele edifício na lista de Património
Mundial da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura
(UNESCO) "correspondeu a uma etapa histórica neste complexo e exigente
processo, que permitirá a tomada de decisão da UNESCO", afirmou a Câmara
Municipal em comunicado publicado no respetivo "site".
Desde 2004 que
Mafra consta da lista bens patrimoniais portugueses a serem alvo de processo de
classificação proposta pela comissão nacional da UNESCO.
Em 2016, voltou a
constar da listagem, depois de uma recomendação da UNESCO em 2013 para que
fossem atualizadas as listas dos Estados-membros, a cada 10 anos, pré-requisito
para a inscrição de bens na lista do património mundial.
O dossiê foi
coordenado pelo município e pela Direção-Geral do Património Cultural (DGPC),
com a colaboração do Palácio Nacional, Escola das Armas, Tapada Nacional e
paróquia de Mafra.
A Lusa aguarda
mais esclarecimentos da câmara e da DGPC.Caso venha a ser atribuída a
classificação, os parceiros querem fazer coincidir o anúncio UNESCO com as
comemorações dos 300 anos do lançamento da primeira pedra do palácio, que se
assinalam este ano e têm o ponto alto a 17 de novembro.
Em 2014, a câmara
de Mafra (PSD) constituiu uma comissão municipal, composta pelo diretor do
Centro Cultural de Belém, ex-secretário de Estado da Cultura e vereador Elísio
Summavielle (PS) e por outros dois vereadores do PSD e da CDU, destinada a
iniciar a elaboração da candidatura do Palácio Nacional a património mundial da
UNESCO.
Bruno Vieira Amaral na Índia com o apoio do Camões, I.P
Começou no dia 27 de janeiro de 2017, o Festival
Literário de Hyderabad (HLF 2017). Portugal estará representado através da
presença do jovem escritor Bruno Vieira Amaral, considerado pela Literature
Across Frontiers uma das 10 novas vozes literárias na Europa em 2016.
De 30 de janeiro a 3 de fevereiro deslocar-se-á a
Goa, a convite do CLP-Camões, I.P., para um encontro literário com escritores
locais, que contará ainda com a participação de Rui Zink. Durante a sua estada
no território, os dois autores portugueses visitarão a Universidade de Goa onde
falarão sobre literatura portuguesa a alunos e professores.
Bruno Vieira Amaral participará ainda no Festival
Literário de Kerala que se realizará em Calicute (Kozhikode) de 2 a 5 de
fevereiro 2017.
A participação de Bruno Vieira Amaral neste certame
é organizada pela Literature Across Frontiers, em parceria com o
CLP-Camões em Goa.
terça-feira, 3 de janeiro de 2017
José Carlos de
Vasconcelos ganha Prémio Vasco Graça Moura
Jornalista e
director do Jornal de Letras é vencedor do prémio de 40 mil euros.
José Carlos
Vasconcelos, de 76 anos, distinguido nesta terça-feira com o Prémio Vasco Graça
Moura-Cidadania Cultural, foi apontado pelo júri do galardão como "um raro
exemplo de persistência na imprensa portuguesa de âmbito cultural".
Vasconcelos, natural de Freamunde, no concelho de
Paços de Ferreira, iniciou cedo a actividade jornalística e cultural na Póvoa
de Varzim e, em 1960, publicou o primeiro livro de poemas. Licenciou-se em
Direito na Universidade de Coimbra, onde se destacou como dirigente
associativo. Enquanto universitário foi presidente da assembleia magna da
Associação Académica, chefe de redacção da Via Latina, fundador e presidente do
Círculo de Estudos Literários, actor no Teatro de Estudantes da Universidade de
Coimbra, membro da direcção do cineclube local e chefe de redacção da revista
Vértice
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