domingo, 17 de julho de 2016
Mensagem que Harrison Ford deixou à livraria Lello
"O conhecimento merece uma casa
bonita. Esta é uma delas", escreveu o famoso ator norte-americano. A fotografia
da mensagem de Harrison Ford foi publicada na página de Facebook da livraria
Lello.
O
ator norte-americano Harrison Ford, que esteve em Portugal com a mulher e
também atriz, Calista Flockhart, ficou deslumbrado com a livraria Lello, no
Porto, e escreveu uma mensagem no livro de honra
Na sua estada em
Portugal, o ator Harrison Ford aproveitou para conhecer vários locais, entre os
quais a histórica livraria Lello. O eterno Indiana Jones, que visitou o nosso
país na companhia da mulher, a também atriz Calista Flockhart, fez questão de deixar
uma mensagem no livro de honra deste emblemático estabelecimento da Invicta,
situado na rua das Carmelitas.
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Cinema
sábado, 16 de julho de 2016
Julião Sarmento expõe em Zagreb
A
exposição de Julião Sarmento "As Good as It Gets" inaugura na
sexta-feira no Museu de Arte Contemporânea na Croácia.
A obra de
Julião Sarmento pode ser vista a partir de sexta-feira no Museu de Arte
Contemporânea da Croácia. A mostra, com curadoria de João Silvério, já esteve
patente na cidade croata de Split, enquanto o Museu de Arte Contemporânea a
mostrará até agosto.
Entre
vários trabalhos, a exposição apresenta um vídeo - Roc - no qual uma mulher realiza uma
performance despindo-se e ao mesmo tempo recita pensamentos filosóficos do
autor austríaco Ludwig Wittgenstein. Os temas do vídeo são explorados pelo
artista ao longo da exposição, cujas imagens confrontam o visitante com vários
níveis de leitura.
Julião
Sarmento, nascido em 1948 em Lisboa, vive e trabalha no Estoril.
Museu de Lisboa mostra azulejos resgatados de prédios em ruína
Os
painéis da exposição vêm de igrejas, cafés, fábricas. E atravessam toda a
história da azulejaria.
Há vários
painéis de azulejos do século XVII, bastante deteriorados, que foram resgatados
à Quinta do Contador-Mor, demolida quando se urbanizou a zona dos Olivais. Há
outros dedicados a São Lourenço, que estavam na Igreja de Carnide (também do
século XVII) e foram dali retirados após a implantação da república, quando o
edifício foi transformado em escola. Há um maravilhoso painel assinado por
Almada Negreiros e fabricado pela Viúva Lamego para a Livraria Ática (1955). E
há mais, muito mais.
A
exposição Fragmentos de Cor -
Azulejos do Museu de Lisboa, que está até 25 de setembro no Pavilhão Preto
do Museu de Lisboa - Palácio Pimenta, faz uma viagem diacrónica pela coleção de
azulejos deste museu, a segunda maior do país, a seguir à do Museu do Azulejo.
Diário de Notícias.
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azulejos
sexta-feira, 15 de julho de 2016
DocLisboa começa na esplanada da Cinemateca a 23 de julho
O
DocLisboa regressa este ano, em outubro, mas vai ser antecipado na próxima
semana, na Cinemateca Portuguesa, com a exibição de curtas-metragens do
britânico Peter Watkins, pioneiro do "docudrama", anunciou hoje a
organização.
O cinema
de Watkins e a intervenção do "documentário ficcionado", a revolução
de Cuba e novas expressões cinematográficas são os vetores do DocLisboa'16, de
20 a 30 de outubro, em Lisboa.
A
programação da 14.ª edição Festival Internacional de Cinema documental de
Lisboa terá uma antecipação na Cinemateca Portuguesa, em Lisboa, a 23 de julho,
com a exibição das curtas-metragens do cubano Santiago Alvarez Noticiero 49 e Now!,
e deThe war game, 'docudrama' do britânico Peter Watkins, sobre a
perspetiva de uma guerra nuclear
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Cinema
quinta-feira, 14 de julho de 2016
Seis filmes portugueses no festival de Locarno
Seis
filmes portugueses, entre os quais "O ornitólogo", de João Pedro
Rodrigues, e a animação "Estilhaços", de José Miguel Ribeiro,
integram a competição do Festival de Cinema de Locarno, que decorre em agosto,
na Suíça, foi hoje anunciado.
O programa do
69.º festival de Locarno -- marcado de 3 a 13 de agosto -- foi hoje revelado e
conta com mais de uma dezena de filmes portugueses, seis selecionados para a
competição internacional.
São os casos das
longas-metragens Correspondência, de
Rita Azevedo Gomes a partir das cartas escritas entre Jorge de Sena e Sophia de
Mello Breyner Andresen, e O ornitólogo, de João
Pedro Rodrigues. Ambos
farão a estreia mundial em Locarno.
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Cinema Português
quarta-feira, 13 de julho de 2016
‘A Canção de Lisboa’ regressa aos cinemas
Filme tem nova versão. Por Duarte Faria Chega amanhã às salas de
cinemas o último filme da trilogia dos clássicos do cinema português, um
projeto idealizado por Leonel Vieira - que realizou as duas primeiras películas:
‘O Pátio das Cantigas’ e ‘O Leão da Estrela’. A nova versão de ‘A Canção de
Lisboa’ traz César Mourão, no papel de Vasco Leitão (que no original coube a
Vasco Santana), e a brasileira Luana Matau, como Alice (interpretada em 1933
por Beatriz Costa), como protagonistas. Vasco vive da mesada das tias, que
moram no Porto e o consideram um aluno cumpridor. Mas Vasco, que afinal se
dedica à stand-up comedy, prefere os bares e as mulheres bonitas, em
particular, Alice, uma rapariga com talento para a música e filha do candidato
a primeiro-ministro José Caetano (Miguel Guilherme). Até que as tias
(interpretadas por Maria Vieira e São José Lapa) anunciam uma visita a Lisboa.
Aí, tudo se complica... "O que não se vai complicar é a bilheteira porque
vai ser um sucesso. O filme está muito bem conseguido", diz ao CM César
Mourão. Já Luana Matau descreve que é um filme "leve, divertido e
emocionante, que retrata muito bem Lisboa, e Portugal em ...
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Cinema Português
terça-feira, 12 de julho de 2016
Elvas vai acolher festival dedicado à arte contemporânea
A arte contemporânea vai "invadir" igrejas, espaços públicos, associações desportivas e culturais de Elvas, no decorrer da edição "zero" do "Festival A Salto", que reúne trabalhos de cerca de 30 artistas.
Esta iniciativa,
promovida pela Associação Cultural Umcoletivo, vai decorrer nos dias 29 a 31
deste mês, sendo este festival definido pelos promotores como uma "tomada
artística" à cidade de Elvas, com uma série de espaços não convencionais,
como pano de fundo.
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Arte
Thomas Ostermeier, sintomas de ruptura
Thomas
Ostermeier, um dos nomes maiores do teatro europeu, regressa ao Festival de
Almada com duas impressivas produções: um clássico, A Gaivota, em que a luta
geracional convoca visões conflituantes do teatro actual, e Susn, que é toda uma declaração
de amor a uma actriz.
Entre Abril e Outubro
de 1890, o jovem médico Anton Tchékhov viajou da Sibéria até à ilha de
Sacalina, atravessando, no interior de uma carruagem puxada por cavalos e
durante três meses agrestes, as enregeladas estepes. Segundo relata o seu
biógrafo Donald Rayfield, Tchékhov procuraria através da dureza física da
viagem relativizar os seus recentes fracassos artísticos e, em simultâneo,
recolher elementos para um livro futuro – passados dois anos, publicaria A Ilha de Sacalina, um lugar que “não tem clima, só mau tempo”. Na
colónia penal encontraria muito mais do que material para um livro. Muitos
investigadores defendem que durante os meses em que conduziu um censo em
Sacalina, foi exposto a formas de vida tão miseráveis que voltaria antes com
uma visão desencantada da humanidade da qual não se livrou até ao fim.
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Teatro
segunda-feira, 11 de julho de 2016
Ainda o Euro 2016...
Vive la France...
Espetáculo. Mesmo com
Ronaldo fora de campo, Portugal bateu os franceses e é campeão da Europa. Mas
depois da festa do futebol vamos ao que interessa: a França é uma grande nação
e merece admiração. (...)
Há
uns anos, o antropólogo Emmanuel Todd destacava os portugueses como os estrangeiros
que mais casavam com franceses. Também aqueles cuja taxa de criminalidade era
das mais baixas. E o L"Express, citando o equivalente do INE, dava os
portugueses e portuguesas de França como os mais ativos no mercado de trabalho,
acima até dos franceses em geral. Gente trabalhadora, como se sabe e tão bem
mostrou o realizador Ruben Alves em Gaiola Dourada, um sucesso lá e cá.
Osfranceses sabem que o Portugal de hoje não é o dos anos 1960, quando para fugir
à pobreza ou à Guerra do Ultramar milhares atravessaram os Pirenéus. Os que nos
visitam ficam surpreendidos com o país moderno; alguns gostam tanto que compram
casa. Em França lê-se e admira-se Lobo Antunes, redescobre-se agora a pintura
de Amadeo, há muito que se reverencia o cinema de Manoel de Oliveira. E, no
início do mês, a Academia Francesa distinguiu Eduardo Lourenço.É antiquíssima a
relação. O pai de D. Afonso Henriques veio da Borgonha. É uma história cheia de
altos e baixos, da presença do CEP em França na Grande Guerra às invasões
napoleónicas. Devemos-lhe o iluminismo e os ideais da Revolução de 1789, mas
também se diga que o maior nome das letras francesas, Victor Hugo, publicou no
DN em 1867 uma carta a elogiar Portugal pela abolição da pena de morte.
O
futebol muitas vezes é visto como campo de batalha. Mas lá por haver vencedor e
perdedor a guerra não tem de continuar fora do campo. Os portugueses
continuarão a ser queridos em França. E a França a ser admirável. Pense-se em
Griezmann, que chorou a derrota. O outro apelido é Lopes. Vive la France.
domingo, 10 de julho de 2016
Futebol e… algo mais.
Portugal acaba de derrotar a França por um a zero na
final da Taça de Europa 2016. Futebol não é assunto que soemos tocar neste
blogue, que tem outra finalidade. Mas o futebol não é só bola. É mais. É muito
mais. Dele faz-se aproveitamento político, por boas e más razões. Talvez
por isso se diga, não sem certa razão, que é uma nova forma de ópio do povo.
Neste caso, deixem-nos desfrutar deste “ópio” porque no caso presenterefresca-nos a
alma, por todos nós, e muito especialmente pelos emigrantes que vivem ou
viveram em França. É caso para dizer que esses emigrantes, por milagre da “selecção
de todos nós”, saltaram dos bidonvilles
para os Campos Elíseos.
E a propósito de Campos Elíseos uma pergunta: Se durante
estes dias os franceses nos acostumaram a iluminar a sua Torre Eiffel com as
cores e o escudo dos países vencedores, por que razão o não fizeram esta noite
depois do jogo. Noblesse oblige...
sexta-feira, 8 de julho de 2016
Obra de José Luís Peixoto: A lusofonia que pouco (ou nada) sabe sobre si própria
João Branco
chegou de Cabo Verde, onde vive há 25 anos, para estrear uma peça no auditório
com o nome da mãe, no Rivoli: Estrangeiras, de José Luís Peixoto.
Há cerca de dez anos, uma peça de teatro
levou José Luís Peixoto ao Mindelo, a segunda maior cidade de Cabo Verde, na
ilha de São Vicente. Numa oficina de dramaturgia ficou acordado que a sua
escrita se havia de cruzar com as encenações de João Branco. Combinaram que
haveria de ser sobre Cabo Verde, o país que partilham – onde José Luís Peixoto viveu durante
um ano e João Branco vive há 25.
A peça acabou por andar à volta de um
triângulo que conta a história da lusofonia contemporânea: um Portugal, um
Brasil e um Cabo Verde que não se conhecem entre si. E como nestas coisas “o
tempo tem sempre razão”, diz João Branco, Estrangeiras chega aos
palcos neste Verão de 2016 em que os dias se vivem quentes pela onda
anti-imigração no Reino Unido, com réplicas em vários países da Europa – ou não
fossem já mais do que evidentes as sequelas da crise dos refugiados.
É no Teatro Municipal
Rivoli, mais concretamente no palco do Auditório Isabel Alves Costa – mãe do encenador –, que
três mulheres se encontram, cheias de preconceitos sobre as nacionalidades das
outras e dúvidas sobre a sua própria identidade.
Nota: José Luís Peixoto este em Caracas, em Novembro de 2015, para os actos do aniversário do Instituto Português de Cultura.
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José Luís Peixoto
quinta-feira, 7 de julho de 2016
Música (e não só) grátis e para todos no Largo de São Carlos
O
Festival Ao Largo que o Teatro Nacional de São Carlos desde 2009 oferece à
cidade de Lisboa arranca amanhã, com um concerto da Orquestra Sinfónica
Portuguesa, dirigida por Joana Carneiro, com colaboração da Orquestra do
Conser- vatório do Montijo, num programa que inclui a bombástica Abertura 1812
de Tchaikovsky.
O cartaz desta 8.ª edição
aproxima o Ao Largo do conceito de "festival de todas as artes", já
que também o teatro, a ópera e o bailado são contemplados na programação.
O primeiro aparece nos dias 13 e
14, e logo com o Sonho de Uma Noite de Verão, de Shakespeare, integrado no
Festival "Glorioso Verão" dedicado ao grande dramaturgo. Trata-se de
uma produção da Escola Superior de Teatro e Cinema, com direção artística de
Cristina Carvalhal. A ópera chega nos dias 22 e 23, com a popular Cavalleria
Rusticana, de Mascagni, ambientada na Sicília rural. Direção musical de
Domenico Longo, à frente de elenco encabeçado por Mary Elizabeth Williams
(Santuzza) e Lorenzo Decaro (Turiddu), mais Sinfónica Portuguesa e Coro do São Carlos.
Por fim, o bailado, como já é tradição, encerra o Ao Largo (dias 28 a 30), com
três coreografias, respetivamente, de Balanchine, William Forsythe e Hans van
Manen pela CNB.
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Música.
Aura Festival conta Histórias da Noite
A
edição de 2016 leva um espetáculo de videomapping à fachada do Palácio da Vila
e outras surpresas.Aura Festival decorre em Sintra nos
dia 18 a 21 de agosto, sob o tema Histórias
da Noite.Este festival promove a
convivência social no espaço público através de um percurso pedonal, do MUSA
(Museu das Artes de Sintra) ao Palácio Nacional, afirmou a organização em
comunicado. Os visitantes são convidados a
assistir aos documentáriosCartografias
Emocionais sobre Sintra.
Oskar & Gaspar vão apresentar
um vídeomapping na fachada do Palácio Nacional.Já Pedro Palma vai mostrar a sua
instalação de vidro e luz na Fonte Mourisca.A instalação na zona pedonal da
Avenida Heliodoro Salgado, vai ser apresentado pelo artista Luís Patrício.Rethorica Studio apresenta as
instalações no Vale do Rio do Porto e no Miradouro da Correnteza.Luísa Alvarez, de Espanha, vem
dar a conhecer as suas esculturas nos Paços do Concelho, e os portugueses Stage
Toolbox, personagens intemporais que acompanham os passeios guiados.O festival dá a oportunidade de
participar num concurso de fotografia noturna e workshops do Centro de Ciência
Viva de Sintra e da Rede de Participação Juvenil de Sintra.A primeira edição, que docorreu entre
os dias 27 e 30 de agosto de 2015, contou com a presença de 20.000 pessoas e
teve 49.000 consultas no site.
O festival abre as portas às
21.00 e fecha às 00.30.
quarta-feira, 6 de julho de 2016
Portugal está quase no fundo da lista do emprego cultural na Europa
Relatório do
Eurostat faz retrato da situação no sector no ano de 2014.
Portugal é o quarto país dos 28
que actualmente integram a União Europeia (UE) com a percentagem mais baixa de
empregos no sector da Cultura (2,2%), tendo apenas abaixo de si a Bulgária
(2,1%), a Eslováquia (2%) e a Roménia (1,1%).
Os números foram
divulgados esta quarta-feira pelo Eurostat, o gabinete de estatísticas da
UE, que apresenta resultados relativos ao ano de 2014, destacando em título que
“seis em cada dez pessoas que trabalham no sector cultural têm diplomas do
ensino superior”.
No topo do ranking do
emprego cultural dentro da UE está o Luxemburgo (5,2%), logo seguido pela
Suécia (4,1%) e pela Finlândia e pela Holanda (ambos com 3,9%). Mas,
considerados todos os países referidos no relatório do Eurostat, a segunda
posição é ocupada pela Islândia (4,7%), que não faz parte da UE. O relatório
inclui também outros quatro países extracomunitários: a Noruega, a Suíça, a
Macedónia e a Turquia – os dois últimos também com médias inferiores à
realidade portuguesa, respectivamente com 2,1% e 1,8%.
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política cultural
Sete conversas com Luis Miguel Cintra entre a fé e a recusa
O Cego que Atravessou
Montanhas é um livro que
recupera sete entrevistas realizadas a Luis Miguel Cintra durante um período de
três anos. O mote era a estreia de um novo espectáculo do encenador no Teatro
da Cornucópia, mas as conversas extravasaram.
O
Cego que Atravessou Montanhas recupera sete entrevistas que Tiago Bartolomeu
Costa realizou a Luis Miguel Cintra durante um período de três anos. As
conversas tinham sempre por mote a estreia de um novo espectáculo do encenador
no Teatro da Cornucópia, mas extravasaram, em cada uma das ocasiões, essa
circunstância. Por sete vezes, no gabinete de Luis Miguel Cintra, “nem rede de
telemóvel, nem relógio a marcar o tempo”, descreve Bartolomeu Costa – na altura
jornalista e crítico do PÚBLICO – no prefácio do livro publicado pela Orfeu
Negro, assim foram registadas estas conversas que compõem um livro “livro sobre
a vida, sobre a vontade de fazer” e, naturalmente, sobre o teatro.
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Cinema Português
Ator português Paul Moniz de Sá entre os gigantes do novo filme de Steven Spielberg
O ator português Paul Moniz de Sá, natural dos Açores, é um dos participantes no último filme de Steven Spielberg, "O amigo gigante", dos estúdios da Walt Disney, que chega às salas portuguesas de cinema na quinta-feira.
"Foi realmente uma das
experiências mais marcantes da minha vida. Steven Spielberg é um realizador
inspirador. O elenco e a equipa eram espetaculares. Não sentia que estava a
trabalhar. Sentia que estava a fazer magia com amigos", explicou Moniz de
Sá à agência Lusa, através do seu endereço, na internet.
O filme, como o título em
inglês The BFG (sigla de Big Friendly Giant),
conta a história de uma menina órfã que se torna amiga de um gigante. Juntos
partem numa aventura para eliminar os gigantes que estão a aterrorizar os
humanos. O português, radicado no Canadá, desempenha o papel de um dos
gigantes.
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Cinema
60 escritores americanos a debater literatura portuguesa
Uma delegação de meia
centena de norte-americanos está no Chiado a fazer uma radiografia sobre a
literatura portuguesa... Esta podia ser a frase inicial se a
"inspeção" fosse oficial em vez de um programa cultural que envolve
pelo sexto ano consecutivo dezenas de escritores que vêm da América do Norte
para debater com autores nacionais. É o Disquiet, por causa do Desassossego de
Fernando Pessoa, organizado pelo Centro Nacional de Cultura (CNC), a Dzank
Books e a FLAD.
A iniciativa conta com
escritores norte-americanos que vêm também orientar as aulas e workshops, além
de seis dezenas de nomes iniciantes ou já com sucesso editorial, entre os 21 e
77 anos de idade. Uma diversidade de interesses que se nota bem no intenso
programa de duas semanas em que irão debater com um amplo grupo de escritores
portugueses a literatura nacional.
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Literatura
Alice Vieira ganha prémio no Brasil
O livro infanto-juvenil de
Alice Vieira, 'Meia hora para mudar a minha vida', recebeu um prémio na edição
brasileira.
Entre os livros destinados
ao leitor jovem editados em 2015 no Brasil estava 'Meia hora para mudar a minha
vida' da escritora portuguesa Alice Vieira. Ontem, foi considerado o
"Melhor da literatura em língua portuguesa" e recebeu o Prémio
Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil - Henriqueta Lisboa.
Segundo a editora
Peirópolis, o livro "está a encantar os leitores e a ganhar o merecido
reconhecimento de quem trabalha pela formação de leitores". Alice Vieira é
autora de inúmeros livros para o público infanto-juvenil, bem como na narrativa
para adultos e detentora de vários prémios literários.:
Nota: Alice Vieira já esteve em Caracas convidada pelo Instituto Português de
Cultura.
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Alice Vieira
Porto: Maior orgão de tubos de Portugal assinala 21.º aniversário
Monumental Órgão de Tubos
na Igreja de Nossa Senhora da Lapa, no Porto, comemora 21 anos. A data é
assinalada com um ciclo de concertos comemorativos, entre 7 e 16 de julho.
Para assinalar o 21.º
aniversário do órgão, nos dias 7, 8, 10, 13 e 16 de julho vão realizar-se
vários concertos comemorativos.
No dia 7 de julho, às
21.30, é o concerto comemorativo, com obras de Bach, Reger e Dupré, com os
organistas Tiago Ferreira e Filipe Veríssimo.
As transições para saxofone
realizam-se no dia 8 de julho também pelas 21.30, com a presença do saxofonista
José Pedro Gonçalinho e com obras de Cage, Part, Vitali e Vivaldi.
A 10 de julho às 21.30, o
organista David Briggs vai tocar 5.ª sinfonia.
terça-feira, 5 de julho de 2016
Eduardo Lourenço distinguido pela Academia Francesa pela divulgação da língua
Filósofo e ensaísta
português já fora homenageado em França com os graus de "Officier de
l'Ordre de Mérite" e de "Chevalier de L'Ordre des Arts et des
Lettres".
O filósofo Eduardo Lourenço, de
93 anos, foi galardoado com o Prémio de Divulgação da Língua e Literatura
Francesas pela Academia Francesa, em Paris, por ter escrito parte da sua obra
em francês.
De acordo com o sítio online da Academia Francesa, o crítico e
ensaísta português é um dos cinco distinguidos com este prémio, a par do suíço
Jean Paul Barbier-Mueller, da italiana Elena Fumagalli, da libanesa Mona
Makki-Gallet e ainda da Alliance Française, em Abu Dabi. (...)
Eduardo Lourenço
de Faria, nascido em 1923 no concelho de Almeida, distrito da Guarda,
frequentou o curso de Histórico-Filosóficas na Faculdade de Letras da
Universidade de Coimbra, onde foi depois professor assistente. Partiu para França em 1949, onde se encontra radicado até
hoje, mas manteve sempre uma forte ligação a Portugal, escrevendo várias obras
sobre a sociedade e identidade portuguesa.
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Eduardo Lourenço
Compra de quadro do pintor Sequeira
O Museu Nacional
de Arte Antiga (MNAA) precisava de 600 mil euros para comprar a um privado a
pintura Adoração dos Magos,
uma das mais significativas no percurso do importante pintor português Domingos
Sequeira, e, para isso, lançou em finais
de Outubro do ano passado uma campanha de angariação de fundos
que tinha a ambição de envolver todos os portugueses, cidadãos e empresas. Seis
meses depois, a 27
de Abril, atingiu o objectivo e esta quarta-feira deu por
encerrada a operação“Vamos
Pôr o Sequeira no Lugar Certo”, anunciando em comunicado que tinha reunido 745.623 euros.
Mais 145 mil euros do que o necessário, portanto. (…)
Os números finais
desta angariação de fundos que envolveu milhares de particulares e centenas de
empresas, escolas, fundações e outras entidades e que tinha a duração estimada
de seis meses só agora foram divulgados porque “os últimos donativos, que estavam
já previstos, acabam de dar entrada na conta da campanha”, explicou Paula
Brito, responsável pela comunicação de Arte Antiga.
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¨Pintura
Coreia do Sul: Exposição “ Distant Rooms”, de Rui Chafes e Pedro Costa em Seul
O artista
plástico Rui Chafes e o
realizador de cinema Pedro Costa apresentam entre 25 de junho e 14 de agosto de
2016, no Ilmin Museum of Art de Seul, na Coreia do Sul, a sua quarta exposição
conjunta, em que associam as esculturas do primeiro às imagens do segundo. O
Camões – Instituto da Cooperação e da Língua e a Embaixada de Portugal em Seul
apoiam esta iniciativa.
A exposição conjunta de Rui Chafes e Pedro Costa, a
decorrer no Ilmin Museum of Art, em Seul, Coreia do Sul, constituirá um momento
especial e único para o público sul-coreano conhecer a obra deste dois artistas
numa perspetiva de complementaridade e de jogos entre corpos (de escultura) e
de luz (imagens de cinema).
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Arte,
Cinema Português
quinta-feira, 23 de junho de 2016
“Eça na Rota do Modernismo Brasileiro”
O Curso de Verão destina-se a todos os interessados na
obra queirosiana e na área cultura, literatura, media, nomeadamente a
professores (sobretudo, Ensino Secundário), estudantes universitários nacionais
e internacionais (graduação e pós-graduação), estudiosos e investigadores nas
áreas de Ciências de Comunicação, Estudos Culturais e Literários. A
participação neste curso de verão confere aos professores do 2º e 3º ciclos do
ensino básico e do secundário1 crédito.
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Eça de Queirós
domingo, 19 de junho de 2016
Grupo de teatro do CP toca o céu...
O Grupo
de Teatro do Centro Português, LusoScena,
acaba de conquista o Festival de Teatro 2016 (interclubes sociais) com a obra Una vieja con alas.
Ganhou
arrasadoramente ao arrecadar quase todos os prémios em disputa:
·
Melhor obra,
·
Melhor produção,
·
Melhor direcção
·
Melhor Iluminação,
·
Melhor actriz de caracterização
·
Melhor música… e
·
Melhor actriz principal, que recaiu
sobre María José María José Nunes, quem foi acompanhada por Halsyn Ortíz, Betty De Castro,
Natalia De Abreu, Sara Pereira, Viviana Suárez, João Fernández e Arlette
Rentroia.
Greymar Hernández e Mike
Suárez, conjuntamente con um grupo de colaboradores, trabalharam criteriosamente o texto original do
autor costarriquense Melvin Méndez – cujo título é Un viejo con alas -- adaptando-o a Una vieja con alas.
Este Festival mergulha
as suas raízes em 1991 e tem uma periodicidade anual com crescente sucesso de público.
Desde este blogue o
nosso entusiasmado “Parabéns!” aos vencedores desta edição.
segunda-feira, 13 de junho de 2016
13 de Junho…
Dia de
Santo A
ntónio.
Não é, mas
poderia ser, Dia de Fernando Pessoa. Também era justo.
O primeiro
deixou sermões que merecem leitura por crentes e não crentes, no que é talvez o
seu lado menos conhecido, já se sabe por que razão...
O segundo
deixou obra literária que marcou o seu século e os que estão por vir.
Ambos lisboetas. Ambos homens de grande cultura.
Ambos emigrantes, se bem que por motivos diferentes.
Aqui deixammos lembrança de ambos.
Um com o seu rosto menos conhecido. O outro nos
seus anos finais.
sexta-feira, 10 de junho de 2016
Portugueses e turistas encheram Praça do Comércio para ouvir Marcelo
Marcelo
Rebelo de Sousa divide o 10 de junho entre Lisboa e Paris
O Presidente da República condecorou hoje o
"heroísmo e a bravura" de seis militares, e preparar-se para
condecorar os emigrantes portugueses que ajudaram vítimas dos atentados de
Paris, cidade onde pela primeira vez decorrem as c
omemorações do 10 de Junho.
As comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das
Comunidades Portugueses dividem-se este ano, e de forma inédita, entre Lisboa,
e Paris, onde o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, proferirá os
primeiros discursos do 10 de Junho do seu mandato.
As celebrações começaram pelas 10.00 no Terreiro do
Paço, em Lisboa. Recorde os principais momentos da manhã, enquanto o Presidente
e o primeiro-ministro voam para Paris, onde às 17.00 se encontram com os seus
homólogos.
sexta-feira, 3 de junho de 2016
Edição de bolso de “Alabardas, alabardas, espingardas, espingardas” disponível em italiano
Acaba
de dar à estampa a edição de bolso de Alabardas, alabardas, espingardas,
espingardas, na editora italiana Feltrinelli, sendo o 24º título de José Saramago publicado na
coleção Universale Economica.
O
livro inclui os textos de Fernando Gómez Aguilera e de Roberto Saviano, sendo a
tradução do português da responsabilidade de Rita Desti e do espanhol de Simone
Cattaneo.
A
ilustração da capa é da autoria de Emiliano Ponzi.
O livro: 2014 (com textos de Fernando Gómez Aguilera e Roberto Saviano, capa
e ilustrações de Günter Grass)
Aquando do seu falecimento,
em 2010, José Saramago deixou escritas trinta páginas daquele que seria o seu
próximo romance; trinta páginas onde estava já esboçado o fio argumental,
perfilados os dois protagonistas e, sobretudo, colocadas as perguntas que interessavam
à sua permanente e comprometida vocação de agitar consciências.Saramago escreve
a história de Artur Paz Semedo, um homem fascinado por peças de artilharia,
empregado numa fábrica de armamento, que leva a cabo uma investigação na sua
própria empresa, incitado pela ex-mulher, uma mulher com carácter, pacifista e
inteligente. A evolução do pensamento do protagonista permite-nos refletir
sobre o lado mais sujo da política internacional, um mundo de interesses
ocultos que subjaz à maior parte dos conflitos bélicos do século xx. Dois
outros textos – de Fernando Gómez Aguilera e Roberto Saviano – situam e
comentam as últimas palavras do Prémio Nobel português, cuja força as
ilustrações de um outro Nobel, Günter Grass, sublinham.
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José Saramago
quarta-feira, 1 de junho de 2016
“Ensaio sobre a Cegueira” abre a “Coleção Essencial” dos Livros RTP
Para
abrir a nova “Coleção Essencial” da RTP, foi escolhido Ensaio sobre a Cegueira de José Saramago, num total de 24
títulos que compõem esta colecção, com autores como Mário Vargas Llosa, Mia
Couto, Thomas Mann, entre outros. A RTP, desta feita em parceria com a LeYa,
recupera assim este projecto, iniciado em 1970, porque, nas palavras de Gonçalo
Reis, Presidente do Conselho de Administração da RTP: Temos
uma visão ampla da missão de serviço público e de que a RTP deve ser um agente
ativo de divulgação da língua e da cultura portuguesas.
A
curadoria da coleção é de Zeferino Coelho, editor da Caminho / LeYa, e todas as
capas são da autoria de Rui Garrido, diretor de arte da LeYa.
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José Saramago
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