domingo, 17 de julho de 2016

Mensagem que Harrison Ford deixou à livraria Lello



"O conhecimento merece uma casa bonita. Esta é uma delas", escreveu o famoso ator norte-americano. A fotografia da mensagem de Harrison Ford foi publicada na página de Facebook da livraria Lello.
O ator norte-americano Harrison Ford, que esteve em Portugal com a mulher e também atriz, Calista Flockhart, ficou deslumbrado com a livraria Lello, no Porto, e escreveu uma mensagem no livro de honra

Na sua estada em Portugal, o ator Harrison Ford aproveitou para conhecer vários locais, entre os quais a histórica livraria Lello. O eterno Indiana Jones, que visitou o nosso país na companhia da mulher, a também atriz Calista Flockhart, fez questão de deixar uma mensagem no livro de honra deste emblemático estabelecimento da Invicta, situado na rua das Carmelitas.


sábado, 16 de julho de 2016

Julião Sarmento expõe em Zagreb


A exposição de Julião Sarmento "As Good as It Gets" inaugura na sexta-feira no Museu de Arte Contemporânea na Croácia.

A obra de Julião Sarmento pode ser vista a partir de sexta-feira no Museu de Arte Contemporânea da Croácia. A mostra, com curadoria de João Silvério, já esteve patente na cidade croata de Split, enquanto o Museu de Arte Contemporânea a mostrará até agosto.
Entre vários trabalhos, a exposição apresenta um vídeo - Roc - no qual uma mulher realiza uma performance despindo-se e ao mesmo tempo recita pensamentos filosóficos do autor austríaco Ludwig Wittgenstein. Os temas do vídeo são explorados pelo artista ao longo da exposição, cujas imagens confrontam o visitante com vários níveis de leitura.
Julião Sarmento, nascido em 1948 em Lisboa, vive e trabalha no Estoril. 


Museu de Lisboa mostra azulejos resgatados de prédios em ruína


Os painéis da exposição vêm de igrejas, cafés, fábricas. E atravessam toda a história da azulejaria.
Há vários painéis de azulejos do século XVII, bastante deteriorados, que foram resgatados à Quinta do Contador-Mor, demolida quando se urbanizou a zona dos Olivais. Há outros dedicados a São Lourenço, que estavam na Igreja de Carnide (também do século XVII) e foram dali retirados após a implantação da república, quando o edifício foi transformado em escola. Há um maravilhoso painel assinado por Almada Negreiros e fabricado pela Viúva Lamego para a Livraria Ática (1955). E há mais, muito mais.

A exposição Fragmentos de Cor - Azulejos do Museu de Lisboa, que está até 25 de setembro no Pavilhão Preto do Museu de Lisboa - Palácio Pimenta, faz uma viagem diacrónica pela coleção de azulejos deste museu, a segunda maior do país, a seguir à do Museu do Azulejo. 


Diário de Notícias.

sexta-feira, 15 de julho de 2016

DocLisboa começa na esplanada da Cinemateca a 23 de julho


O DocLisboa regressa este ano, em outubro, mas vai ser antecipado na próxima semana, na Cinemateca Portuguesa, com a exibição de curtas-metragens do britânico Peter Watkins, pioneiro do "docudrama", anunciou hoje a organização.

O cinema de Watkins e a intervenção do "documentário ficcionado", a revolução de Cuba e novas expressões cinematográficas são os vetores do DocLisboa'16, de 20 a 30 de outubro, em Lisboa.
A programação da 14.ª edição Festival Internacional de Cinema documental de Lisboa terá uma antecipação na Cinemateca Portuguesa, em Lisboa, a 23 de julho, com a exibição das curtas-metragens do cubano Santiago Alvarez Noticiero 49 e Now!, e deThe war game, 'docudrama' do britânico Peter Watkins, sobre a perspetiva de uma guerra nuclear


quinta-feira, 14 de julho de 2016

Seis filmes portugueses no festival de Locarno


Seis filmes portugueses, entre os quais "O ornitólogo", de João Pedro Rodrigues, e a animação "Estilhaços", de José Miguel Ribeiro, integram a competição do Festival de Cinema de Locarno, que decorre em agosto, na Suíça, foi hoje anunciado.
O programa do 69.º festival de Locarno -- marcado de 3 a 13 de agosto -- foi hoje revelado e conta com mais de uma dezena de filmes portugueses, seis selecionados para a competição internacional.
São os casos das longas-metragens Correspondência, de Rita Azevedo Gomes a partir das cartas escritas entre Jorge de Sena e Sophia de Mello Breyner Andresen, e O ornitólogo, de João Pedro Rodrigues. Ambos farão a estreia mundial em Locarno.


quarta-feira, 13 de julho de 2016

‘A Canção de Lisboa’ regressa aos cinemas


Filme tem nova versão. Por Duarte Faria Chega amanhã às salas de cinemas o último filme da trilogia dos clássicos do cinema português, um projeto idealizado por Leonel Vieira - que realizou as duas primeiras películas: ‘O Pátio das Cantigas’ e ‘O Leão da Estrela’. A nova versão de ‘A Canção de Lisboa’ traz César Mourão, no papel de Vasco Leitão (que no original coube a Vasco Santana), e a brasileira Luana Matau, como Alice (interpretada em 1933 por Beatriz Costa), como protagonistas. Vasco vive da mesada das tias, que moram no Porto e o consideram um aluno cumpridor. Mas Vasco, que afinal se dedica à stand-up comedy, prefere os bares e as mulheres bonitas, em particular, Alice, uma rapariga com talento para a música e filha do candidato a primeiro-ministro José Caetano (Miguel Guilherme). Até que as tias (interpretadas por Maria Vieira e São José Lapa) anunciam uma visita a Lisboa. Aí, tudo se complica... "O que não se vai complicar é a bilheteira porque vai ser um sucesso. O filme está muito bem conseguido", diz ao CM César Mourão. Já Luana Matau descreve que é um filme "leve, divertido e emocionante, que retrata muito bem Lisboa, e Portugal em ...

terça-feira, 12 de julho de 2016

Elvas vai acolher festival dedicado à arte contemporânea


 A arte contemporânea vai "invadir" igrejas, espaços públicos, associações desportivas e culturais de Elvas, no decorrer da edição "zero" do "Festival A Salto", que reúne trabalhos de cerca de 30 artistas.



Esta iniciativa, promovida pela Associação Cultural Umcoletivo, vai decorrer nos dias 29 a 31 deste mês, sendo este festival definido pelos promotores como uma "tomada artística" à cidade de Elvas, com uma série de espaços não convencionais, como pano de fundo.



Thomas Ostermeier, sintomas de ruptura



Entre Abril e Outubro de 1890, o jovem médico Anton Tchékhov viajou da Sibéria até à ilha de Sacalina, atravessando, no interior de uma carruagem puxada por cavalos e durante três meses agrestes, as enregeladas estepes. Segundo relata o seu biógrafo Donald Rayfield, Tchékhov procuraria através da dureza física da viagem relativizar os seus recentes fracassos artísticos e, em simultâneo, recolher elementos para um livro futuro – passados dois anos, publicaria A Ilha de Sacalina, um lugar que “não tem clima, só mau tempo”. Na colónia penal encontraria muito mais do que material para um livro. Muitos investigadores defendem que durante os meses em que conduziu um censo em Sacalina, foi exposto a formas de vida tão miseráveis que voltaria antes com uma visão desencantada da humanidade da qual não se livrou até ao fim.

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Ainda o Euro 2016...

Vive la France...

Espetáculo. Mesmo com Ronaldo fora de campo, Portugal bateu os franceses e é campeão da Europa. Mas depois da festa do futebol vamos ao que interessa: a França é uma grande nação e merece admiração. (...)
Há uns anos, o antropólogo Emmanuel Todd destacava os portugueses como os estrangeiros que mais casavam com franceses. Também aqueles cuja taxa de criminalidade era das mais baixas. E o L"Express, citando o equivalente do INE, dava os portugueses e portuguesas de França como os mais ativos no mercado de trabalho, acima até dos franceses em geral. Gente trabalhadora, como se sabe e tão bem mostrou o realizador Ruben Alves em Gaiola Dourada, um sucesso lá e cá.
 Mas os portugueses em França são muito mais do que o estereótipo do pedreiro e da porteira. Por falar em porteiras, que bela ideia o presidente Marcelo Rebelo de Sousa ter condecorado no 10 de Junho Margarida de Santos Sousa, heroína na noite do atentado no Bataclan, abrindo as portas do prédio e de casa aos jovens.  (...)
Osfranceses sabem que o Portugal de hoje não é o dos anos 1960, quando para fugir à pobreza ou à Guerra do Ultramar milhares atravessaram os Pirenéus. Os que nos visitam ficam surpreendidos com o país moderno; alguns gostam tanto que compram casa. Em França lê-se e admira-se Lobo Antunes, redescobre-se agora a pintura de Amadeo, há muito que se reverencia o cinema de Manoel de Oliveira. E, no início do mês, a Academia Francesa distinguiu Eduardo Lourenço.É antiquíssima a relação. O pai de D. Afonso Henriques veio da Borgonha. É uma história cheia de altos e baixos, da presença do CEP em França na Grande Guerra às invasões napoleónicas. Devemos-lhe o iluminismo e os ideais da Revolução de 1789, mas também se diga que o maior nome das letras francesas, Victor Hugo, publicou no DN em 1867 uma carta a elogiar Portugal pela abolição da pena de morte. 
O futebol muitas vezes é visto como campo de batalha. Mas lá por haver vencedor e perdedor a guerra não tem de continuar fora do campo. Os portugueses continuarão a ser queridos em França. E a França a ser admirável. Pense-se em Griezmann, que chorou a derrota. O outro apelido é Lopes. Vive la France.



domingo, 10 de julho de 2016

Futebol e… algo mais.



     Portugal acaba de derrotar a França por um a zero na final da Taça de Europa 2016. Futebol não é assunto que soemos tocar neste blogue, que tem outra finalidade. Mas o futebol não é só bola. É mais. É muito mais. Dele faz-se aproveitamento político, por boas e más razões. Talvez por isso se diga, não sem certa razão, que é uma nova forma de ópio do povo. Neste caso, deixem-nos desfrutar deste “ópio” porque no caso presenterefresca-nos a alma, por todos nós, e muito especialmente pelos emigrantes que vivem ou viveram em França. É caso para dizer que esses emigrantes, por milagre da “selecção de todos nós”, saltaram dos bidonvilles para os Campos Elíseos. 

     E a propósito de Campos Elíseos uma pergunta: Se durante estes dias os franceses nos acostumaram a iluminar a sua Torre Eiffel com as cores e o escudo dos países vencedores, por que razão o não fizeram esta noite depois do jogo. Noblesse oblige...

sexta-feira, 8 de julho de 2016

Obra de José Luís Peixoto: A lusofonia que pouco (ou nada) sabe sobre si própria

João Branco chegou de Cabo Verde, onde vive há 25 anos, para estrear uma peça no auditório com o nome da mãe, no Rivoli: Estrangeiras, de José Luís Peixoto.
Há cerca de dez anos, uma peça de teatro levou José Luís Peixoto ao Mindelo, a segunda maior cidade de Cabo Verde, na ilha de São Vicente. Numa oficina de dramaturgia ficou acordado que a sua escrita se havia de cruzar com as encenações de João Branco. Combinaram que haveria de ser sobre Cabo Verde, o país que partilham – onde José Luís Peixoto viveu durante um ano e João Branco vive há 25.
A peça acabou por andar à volta de um triângulo que conta a história da lusofonia contemporânea: um Portugal, um Brasil e um Cabo Verde que não se conhecem entre si. E como nestas coisas “o tempo tem sempre razão”, diz João Branco, Estrangeiras chega aos palcos neste Verão de 2016 em que os dias se vivem quentes pela onda anti-imigração no Reino Unido, com réplicas em vários países da Europa – ou não fossem já mais do que evidentes as sequelas da crise dos refugiados.
É no Teatro Municipal Rivoli, mais concretamente no palco do Auditório Isabel Alves Costa – mãe do encenador , que três mulheres se encontram, cheias de preconceitos sobre as nacionalidades das outras e dúvidas sobre a sua própria identidade.  
Nota: José Luís Peixoto  este em Caracas, em Novembro de 2015, para os actos do aniversário do Instituto Português de Cultura.

quinta-feira, 7 de julho de 2016

Música (e não só) grátis e para todos no Largo de São Carlos


O Festival Ao Largo que o Teatro Nacional de São Carlos desde 2009 oferece à cidade de Lisboa arranca amanhã, com um concerto da Orquestra Sinfónica Portuguesa, dirigida por Joana Carneiro, com colaboração da Orquestra do Conser- vatório do Montijo, num programa que inclui a bombástica Abertura 1812 de Tchaikovsky.
O cartaz desta 8.ª edição aproxima o Ao Largo do conceito de "festival de todas as artes", já que também o teatro, a ópera e o bailado são contemplados na programação.
O primeiro aparece nos dias 13 e 14, e logo com o Sonho de Uma Noite de Verão, de Shakespeare, integrado no Festival "Glorioso Verão" dedicado ao grande dramaturgo. Trata-se de uma produção da Escola Superior de Teatro e Cinema, com direção artística de Cristina Carvalhal. A ópera chega nos dias 22 e 23, com a popular Cavalleria Rusticana, de Mascagni, ambientada na Sicília rural. Direção musical de Domenico Longo, à frente de elenco encabeçado por Mary Elizabeth Williams (Santuzza) e Lorenzo Decaro (Turiddu), mais Sinfónica Portuguesa e Coro do São Carlos. Por fim, o bailado, como já é tradição, encerra o Ao Largo (dias 28 a 30), com três coreografias, respetivamente, de Balanchine, William Forsythe e Hans van Manen pela CNB.

Aura Festival conta Histórias da Noite


A edição de 2016 leva um espetáculo de videomapping à fachada do Palácio da Vila e outras surpresas.Aura Festival decorre em Sintra nos dia 18 a 21 de agosto, sob o tema Histórias da Noite.Este festival promove a convivência social no espaço público através de um percurso pedonal, do MUSA (Museu das Artes de Sintra) ao Palácio Nacional, afirmou a organização em comunicado. Os visitantes são convidados a assistir aos documentáriosCartografias Emocionais sobre Sintra.
Oskar & Gaspar vão apresentar um vídeomapping na fachada do Palácio Nacional.Já Pedro Palma vai mostrar a sua instalação de vidro e luz na Fonte Mourisca.A instalação na zona pedonal da Avenida Heliodoro Salgado, vai ser apresentado pelo artista Luís Patrício.Rethorica Studio apresenta as instalações no Vale do Rio do Porto e no Miradouro da Correnteza.Luísa Alvarez, de Espanha, vem dar a conhecer as suas esculturas nos Paços do Concelho, e os portugueses Stage Toolbox, personagens intemporais que acompanham os passeios guiados.O festival dá a oportunidade de participar num concurso de fotografia noturna e workshops do Centro de Ciência Viva de Sintra e da Rede de Participação Juvenil de Sintra.A primeira edição, que docorreu entre os dias 27 e 30 de agosto de 2015, contou com a presença de 20.000 pessoas e teve 49.000 consultas no site.
O festival abre as portas às 21.00 e fecha às 00.30.

quarta-feira, 6 de julho de 2016

Portugal está quase no fundo da lista do emprego cultural na Europa

Relatório do Eurostat faz retrato da situação no sector no ano de 2014.
Portugal é o quarto país dos 28 que actualmente integram a União Europeia (UE) com a percentagem mais baixa de empregos no sector da Cultura (2,2%), tendo apenas abaixo de si a Bulgária (2,1%), a Eslováquia (2%) e a Roménia (1,1%).

Os números foram divulgados esta quarta-feira pelo Eurostat, o gabinete de estatísticas da UE, que apresenta resultados relativos ao ano de 2014, destacando em título que “seis em cada dez pessoas que trabalham no sector cultural têm diplomas do ensino superior”.
No topo do ranking do emprego cultural dentro da UE está o Luxemburgo (5,2%), logo seguido pela Suécia (4,1%) e pela Finlândia e pela Holanda (ambos com 3,9%). Mas, considerados todos os países referidos no relatório do Eurostat, a segunda posição é ocupada pela Islândia (4,7%), que não faz parte da UE. O relatório inclui também outros quatro países extracomunitários: a Noruega, a Suíça, a Macedónia e a Turquia – os dois últimos também com médias inferiores à realidade portuguesa, respectivamente com 2,1% e 1,8%.


Sete conversas com Luis Miguel Cintra entre a fé e a recusa



O Cego que Atravessou Montanhas recupera sete entrevistas que Tiago Bartolomeu Costa realizou a Luis Miguel Cintra durante um período de três anos. As conversas tinham sempre por mote a estreia de um novo espectáculo do encenador no Teatro da Cornucópia, mas extravasaram, em cada uma das ocasiões, essa circunstância. Por sete vezes, no gabinete de Luis Miguel Cintra, “nem rede de telemóvel, nem relógio a marcar o tempo”, descreve Bartolomeu Costa – na altura jornalista e crítico do PÚBLICO – no prefácio do livro publicado pela Orfeu Negro, assim foram registadas estas conversas que compõem um livro “livro sobre a vida, sobre a vontade de fazer” e, naturalmente, sobre o teatro.


Ator português Paul Moniz de Sá entre os gigantes do novo filme de Steven Spielberg

O ator português Paul Moniz de Sá, natural dos Açores, é um dos participantes no último filme de Steven Spielberg, "O amigo gigante", dos estúdios da Walt Disney, que chega às salas portuguesas de cinema na quinta-feira.


"Foi realmente uma das experiências mais marcantes da minha vida. Steven Spielberg é um realizador inspirador. O elenco e a equipa eram espetaculares. Não sentia que estava a trabalhar. Sentia que estava a fazer magia com amigos", explicou Moniz de Sá à agência Lusa, através do seu endereço, na internet.

O filme, como o título em inglês The BFG (sigla de Big Friendly Giant), conta a história de uma menina órfã que se torna amiga de um gigante. Juntos partem numa aventura para eliminar os gigantes que estão a aterrorizar os humanos. O português, radicado no Canadá, desempenha o papel de um dos gigantes.


60 escritores americanos a debater literatura portuguesa


Uma delegação de meia centena de norte-americanos está no Chiado a fazer uma radiografia sobre a literatura portuguesa... Esta podia ser a frase inicial se a "inspeção" fosse oficial em vez de um programa cultural que envolve pelo sexto ano consecutivo dezenas de escritores que vêm da América do Norte para debater com autores nacionais. É o Disquiet, por causa do Desassossego de Fernando Pessoa, organizado pelo Centro Nacional de Cultura (CNC), a Dzank Books e a FLAD.

A iniciativa conta com escritores norte-americanos que vêm também orientar as aulas e workshops, além de seis dezenas de nomes iniciantes ou já com sucesso editorial, entre os 21 e 77 anos de idade. Uma diversidade de interesses que se nota bem no intenso programa de duas semanas em que irão debater com um amplo grupo de escritores portugueses a literatura nacional.



Alice Vieira ganha prémio no Brasil


O livro infanto-juvenil de Alice Vieira, 'Meia hora para mudar a minha vida', recebeu um prémio na edição brasileira.

Entre os livros destinados ao leitor jovem editados em 2015 no Brasil estava 'Meia hora para mudar a minha vida' da escritora portuguesa Alice Vieira. Ontem, foi considerado o "Melhor da literatura em língua portuguesa" e recebeu o Prémio Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil - Henriqueta Lisboa.

Segundo a editora Peirópolis, o livro "está a encantar os leitores e a ganhar o merecido reconhecimento de quem trabalha pela formação de leitores". Alice Vieira é autora de inúmeros livros para o público infanto-juvenil, bem como na narrativa para adultos e detentora de vários prémios literários.:

Nota: Alice Vieira já esteve em  Caracas convidada pelo Instituto Português de Cultura.


Porto: Maior orgão de tubos de Portugal assinala 21.º aniversário


Monumental Órgão de Tubos na Igreja de Nossa Senhora da Lapa, no Porto, comemora 21 anos. A data é assinalada com um ciclo de concertos comemorativos, entre 7 e 16 de julho.
Para assinalar o 21.º aniversário do órgão, nos dias 7, 8, 10, 13 e 16 de julho vão realizar-se vários concertos comemorativos.

No dia 7 de julho, às 21.30, é o concerto comemorativo, com obras de Bach, Reger e Dupré, com os organistas Tiago Ferreira e Filipe Veríssimo.
As transições para saxofone realizam-se no dia 8 de julho também pelas 21.30, com a presença do saxofonista José Pedro Gonçalinho e com obras de Cage, Part, Vitali e Vivaldi.
A 10 de julho às 21.30, o organista David Briggs vai tocar 5.ª sinfonia.


terça-feira, 5 de julho de 2016

Eduardo Lourenço distinguido pela Academia Francesa pela divulgação da língua


O filósofo Eduardo Lourenço, de 93 anos, foi galardoado com o Prémio de Divulgação da Língua e Literatura Francesas pela Academia Francesa, em Paris, por ter escrito parte da sua obra em francês.
De acordo com o sítio online da Academia Francesa, o crítico e ensaísta português é um dos cinco distinguidos com este prémio, a par do suíço Jean Paul Barbier-Mueller, da italiana Elena Fumagalli, da libanesa Mona Makki-Gallet e ainda da Alliance Française, em Abu Dabi. (...)

Eduardo Lourenço de Faria, nascido em 1923 no concelho de Almeida, distrito da Guarda, frequentou o curso de Histórico-Filosóficas na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, onde foi depois professor assistente. Partiu para França em 1949, onde se encontra radicado até hoje, mas manteve sempre uma forte ligação a Portugal, escrevendo várias obras sobre a sociedade e identidade portuguesa.


Compra de quadro do pintor Sequeira

O Museu Nacional de Arte Antiga (MNAA) precisava de 600 mil euros para comprar a um privado a pintura Adoração dos Magos, uma das mais significativas no percurso do importante pintor português Domingos Sequeira, e, para isso, lançou em finais de Outubro do ano passado uma campanha de angariação de fundos que tinha a ambição de envolver todos os portugueses, cidadãos e empresas. Seis meses depois, a 27 de Abril, atingiu o objectivo e esta quarta-feira deu por encerrada a operação“Vamos Pôr o Sequeira no Lugar Certo”, anunciando em comunicado que tinha reunido 745.623 euros. Mais 145 mil euros do que o necessário, portanto. (…)

Os números finais desta angariação de fundos que envolveu milhares de particulares e centenas de empresas, escolas, fundações e outras entidades e que tinha a duração estimada de seis meses só agora foram divulgados porque “os últimos donativos, que estavam já previstos, acabam de dar entrada na conta da campanha”, explicou Paula Brito, responsável pela comunicação de Arte Antiga.


Coreia do Sul: Exposição “ Distant Rooms”, de Rui Chafes e Pedro Costa em Seul



O artista plástico Rui Chafes e o realizador de cinema Pedro Costa apresentam entre 25 de junho e 14 de agosto de 2016, no Ilmin Museum of Art de Seul, na Coreia do Sul, a sua quarta exposição conjunta, em que associam as esculturas do primeiro às imagens do segundo. O Camões – Instituto da Cooperação e da Língua e a Embaixada de Portugal em Seul apoiam esta iniciativa.

A exposição conjunta de Rui Chafes e Pedro Costa, a decorrer no Ilmin Museum of Art, em Seul, Coreia do Sul, constituirá um momento especial e único para o público sul-coreano conhecer a obra deste dois artistas numa perspetiva de complementaridade e de jogos entre corpos (de escultura) e de luz (imagens de cinema).


quinta-feira, 23 de junho de 2016

“Eça na Rota do Modernismo Brasileiro”


O Curso de Verão destina-se a todos os interessados na obra queirosiana e na área cultura, literatura, media, nomeadamente a professores (sobretudo, Ensino Secundário), estudantes universitários nacionais e internacionais (graduação e pós-graduação), estudiosos e investigadores nas áreas de Ciências de Comunicação, Estudos Culturais e Literários. A participação neste curso de verão confere aos professores do 2º e 3º ciclos do ensino básico e do secundário1 crédito.


domingo, 19 de junho de 2016

Grupo de teatro do CP toca o céu...

O Grupo de Teatro do Centro Português, LusoScena, acaba de conquista o Festival de Teatro 2016 (interclubes sociais) com a obra Una vieja con alas.
Ganhou arrasadoramente ao arrecadar quase todos os prémios em disputa:
·         Melhor obra,
·         Melhor produção,
·         Melhor direcção
·         Melhor Iluminação,
·         Melhor actriz de caracterização
·         Melhor música… e
·         Melhor actriz principal, que recaiu sobre María José María José Nunes, quem foi acompanhada por Halsyn Ortíz, Betty De Castro, Natalia De Abreu, Sara Pereira, Viviana Suárez, João Fernández e Arlette Rentroia.

Greymar Hernández e Mike Suárez, conjuntamente con um grupo de colaboradores,  trabalharam criteriosamente o texto original do autor costarriquense Melvin Méndez – cujo título é Un viejo con alas --  adaptando-o a Una vieja con alas.
Este Festival mergulha as suas raízes em 1991 e tem uma periodicidade anual com crescente sucesso de público.

Desde este blogue o nosso entusiasmado “Parabéns!” aos vencedores desta edição. 

segunda-feira, 13 de junho de 2016

13 de Junho…


Dia de Santo A
ntónio.
Não é, mas poderia ser, Dia de Fernando Pessoa. Também era justo.

O primeiro deixou sermões que merecem leitura por crentes e não crentes, no que é talvez o seu lado menos conhecido, já se sabe por que razão...
O segundo deixou obra literária que marcou o seu século e os que estão por vir.
Ambos lisboetas. Ambos homens de grande cultura. Ambos emigrantes, se bem que por motivos diferentes.

Aqui deixammos lembrança de ambos.

Um com o seu rosto menos conhecido. O outro nos seus anos finais.

sexta-feira, 10 de junho de 2016

IPC coloca coroa de flores no monumento a Camões...


Portugueses e turistas encheram Praça do Comércio para ouvir Marcelo

Marcelo Rebelo de Sousa divide o 10 de junho entre Lisboa e Paris

O Presidente da República condecorou hoje o "heroísmo e a bravura" de seis militares, e preparar-se para condecorar os emigrantes portugueses que ajudaram vítimas dos atentados de Paris, cidade onde pela primeira vez decorrem as c
omemorações do 10 de Junho.

As comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portugueses dividem-se este ano, e de forma inédita, entre Lisboa, e Paris, onde o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, proferirá os primeiros discursos do 10 de Junho do seu mandato.

As celebrações começaram pelas 10.00 no Terreiro do Paço, em Lisboa. Recorde os principais momentos da manhã, enquanto o Presidente e o primeiro-ministro voam para Paris, onde às 17.00 se encontram com os seus homólogos.



sexta-feira, 3 de junho de 2016

Edição de bolso de “Alabardas, alabardas, espingardas, espingardas” disponível em italiano

Acaba de dar à estampa a edição de bolso de Alabardas, alabardas, espingardas, espingardas, na editora italiana Feltrinelli, sendo o 24º título de José Saramago publicado na coleção Universale Economica.
O livro inclui os textos de Fernando Gómez Aguilera e de Roberto Saviano, sendo a tradução do português da responsabilidade de Rita Desti e do espanhol de Simone Cattaneo.
A ilustração da capa é da autoria de Emiliano Ponzi.
O livro: 2014 (com textos de Fernando Gómez Aguilera e Roberto Saviano, capa e ilustrações de Günter Grass)
Aquando do seu falecimento, em 2010, José Saramago deixou escritas trinta páginas daquele que seria o seu próximo romance; trinta páginas onde estava já esboçado o fio argumental, perfilados os dois protagonistas e, sobretudo, colocadas as perguntas que interessavam à sua permanente e comprometida vocação de agitar consciências.Saramago escreve a história de Artur Paz Semedo, um homem fascinado por peças de artilharia, empregado numa fábrica de armamento, que leva a cabo uma investigação na sua própria empresa, incitado pela ex-mulher, uma mulher com carácter, pacifista e inteligente. A evolução do pensamento do protagonista permite-nos refletir sobre o lado mais sujo da política internacional, um mundo de interesses ocultos que subjaz à maior parte dos conflitos bélicos do século xx. Dois outros textos – de Fernando Gómez Aguilera e Roberto Saviano – situam e comentam as últimas palavras do Prémio Nobel português, cuja força as ilustrações de um outro Nobel, Günter Grass, sublinham.



quarta-feira, 1 de junho de 2016

“Ensaio sobre a Cegueira” abre a “Coleção Essencial” dos Livros RTP

Para abrir a nova “Coleção Essencial” da RTP, foi escolhido Ensaio sobre a Cegueira de José Saramago, num total de 24 títulos que compõem esta colecção, com autores como Mário Vargas Llosa, Mia Couto, Thomas Mann, entre outros. A RTP, desta feita em parceria com a LeYa, recupera assim este projecto, iniciado em 1970, porque, nas palavras de Gonçalo Reis, Presidente do Conselho de Administração da RTP: Temos uma visão ampla da missão de serviço público e de que a RTP deve ser um agente ativo de divulgação da língua e da cultura portuguesas.
A curadoria da coleção é de Zeferino Coelho, editor da Caminho / LeYa, e todas as capas são da autoria de Rui Garrido, diretor de arte da LeYa.