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segunda-feira, 25 de agosto de 2014
RICHARD ZENITH: "Verifica-se uma desumanização dos portugueses"
É o responsável
pela primeira edição definitiva do "Livro do Desassossego" de
Fernando Pessoa, a obra que deu ao poeta português o estatuto de figura
fundamental da literatura portuguesa e o tornou um mito internacional. Richard
Zenith, um dos maiores especialistas em Pessoa, considera que mesmo assim é
pouco lido em Portugal. Um país onde, diz, está em curso "uma certa
desumanização dos portugueses".
Richard Zenith, que
viveu no Brasil no início dos anos 80, confirmou que Pessoa era efetivamente
muito lido e acarinhado no Brasil, talvez mais do que aquí. Acrescenta:
"Embora, em Portugal os poetas e os leitores mais exigentes e apaixonados
conhecessem bem a obra de Pessoa como a Sophia, Jorge de Sena, Ruy Belo, Mário
Cesariny. Podemos ver traços dele nas suas obras. Mas, entre o público mais
vasto, de facto seria no Brasil que Pessoa era mais lido e apreciado. Hoje em
dia, nas universidades portuguesas há investigação excelente sobre Pessoa, até
diria que não existe menos do que no Brasil".7
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Richard Zenith
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
Antologia poética de Fernando Pessoa publicada na China
É o
segundo livro de Pessoa lançado este verão na China, depois de um volume com os
Poemas de Alberto Caeiro (um dos seus heterónimos) publicado em agosto,
ilustrando a universalidade daquele poeta português.
A
antologia organizada por Richard Zenith saiu em 2006. A versão chinesa, com
cerca de 470 páginas, foi publicada por uma editora de Xangai, integrada numa
coleção que inclui o russo Boris Pasternak, o inglês D.H. Lawrence e outros
autores europeus.
Richard
Zenith, 57 anos, tradutor e investigador norte-americano radicado em Portugal
desde 1987, ganhou, no ano passado, o Prémio Pessoa, um dos mais prestigiados
do país, atribuído pelo semanário Expresso a personalidades do mundo artístico,
literário e científico.
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sábado, 19 de janeiro de 2013
Richard Zenith lê e comenta um dos últimos poemas de Álvaro de Campos
O norte-americano
Richard Zenith, tradutor e especialista na obra de Fernando Pessoa, reconhecido
com o Prémio Pessoa 2012, lê e comenta um dos últimos poemas de Álvaro de
Campos. "Teoria da Heteronímia" (Fernando Pessoa, org. Fernando
Cabral Martins e Richard Zenith, Assírio & Alvim) foi lançado recentemente
e faz uma revisão da experiência e da ideia de autoria que tornou Pessoa num
dos grandes mitos literários do século XX. No ípsilon desta semana, Luís Miguel
Queirós entrevista Richard Zenith e Gustavo Rubim assina uma crítica a
"Teoria da Heteronímia".
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Richard Zenith
sábado, 15 de dezembro de 2012
Richard Zenith é Prémio Pessoa
O escritor norte-americano Richard Zenith (com nacionalidade portuguesa há três anos, NR) é o vencedor do
Prémio Pessoa 2012. Zenith é investigador pessoano, tradutor e crítico
literário, responsável pela tradução para inglês de autores como Camões, Sophia
de Mello Breyner, Drummond e Antero de Quental.
O anúncio foi feito, como habitualmente, no Palácio de
Seteais em Sintra por Francisco Pinto Balsemão, que preside ao júri também
constituído por Fernando Faria de Oliveira (Vice-Presidente), António Barreto,
Clara Ferreira Alves, Diogo Lucena, João Lobo Antunes, José Luís Porfírio,
Maria de Sousa, Mário Soares, Miguel Veiga, Rui Magalhães Baião, Rui Vieira
Nery e Viriato Soromenho-Marques.
De acordo com o presidente do júri, Pinto Balsemão, a
proposta do nome de Richard Zenith foi feita por duas pessoas exteriores ao
Prémio Pessoa: Rui Vilar e Nicolau Santos. Balsermão lembrou que Zenith,
nascido nos EUA, se tornou“cidadão de Portugal por dedicação e louvor a uma
obra, a de Fernando Pessoa, uma literatura, a nossa, e uma língua, a
portuguesa”. É um “estudioso e investigador da obra e figura de Fernando
Pessoa, Richard Zenith tem posto o conhecimento acumulado ao longo de décadas
ao serviço disciplinado e metódico de uma paixão”, acrescentou.
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